quarta-feira, 18 de novembro de 2015

MPE divulgará relatório sobre o Rio Itacaiúnas

NESTA QUINTA, 19/11: DIVULGAÇÃO DO RELATÓRIO DO MPE SOBRE A DESTRUIÇÃO DO ITACAIÚNAS E DISCUSSÃO SOBRE MEDIDAS DE PRESERVAÇÃO. NA AGRÓPOLIS DO INCRA, A PARTIR DAS 8H.
Força-tarefa composta por integrantes da Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semma), Fundação Casa da Cultura de Marabá (FCCM), Ministério Público Federal (MPF), Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e Polícia Civil fez duas incursões recentemente nas margens do Rio Itacaiúnas a fim de levantar as causas da destruição que ocorre naquele curso d’água.
Na quinta-feira, 19, no auditório do MPE, o grupo apresentará o relatório dessas fiscalizações bem como as medidas a serem tomadas visando a preservação e recuperação da mata ciliar.
Segundo a diretora ambiental da Semma, Maria do Livramento Almeida, um dos cenários mais chocantes das áreas fiscalizadas é o de um lago, às proximidades do balneário Taboquinha, que está sendo aterrado por lixo e entulho, “provavelmente para dar lugar a moradias”.
Esse lago, de acordo com observação de Livramento, é berçário de jacarés e pássaros, inclusive de galinha d’água, uma espécie de jaçanã comum nos rios e lagos da Amazônia, que vem diminuindo nesta região em consequência do desmatamento.
[Foto: Expedição Casa da Cultura ao Rio Itacaiúnas (Outubro/2015)

Grupo de Pesquisa realiza visita nos Aikewara

Por Flavia Slompo

Ontem, 17/11/2015, o Grupo de Pesquisa Territórios Indígenas e Etnodesenvolvimento (IFPA/Marabá) realizou pesquisa de campo na Terra Indígena Sororó, do Povo Aikewara. Estavam também em visita, no mesmo dia, a Comissão da Verdade do Pará e a EMATER Pará.
Seguem algumas imagens que demonstram a situação calamitosa de destruição dos recursos hídricos e processo de desertificação da região. Nas duas primeiras fotografias, estávamos em cima de uma ponte; em cima do que um dia havia sido um rio. A primeira imagem, sua margem direita, e a segunda imagem, sua margem esquerda. Vemos o antigo caminho de suas águas; e o que restou, uma areia de deserto.
A mesma paisagem segue por toda a região. O Armazém Memória, junto à Comissão da Verdade do Pará, fotografou diversas nascentes que hoje estão secas. Na terceira foto, vemos a paisagem que domina a região, e que nos dá pistas sobre os responsáveis pela destruição dos recursos hídricos: a fotografia captura os babaçuais, resultantes do extremo desmatamento realizado na região desde a década de 70. Muita terra prá pouco boi.
Na quarta fotografia, estávamos na beira da BR 153, antiga OP-2, aberta pelo exército brasileiro durante a Guerrilha do Araguaia; estrada que corta a TI Sororó e têm causado uma incontável série de danos à cultura Aikewara e ao ecossistema local. Vemos uma área, bem próxima da floresta, em chamas. Ontem, toda a cidade de Marabá se encontrava entre fumaça, o que comprova que este está longe de ser um caso isolado.
E por fim, a imagem via satélite da TI Sororó: uma ilha de floresta, território de resistência frente ao genocídio e ecocídio levado a cabo pelo Governo Brasileiro desde os tempos do Plano de Integração Nacional até os dias de hoje.
"Como mais da metade da biodiversidade mundial encontra-se fora de áreas protegidas, qualquer que seja a estratégia para a sua preservação deverá contar necessariamente com a ativa participação e interesse dos agricultores. Entretanto, esta não parece ser uma condição viável, enquanto perdurarem os estímulos públicos voltados à expansão desenfreada das monoculturas sobre os ecossistemas naturais." (Petersen et al, "Agroecologia: reconciliando agricultura e natureza". In: Informe Agropecuário. Belo Horizonte, Epamig, 2009, vol..30, n. 252.).
[Crédito das fotografias: RibaMar Ribeiro JuniorAdriano Egito e Flávia Slompo Pinto.]

PDTSA parabeniza

O Programa de Pós-Graduação em Dinâmicas Territoriais e Sociedade na Amazônia, parabeniza o Mestre Ribamar Ribeiro Junior pela aprovação no Doutorado em Antropologia na Universidade Federal de Minas Gerais.

Somos todos atingidos pela Mineração


Participe da reuniçao de organização do grande ato em solidariedade ao povo de Mariana (MG)

Assim Vale!

quarta-feira, 11 de novembro de 2015

segunda-feira, 9 de novembro de 2015

Ministério Publico exige da Samarco Renda e Moradia aos desabrigados

O promotor de Justiça Guilherme de Sá Meneghim, da 2ª Promotoria de Justiça de Mariana, determinou uma série de exigências que a mineradora Samarco terá que cumprir para garantir o bem-estar dos 601 desabrigados pelo rompimento das duas barragens da empresa, na quinta-feira. Se a empresa não acatar a determinação, o MP irá recorrer à Justiça.
Uma das exigências expressas no documento divulgado pelo promotor na manhã desta segunda-feira é que a Samarco garanta o direito à moradia dos desabrigados, elaborando um cronograma para que as vítimas do rompimento das barragens sejam retiradas dos hotéis e pousadas e levadas para casas e apartamentos.
A promotoria também estabelece que a Samarco terá de pagar uma renda básica mensal para cada núcleo familiar dos desabrigados, para atender as necessidades imediatas dessas pessoas, “de caráter provisório e sem prejuízo do reassentamento e indenizações definitivas.”
A mineradora também deverá apresentar um plano de reparação às vítimas, “identificando a a vontade de cada grupo familiar (apenas indenização ou indenização e reassentamento), estabelecendo prazos e procedimentos para concretização desses direitos, informando-se a esta 2ª Promotoria de Justiça de Mariana.”
O Ministério Público dá prazo de cinco dias para que a Samarco informe todas as providências adotadas em cumprimento da determinação da promotoria, que cobra também a relação completa de todos os desabrigados na tragédia de Bento Rodrigues.
Guilhermne de Sá Meneghim disse aos jornalistas que estabeleceu as exigências que a Samarco terá de cumprir “porque temos mais de 600 pessoas atingidas por essa catástrofe, que estão desabrigadas e totalmente desamparadas, sendo necessária a tomada de providências imediatas para resguardar os direitos dessas pessoas. Então, para que esses direitos sejam resguardados, nós indicamos à empresa várias medidas”.
O promotor afirmou que identificar as necessidades de cada família será fundamental “para se ter a real dimensão das perdas e danos de cada pessoa.” Quanto ao pagamento de uma renda básica mensal a ser destinado a cada família, o representante do Ministério Público disse que a medida será decisiva “para o resgate da dignidade dos desabrigados”, ressaltando que isso terá de ser feito independentemente do reassentamento e da indenização posteriores”.
“Não queremos que as pessoas vivam de assistencialismo externo, recebendo marmitex. Que elas tenham dinheiro. Elas perderam tudo, não têm mais patrimônio. Que recebam então a renda mensal paga pela empresa”, disse Guilherme Meneghim, acrescentando que não foi fixado um valor único porque cada família tem necessidades específicas. Mas ele entende que o menor valor deve ser de um salário mínimo.
Enviada para Combate Racismo Ambiental por José Carlos.

domingo, 8 de novembro de 2015

CHAMADA PARA A SUBMISSÃO DE TRABALHOS PARA O DOSSIÊ “HISTÓRIA INDÍGENA, HISTORIOGRAFIA E INDIGENISMO:

 CONTRIBUIÇÕES, DESAFIOS E PERSPECTIVAS”, A SER PUBLICADO EM FRONTEIRAS: REVISTA DE HISTÓRIA
Fronteiras: Revista de História (ISSN 2175-0742), criada nos anos 1990 e periódico oficial do Programa de Pós-Graduação em História da Universidade Federal da Grande Dourados, divulga a chamada para a submissão de trabalhos para o Dossiê “História Indígena, Historiografia e Indigenismo: contribuições, desafios e perspectivas”, sob organização de Jorge Eremites de Oliveira, Marcos César Borges da Silveira e Thiago Leandro Vieira Cavalcante. A proposta está voltada para a divulgação de uma coletânea de estudos sobre temáticas ligadas à história dos povos indígenas, abrangendo trabalhos realizados por historiadores, etnólogos, arqueólogos, educadores e outros pesquisadores. Trata-se de uma temática atual e relevante sob muitos aspectos, inclusive no que se refere às discussões sobre colonialidade do saber, descolonização das ciências em geral e historiografia a respeito da produção sobre história indígena no Brasil e em outros países da América Latina. No caso do Brasil, cabe ainda destacar a existência da Lei Federal nº 11.645/2008 que tornou obrigatório o ensino da história e da cultura indígena na educação básica. Este dispositivo aponta para o papel preponderante do ensino da história indígena enquanto instrumento de superação de preconceitos e discriminações contra os povos originários das Américas, bem como para dar a devida valorização à historicidade de sujeitos e coletivos excluídos do campo da História e relegados ao papel de subalternidade nas sociedades nacionais.
Os trabalhos deverão ser submetidos até o dia 31/01/2016, as diretrizes para os autores estão disponíveis no linkhttp://www.periodicos.ufgd.edu.br/index.php/FRONTEIRAS, os artigos e resenhas podem ser encaminhados online e para o e-mail thiagocavalcante@ufgd.edu.br e a publicação do dossiê está prevista para o primeiro semestre de 2016.

HISTÓRIAS E CULTURAS INDÍGENAS EM UBERLÂNDIA - MINAS GERAIS





Quando: 10 a 12/11/2015
Local: Universidade Federal de Uberlândia e nas Escolas Estaduais Américo René Giannetti e Parque São Jorge.

MINAS ESTÁ SANGRANDO. MINAS ESTÁ CHORANDO.

É isso que as mineradoras fazem em Minas Gerais. 
Retiram nosso minério, nossas riquezas, retiram a nossa natureza e agora estão retirando nossas preciosas vidas. Deixam buracos e um vazio na terra e na vida de famílias que adoecem e morrem nas mãos das mineradoras. Até quando ficaremos calados, assistindo a agonia de nosso Estado, em nome da ganância, do desenvolvimento e da dor?


UFG abre mais de 90 vagas para docentes

O concurso público objeto deste Edital destina-se ao provimento de cargo de Professor no primeiro nível de vencimento da Classe A da Carreira do Magistério Superior, para exercício de suas atividades na UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS.
As normas complementares ao concurso e que fazem parte deste Edital serão publicadas no sítio da UFG (www.ufg.br) até a data do início das inscrições.
As provas serão realizadas nas unidades responsáveis pelo concurso constantes no Anexo I deste Edital.
O/A professor/a submetido/a ao regime de trabalho de Dedicação Exclusiva fica obrigado/a a prestar 40 horas semanais de trabalho em dois turnos diários completos, bem como impedido/a de exercer outra atividade remunerada pública ou privada.
Os turnos na UFG são: matutino, vespertino e noturno. A unidade responsável pelo concurso definirá os turnos de atividades dos docentes na UFG e esta definição poderá ser alterada a qualquer momento em que vigorar o vínculo entre o candidato nomeado e a UFG.
Para obter informações completas veja o link do edital:

O rio não é mais Doce!

A VALE MATOU O RIO DOCE!
Estamos vivendo uma das maiores tragédias socioambientais dos nossos dias. O Acidente criminoso promovido pela Samarco/Vale/BHP Biliton é com certeza o maior crime ambiental do Estado de Minas Gerais.
O Rio e a bacia do Doce já estão totalmente contaminados pela lama tóxica. Peixes e animais aquáticos já estão mortos e o Serviço Autônomo de Abastecimento de Água e Esgoto (SAAE) de Governador Valadares, no Vale do Rio Doce, suspendeu às 13h desse domingo a coleta de água do Rio Doce, contaminada pela lama de rejeitos das barragens da Samarco em Mariana, na Região Central de Minas, na quinta-feira.
De acordo com Vilmar Rios, diretor-adjunto do SAAE do município, a interrupção na coleta foi determinada logo que a água do rio começou a apresentar coloração mais escura.
É a Vale S.A promovendo a destruição do meio ambiente e ceifando a vida das pessoas. Mineração pra quem?

Fonte ( Aqui)

Barcarena: entre o lucro, a miséria e as catástrofes

O município de Barcarena, no Nordeste Paraense, não é muito conhecido dos brasileiros, mas o Porto de Vila do Conde, certamente o é, dada a importância econômica que tem para o País.
Por ele, são exportados 443.866 toneladas/ano de bauxita e 5,8 milhões de toneladas/ano de alumina, sendo também a principal via de escoamento do gado em pé, que tem no Pará um dos principais fornecedores ao mercado externo.
Sem dúvida, Vila do Conde é alvo de atenção dos grandes investidores, não apenas pela posição geográfica estratégica em relação aos mercados da Europa, o Oriente Médio e América do Norte, mas. É, sobretudo, pelo potencial crescente para tornar-se o principal porto do Norte para a exportação dos grãos do Centro-Oeste, por conta do transporte intermodal, de menor custo, que começou a ser viabilizado com a conclusão das eclusas de Tucuruí – que ainda depende da obra de superação dos Pedrais do Lourenço, no Sul do Pará, para a viabilidade plena da Hidrovia Araguaia-Tocantins.
Barcarena é, portanto, essencial para os negócios de empresas brasileiras e multinacionais, assim como é muito importante para o superávit na balança comercial brasileira. Porém, desde a instalação do polo industrial, em 1986, Barcarena só não foi importante para os brasileiros que vivem nela.
Há mais de 20 anos acompanho os danos ambientais sofridos pela população barcarenense, seja pelos vazamentos de rejeito de caulim do fabricante de papel ou pelo despejo de soja estragada pela transportadora desse produto, que contaminam furos e igarapés, seja pela poluição atmosférica das fábricas.
Não bastasse tanto sofrimento e um histórico eivado de inoperância das autoridades responsáveis em punir os autores dos crimes ambientais, eis que uma tragédia maior ainda assola Barcarena. No último 6 de outubro, um navio Haidar, de bandeira libanesa, carregado com quase 5 mil bois vivos, naufragou no porto com 730 mil litros de combustível nos tanques e toda a carga animal presa aos porões. 
Até hoje as autoridades não conseguiram retirar o combustível e nem as carcaças de animais, que já vazaram no Rio Pará, se expandindo por cidades e ilhas próximas e ameaçando o abastecimento de água potável da Região Metropolitana de Belém.
Sem falar nos bois em decomposição que, em cerca de 300 cabeças, já foram parar nas praias, causando a interdição de quatro delas, sendo uma do município vizinho de Abaetetuba, e levando a prefeitura de Barcarena a decretar situação de emergência. Pescadores e comerciantes que vivem do movimento das praias estão sem água, comida e impedidos de trabalhar. 
O Ministério Público do Estado do Pará, o Ministério Público Federal e a Defensoria Pública do Estado do Pará buscam, por meio de ação judicial, a interdição do porto, assim como responsabilizar a Companhia Docas do Pará (CDP) e as empresas responsáveis pela carga, Minerva Foods e Global Agência Marítima, a providenciarem garrafões de água, cestas básicas e o pagamento de um salário mínimo por família atingida pela tragédia.
A Justiça Federal, no entanto, concedeu apenas a determinação para o fornecimento de água, o que vinha sendo feito apenas pela prefeitura, que também distribuiu cestas básicas e máscaras para a população suportar o forte odor exalado por mais de 300 carcaças que se acumularam nas praias.
A bancada parlamentar do Pará, da qual faço parte, recorreu à Secretaria Nacional de Defesa Civil e conseguiu intermediar o diálogo para que fosse firmado um convênio que possibilitasse recurso financeiro para o atendimento da situação de emergência.
Na condição de membro da Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Câmara, solicitei que fosse realizada uma audiência pública em Barcarena, o que ocorreu no último dia 16. Pudemos ver de perto o drama social e econômico instalado no município.
Apesar das determinações judiciais obrigando que as empresas, a CDP, a Global e Minerva apresentem planos de retirada do combustível e das carcaças do rio Pará, até agora, um mês depois do acidente, ainda é muito lento o trabalho de atendimento às vítimas do desastre. A população ainda sofre com a falta de alimentos e está impedida de realizar plenamente as atividades de pesca e comerciais.
Este desastre e a falta de prioridade em resolver os danos decorrentes dele são parte de um modelo de desenvolvimento perverso e injusto. No Pará, produtores de commodities exportam, por exemplo, madeira e mineral sem que sejam cobrados em um centavo pela exportação, favorecidos pela Lei Kandir.
Além de não deixar nenhuma riqueza para o estado, esse tipo de benefício não favorece a produção industrial que valorizaria nossos produtos e traria mais lucros para nosso País. Poderíamos, nesse caso, exportar produtos como couro, carne e derivados lácteos. Ao contrário, os bois são exportados em pé, o que é um atraso do ponto de vista econômico e uma crueldade do ponto de vista ambiental.
O naufrágio do Haidar tornou-se o maior acidente ambiental ocorrido em Barcarena, de proporcionalidade assustadora à população metropolitana e de repercussão nacional, sobretudo aos grandes empresários que temem a interdição do porto.
Portanto, não nos esqueçamos do drama enfrentado por milhares de famílias historicamente abandonadas pelas autoridades, vítimas dos empreendimentos econômicos que fomentam a miséria social, que prejudicam a qualidade de vida, levando doenças e fome. É urgente que a Justiça tome providências rápidas e enérgicas para a solução imediata dessa crise.
fonte Carta Capital - post Edmilson Rodrigues

sexta-feira, 6 de novembro de 2015

Concurso professor do IFPA em Conceição do Araguaia

Segue aqui neste blog o Edital do Processo Seletivo Simplificado para contratação por tempo determinado de PROFESSOR SUBSTITUTO para atender a necessidade temporária de excepcional interesse do CAMPUS CONCEIÇÃO DO ARAGUAIA DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO PARÁ, de acordo com as definições deste edital.

Edital Aqui

Concurso Professor do IFPA II



Acesse o Link e se inscreva no concurso para professor substituto.

http://www.ifpa.edu.br/ultimas-noticias/213-processo-seletivo-simplificado-para-a-contratacao-de-professores-substitutos-maraba-industrial


abertura do Processo Seletivo Simplificado para contratação por tempo determinado de PROFESSOR SUBSTITUTO (área: INFORMÁTICA) para atender a necessidade temporária de excepcional interesse do CAMPUS INDUSTRIAL MARABÁ DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO PARÁ, de acordo com as definições deste edital.