sábado, 14 de junho de 2014

500 km de pintura de asfalto!

O que diz o Carumbé?

O  prefeito,terá trabalho para "emplacar" essa turma.
se usar como propaganda o asfalto feito,até pode enganar por uns tempos,mas garanto que logo os eleitores perceberão que foram enganados...o que o prefeito fez foi pintar a piçarra de preto,aguardemos as primeiras chuvas e veremos tudo dissolver...
asfalto de gente séria requer fundação de base,só depois vem a massa asfáltica.

Essa semana: INCRA do lado do latifúndio!

Incra de Marabá diz ter 'lavado as mãos' e que não atuará contra o latifúndio
10 de junho de 2014
 
Por Márcio Zonta
Da Página do MST

O Superintendente Regional do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA) de Marabá, Eudério Coelho diz ter “lavado as mãos e que não atuará contra o latifúndio no Pará”.

Tal afirmação inusitada veio durante uma reunião entre Eudério Coelho e dirigentes nacional e estadual do MST no Pará, na tarde desta segunda-feira (9). 

No encontro com o superintendente da região, os Sem Terra solicitavam a intervenção do Incra contra a ameaça de 40 pistoleiros que cercam o acampamento Hugo Chávez, na Fazenda Santa Tereza e Cosipar, ambas ocupadas no último domingo (8).

Ainda, no início da noite de ontem, após a reunião, quando avisado por telefone sobre o espancamento de um acampado e um carro incendiado pelos jagunços, apenas mencionou: “não sou polícia para atuar contra pistoleiros”.

“Ficamos estarrecidos com o discurso de Eudério na reunião e depois no telefone. Como assim o Incra não vai intervir nas terras públicas e irregulares no Pará? Estranho, se essa é a tarefa do órgão”, protesta Maria Raimunda, dirigente do MST.

Pacto com fazendeiros

A investida dos fazendeiros e pistoleiros contra as famílias acampadas se deu, sobretudo, após declaração de Eudério Coelho na tarde de segunda-feira ao jornal Correio Brasiliense, de Brasília, afirmando que as propriedades não teriam nenhuma irregularidade nem degradação ambiental.

“Inspecionamos as duas áreas recentemente e verificamos que elas não têm problemas”, disse o superintendente ao periódico.

Além disso, conforme o próprio Eudério afirmou ao Correio, iria se reunir primeiro com os fazendeiros para depois conversar com uma comissão organizada pelas famílias acampadas. 

“Vamos pedir que os Sem Terra deixem as duas fazendas. Eles saindo, vamos procurar conversar com os donos e verificar se eles têm interesse em vendê-las, pois não podemos simplesmente desapropriá-las”, declarou Coelho.

Para Francisco Moura da coordenação nacional do MST, aí estaria a pista para um futuro acordo tácito entre o Incra e os fazendeiros. 

“Isso já está cheirando combinação entre o superintendente e os grileiros. Se ele afirma que a área é regularizada e não tem crime ambiental, os fazendeiros podem pedir o preço que quiserem ao órgão para desapropriação das fazendas”, argumenta.

Irregularidades

Na mesma tarde de ontem, o advogado da Comissão Pastoral da Terra (CPT), de Marabá, José Batista Afonso soltou uma nota desmentindo Eudério Coelho (Leia mais aqui).

O advogado constata que a Fazenda Santa Tereza é alvo de uma séria de irregularidades. Pois a área tinha uma condição estabelecida pelo Estado para concessão de afloramento, obrigando o foreiro a manter o extrativismo da castanha no local e a preservar a floresta nativa. 

Fora isso, o domínio útil só poderia ser repassado a terceiros com a autorização de seu verdadeiro dono, o governo do estado. 

”Ocorre que o castanhal foi totalmente destruído para implantação de pastagem, descaracterizando sua finalidade de uso estabelecida na concessão e Nagib Mutran, no ano de 2011, vendeu o castanhal para o fazendeiro Agostinho Roncetti, sem a devida autorização do Estado do Pará”, revela o advogado.

Além dessa trama ilegal, o imóvel rural ainda foi repassado a Rafael Saldanha sem a consulta do estado. Os distúrbios jurídicos cometidos pelos sucessivos fazendeiros, embora desconhecida por Eldério, é alvo de um processo do Ministério Público que tramita na Vara Agrária de Marabá. 

“É de se considerar ainda que o imóvel foi desviado de sua função originária constante do Título de Aforamento, já que vem sendo usado basicamente para a criação de bovinos”, reclama o MP.

Batista define o que legalmente deveria ser feito nesse caso: “é obrigação do Estado do Pará retomar seu patrimônio e cumprir com o que estabelece a Constituição Federal no seu artigo 188: destinar o imóvel público para o assentamento de famílias sem terra”.

Com a fazenda da Siderúrgica Cosipar não é diferente, parte de quase dez mil hectares com plantação de eucalipto já foi utilizada para “esquentar” o carvão ilegal advindo de carvoarias clandestinas e usuárias de trabalho escravo. 
 

Viva o Acampamento Hugo Chavez!!!

Novos e velhos conhecidos se encontram na luta de classes amazônica

Por Márcio Zonta
Da Página do MST


“Só nos sobra rato e mau cheiro na periferia de Marabá”, a frase do jovem Maciel Silveira explicita o descontentamento e as condições do que é viver às margens da cidade economicamente mais importante do sul e sudeste paraense.

Porém, tal sofrimento por viver precariamente na cidade, pode estar cessando. Junto a outros três jovens embarcou na manhã do último domingo (8) num dos ônibus de uma caravana, que levaria mais de mil famílias para a ocupação de duas fazendas no sudeste do Pará.

“Aqui vou botar roça, montar meu barraco, ajudar minha família, conquistar a terra, progredir!”, diz ao romper sua primeira cerca num dos maiores latifúndios do estado.

As famílias que adentraram a terra são oriundas das principais periferias de Marabá. Maciel, por exemplo, vem de um bairro distante do centro urbano, chamado Morada Nova.

“Só tive trabalho ruim, acho que até escravo já fui. Trabalhei em carvoaria clandestina, que tinha que se esconder quando a fiscalização aparecia. Já trabalhei em frigorífico, o pior de todos e, até em fazenda roçando pasto e cuidando de gado”, conta amargamente.

Antigos inimigos

O Maciel passará a perceber agora, com sua primeira ocupação de terra, é que a luta de classes na Amazônia sempre coloca frente a frente velhos e novos conhecidos. 

A fazenda Santa Tereza é uma transição histórica, servindo de propriedade aos diferentes compadres latifundiários do Pará. Seu primeiro grileiro são os temidos Mutran, antes donos das terras que margeiam a pista de Marabá a Eldorado de Carajás, mais de 150 km pela PA 155.

Após devastar o maior polígono de castanhas da história do Pará, a família teve sua hegemonia quebrada por diversos fatores, entre eles as ocupações do MST em suas terras, como as fazendas Peruana e Cabaceiras, em Eldorado dos Carajás e Marabá, respectivamente.

Do mais, conforme a oligarquia dos Mutran foram perdendo força, as terras foram repassadas ao grupo Santa Bárbara, do banqueiro Daniel Dantas, e também para Rafael Saldanha de Camargo, como no caso da Fazenda Santa Tereza.

Daniel Dantas já é conhecido por uma extensa ficha criminal e investigações PR parte da Polícia Federal. Já Rafael Saldanha de Camargo não é tão famoso assim. “Dono de metade de Parauapebas” como costuma dizer o senso comum local, é um dos principais empresários da região. 

É proprietário da Construtora e Incorporadora Nova Carajás, responsável por levantar condomínios fechados da noite para o dia na segregada Parauapebas. Só nos últimos anos lançou mais de 20 mil unidades comerciais e residenciais.

Apenas num leilão de lotes de terras da gigantesca Fazenda Primavera, em Parauapebas, faturou R$ 2 milhões. Outro empresário renomado da região, Júnior Branco, dono da White Tratores lhe fez elogios à época num jornal de Parauapebas e revelou um de seus sócios. “O Rafael Saldanha está de parabéns pela qualidade da exposição, isto justifica a parceria da fazenda Primavera com o renomado Joaquim Roriz”, disse o amigo.

Rafael Saldanha é cúmplice de Joaquim Roriz, ex-governador do Distrito Federal. O mesmo que anos atrás foi denunciado pelo Ministério Público do Distrito Federal como chefe de esquema de corrupção no Banco de Brasília (BRB).

Na ação, os promotores do Núcleo de Combate às Organizações Criminosas (Ncoc) sustentam que o grupo político de Roriz utilizou o BRB para desviar recursos de contratos públicos, lavagem de dinheiro e para atender a interesses privados.

Para o Ministério Público, os crimes de peculato e dispensa ilegal de licitação seguiam a uma determinação superior, de Roriz.

Assassino

Entretanto, os Sem Terra no Pará costumam dizer que “quem bate sempre esquece, mas quem apanha não”. Dessa forma, o MST do Pará não esqueceu que Rafael Saldanha de Camargo é réu na ação penal pela morte de Onalício Araújo Barros (Fusquina) e Valentim Silva Serra (Doutor), assassinados em 26 de março de 1998 pela articulação do grupo de fazendeiros ao qual Saldanha faz parte. 

A juíza de Parauapebas, Maria Vitória Torres do Carmo, decretou após as primeiras investigações do assassinato a prisão provisória dos fazendeiros Rafael Saldanha do Camargo e Geraldo Teotônio Jota, o "Capota", acusados de cúmplices nos assassinatos dos dois líderes do MST.

Porém, o Estado do Pará nunca cumpriu a determinação, e a ação penal contra os fazendeiros está prestes a prescrever.

“A morte de Fusquinha e Doutor será vingada com a Reforma Agrária no Pará”, afirmam diversos dirigentes históricos do Movimento, como Jorge Néri.

Cosipar

Se o MST frequentemente encontra com aqueles que tentam ser seus algozes pelas esquinas amazônicas, Maciel encontrou com um de seus carrascos no passado nesse domingo, ao fazer seu barraco de lona na Fazenda da Companhia Siderúrgica do Pará (Cosipar), uma extensão de 10 mil hectares de terras altamente desmatada e abandonada com plantação de eucaliptos. 

Antes de ser fechada, A Cosipar, segundo a pesquisa e a apuração do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), usava carvão advindo da devastação ambiental e do trabalho escravo, explorados em carvoarias clandestinas de Marabá e Ipixuna do Pará. 

Pelos cálculos do órgão, nos últimos quatro anos as siderúrgicas foram responsáveis pela destruição de 27,3 mil hectares de floresta Amazônica. Foram responsabilizadas a Sidepar, a Cosipar e a Siderúrgica Ibérica.

“As siderúrgicas fomentam o desmatamento da floresta amazônica em todo o sul e sudeste paraense para obter o carvão que precisam, acobertando essa origem irregular com Guias Florestais fraudadas", afirma o chefe da Divisão de Fiscalização do Ibama em Marabá, Luciano da Silva, que coordenou a operação Saldo Negro, responsável por desvendar o esquema. 

O jornalista Marques Casara diz que o problema é conhecido desde 2004, quando publicou o primeiro estudo sobre o trabalho escravo no Pará. Em 2011, o jornalista voltou a realizar novas investigações na região, lançando o livro "O Aço da Devastação", publicada em junho de 2011 pela revista do Observatório Social.

Na oportunidade, detectou que a mineradora Vale estava envolvida no esquema. "O fiel da balança é a Vale S/A, que assinou um acordo com o Ministério do Meio Ambiente em 2009, anunciando que não forneceria mais minério de ferro para essas siderúrgicas. O acordo não está sendo cumprido", afirma.

A história volta a confrontar as classes: a Vale, que abastecia a cadeia de produção de aço que tinha a Cosipar como cliente, que por sua vez explorava o trabalho escravo de Maciel, é quem financiou um dos maiores genocídios de camponeses no Pará, o Massacre de Eldorado de Carajás, em abril de 1996.

Maciel, agora do MST, tem a possibilidade de reconhecer sua classe, bem como lutar com ela e por ela. Na primeira noite no acampamento já sentiu que a tarefa será árdua, quando da movimentação de pistoleiros por toda madrugada ameaçando as famílias.

Porém, um acampamento que nasce com o nome de Hugo Chávez tem tudo para perpetuar
 
(Fonte: página do MST )

Que intransigência Ullisses?

Caro Ulisses Pompeu,

Saber que trabalhas no jornal do PIG (Partido da imprensa golpista) a gente sabe, entretanto é necessário um mínimo de discernimento.
Nos pareceu ridícula sua matéria"comprada" no jornal, os seus dados e as suas informações são falsas ainda mais que te coloca numa macro de relações de bastidores do poder que tu não tem noção. 
Se queres fazer algo sério, colocamos nossas fontes a disposição, ser chapa branca é um perigo, ademais se fizesse o simples da atividade jornalista teria dado ao seu leitor informações coerentes, lembrando que um jornal informa e forma opinião.
Por exemplo usar o avião do fazendeiro para produzir informações e imagens desse tipo é algo que não te isenta da mesma responsabilidade que tem um pistoleiro, que é atentar contra vidas de pessoas.
Tu sabes que há pistoleiros na fazenda, oriundos de São Félix do Xingu, homens do prefeito João Cleber, aliás do sabes quem é João Cleber? E outros comandados pelo Zé Iran, matador da Cosipar e que o Rafael Saldanha pretenso dono do imóvel é réu no processo da morte do Fusquinha e Doutor, em 26 de março de 98?
Isso meu caro, não é nada pessoal, estamos respondendo apenas a matéria, aliás jornalista é o que escreve.
Aproveito para dizer que estamos enviando para outros jornalistas essa nossa carta.
A matéria a que nos referimos é a edição do Jornal Correio de Tocantins, do dia 12 a 13 de junho de 2014, título, "A Invasão da Intransigência".
 
Charles Trocate

Eleições 2014: CONJUNTURA PARA OUTUBRO

Casamento de touro com cobra d'água

A situação política no ninho tucano parauara está muito complicada. Com a saída do DEM e do PR da base aliada, o PTB, comandado pelo ex-prefeito de Belém, Duciomar Costa, tem 40 segundos na TV para negociar. E Duciomar é especialista nisso. Não bastasse, o caldo entornou pelo senador Mário Couto, cujo anúncio é o prato do dia: vai - de novo - bater chapa com o governador Simão Jatene na convenção, conta com o apoio do deputado federal Nilson Pinto e se perder sai do partido. 
 
A chapa PMDB-PT-DEM-PDT-PROS-PR-PCdoB-PHS-PSL-PTN-PPL já está com todos os nomes definidos (Helder/Lira Maia/Paulo Rocha), embora o coordenador da campanha, deputado Parsifal Pontes(PMDB), goste de botar a pulga atrás da orelha e fazer mistério enfatizando que até o dia 5 de julho há a possibilidade legal de alteração. 
 
Na base governista, com o agravamento das relações entre o governador Simão Jatene e o senador Mário Couto, a indefinição é muita. O deputado federal Zequinha Marinho(PSC) até hoje não foi confirmado como vice, e o vice-governador Helenilson Pontes(PSD) é candidato ao Senado mas enfrenta uma verdadeira guerra cruzada. Era o escolhido para ser governador e cabeça de chapa. Puxaram seu tapete. Agora trabalha pelo Senado mas se transformou no pivô da discórdia. Incrível como um político ficha limpa, preparado intelectualmente, com experiência de governo, está sendo sabotado. Por sua vez, Mário Couto, garantindo ter em mãos pesquisas que lhe dão o dobro das intenções de voto sobre o segundo colocado na candidatura ao Senado, diz que, por duas vezes, Jatene assegurou que a vaga era sua. Na semana passada, o governador esteve no Senado e o presidenciável tucano Aécio Neves teria defendido a recandidatura de MC, com o que Jatene teria concordado e dito que iria tentar convencer Helenilson Pontes a disputar outro mandato, o que não aconteceu. 
 
Política é muito dinâmica. Na esteira dos desdobramentos, e antes da convenção do PSDB, que é só no dia 30, pode ser que o governador proponha ao senador um acordo alternativo, no sentido de apoiar sua filha, a deputada Cilene Couto, à reeleição, com vista à presidência da Alepa. A conferir.
 
No seio do DEM, há outro drama. O presidente da Alepa, deputado Márcio Miranda, e seu grupo, integrado pelo deputado Haroldo Martins, o vereador de Belém Abel Loureiro e o ex-prefeito de Castanhal Hélio Leite, são leais ao governador Simão Jatene. Mas não podem ignorar a decisão do partido em se coligar com o PMDB e o PT. Estão, por assim dizer, entre a cruz e a caldeirinha
 
Hoje, a bancada do PMDB estava rindo à toa no plenário da Alepa. E xavecando que aceita todo mundo. Lembrei que parece aquelas pias que puxam tudo o que cai nelas. O problema é que há um triturador embaixo...
 
Muito adequadamente, o jornalista professor doutor em Comunicação Gaudêncio Torquato resumiu, em uma palestra sobre marketing político, em São Paulo, outro dia: "_Estamos vendo o casamento de bode com zebra, jacaré com elefante, touro com cobra d'água. Nunca tivemos alianças tão desprovidas de sentido."
 
Fonte: Blog da Franssinete Florezanno

Biografia política do candidato a vice




Escolhido na sexta-feira, 6, para ser o vice na chapa do filho do chefe da quadrilha que assaltou os cofres da Sudam (Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia), Helder Barbalho (PMDB), o deputado federal Joaquim Lira Maia, presidente regional do DEM, detém um recorde: é o parlamentar brasileiro com mais investigações tramitando no Supremo Tribunal Federal (STF).

Nenhum parlamentar possui mais investigações contra si no Supremo do que Lira Maia (foto).
Correm contra ele 14 processos: dez inquéritos (investigações preliminares) e quatro ações penais (processos que podem resultar na condenação).
O deputado paraense é acusado em sete procedimentos de ter cometido o chamado crime de responsabilidade, infrações administrativas atreladas ao exercício da função pública. A condenação, nesses casos, pode implicar a perda do mandato.
O deputado também é suspeito de peculato (desvio de recursos públicos), crimes contra a Lei de Licitações, contra a organização do trabalho e praticados por funcionários públicos em geral, além de emprego irregular de verbas públicas.
As denúncias dizem respeito ao período em que Lira Maia foi prefeito de Santarém (PA), município localizado a 800 quilômetros de Belém, no oeste do Pará.
 
fONTE:

quarta-feira, 11 de junho de 2014

Eleições 2014: Maurino e Salame juntos!

 O ex-prefeito Maurino Magalhães (PR) e o prefeito João Salame (PROS) estarão no mesmo palanque em 2014.
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Partido da República (PR) confirmou ontem que vai apoiar a candidatura do peemedebista Helder Barbalho ao governo do Pará. Com isso, a principal chapa de oposição ao governo do Estado passará a contar com onze legendas. 
Uma das principais lideranças do PR no Estado e secretário Executivo do Ministério dos Transportes, Anivaldo Vale disse que a decisão foi tomada após analisar a conjuntura. “Neste momento, o Helder é o melhor para o Pará”, disse, afirmando que, na chapa do lado do governador, “as coisas parecem meio confusas”. 
“Há conflitos de toda ordem”, disse Vale, se referindo aos tucanos, horas depois do senador Mário Couto anunciar que irá para convenção bater chapa com o governador Simão Jatene, o que significa que haverá disputa até mesmo em torno de quem será o candidato da situação ao governo. Vale destacou também que já havia um relacionamento próximo das legendas que compõem a oposição ao atual governo no Pará. “Sempre tivemos um tratamento respeitoso”.

PARTIDO
O PR é o quarto maior partido do Pará, atrás apenas do PSDB, PMDB e PT. A legenda tem 14 prefeitos, onze vices, mais de uma centena de vereadores, além de um deputado federal (Lúcio Vale) e um deputado estadual (Júnior Hage). “A chegada do PR representa um ganho fundamental para a nossa aliança. É uma força importante, tem presença significativa no Estado e será de grande contribuição”, disse o pré-candidato Helder Barbalho.
O grupo encabeçado pelo PMDB de Helder Barbalho é a principal força da oposição ao governo do tucano Simão Jatene. Além de PMDB, PT, DEM, e do recém-chegado PR, a aliança já conta com outros sete partidos (PDT, Pros, PC do B, PHS, PSL, PTN e PPL) .
A chapa já está praticamente formada. A vaga ao Senado será disputada pelo ex-deputado Paulo Rocha, do PT. O candidato a vice virá de Santarém. Será o deputado federal Joaquim Lira Maia, do DEM. As conversas com outras legendas continuam e novos apoios podem ser anunciados ainda nesta semana. O prazo para que partidos e coligações oficializem suas chapas, em convenção, termina no próximo dia 30.
(Diário do Pará)

terça-feira, 10 de junho de 2014

Ministério da Saúde suspende repasses para quatro municípios do sudeste do Pará

Palestina do Pará, São Joao do Araguaia, Bom Jesus do Tocantins e Curionópolis

Ministério da Saúde suspendeu as transferências constitucionais para 245 municípios que não informaram seus gastos com saúde referentes ao ano de 2013.
Na lista estão 21 do Pará e 4 no sudeste do Pará.
Há municípios de todas as regiões do país, e também dos estados mais ricos, como São Paulo e Rio de Janeiro.
O percentual mínimo de aplicação em saúde por municípios é de 15%.
A suspensão passa a valer a partir de hoje (terça-feira, 10) e entre os recursos que deixarão de ser repassados estão os do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), que em muitos casos é a principal fonte de receita das cidades.
Os dados deveriam ter sido enviados primeiramente até 1º de março passado, prazo depois prorrogado para 30 de maio.
A Confederação Nacional dos Municípios (CMN) alertou seus associados para o cumprimento do prazo.
Mesmo assim 245 não o fizeram. Os dados devem ser encaminhados pelas cidades para o Sistema de Informações sobre Orçamentos Públicos em Saúde (Siops), que é um instrumento de planejamento, gestão e controle do SUS (Sistema Único de Saúde).
Para voltar a receber as transferências, os municípios precisam regularizar suas situações.a

(Fonte: Blog Hiroshi Bogea )

UNIFESSPA CONVOCA APROVADOS

AOS CANDIDATOS APROVADOS NO CONCURSO PARA TÉCNICO-ADMINISTRATIVOS EM EDUCAÇÃO EDITAL Nº 02/2014
A Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoal INFORMA aos candidatos abaixo relacionados que as Portarias de Nomeação foram publicadas no Diário Oficial da União do dia 10.06.2014 e os CONVOCA a comparecerem na Diretoria de Gestão de Pessoal/Unifesspa, localizada no 1º. Andar do Prédio Administrativo do Campus I, sito a Folha 31, Quadra 07, Lote Especial – Nova Marabá – Telefone (94) 2101-7103 ou na Coordenadoria de Seleção e Admissão – CSA/UFPA, localizada no 1º andar, do prédio da Reitoria da UFPA – Telefone (91) 3201-8037 a fim de obterem orientações para a Posse no Cargo.
Confira o edital na íntegra através do link abaixo:
Edital n.º 02/2014 - Convocação de Candidatos aprovados no concurso para Técnico-Administrativo em Educação

O futuro de Cauã

 
-Uma reflexão as margens da Ferrovia Ferro Carajás-

Estamos acostumados a escutar estórias em roda de amigos, em prosas que referem-se ao dia a dia de nossas comunidades, cidades, regiões. Penso que deve ser assim em qualquer parte do pais e do mundo, pois mesmo com internet - e suas inumeráveis ferramentas e aplicativos - homens e mulheres ainda utilizam as rodas de conversa pra trocar ideias, protestar, planejar, reclamar ou ainda alimentarem-se de sonhos de que a intervenção humana pode alterar as coisas...para melhor.

Nesses dias, onde as reuniões partidárias já não movimentam nenhuma nobre causa à qual possamos dedicar um gota qualquer de sacrifício, e os monólogos intermináveis causam sono e irritação, Chicão fez ressuscitar a minha já moribunda fé na dimensão humana. Com sua fala marcada por uma indignação frente a tudo que é injusto, ele descreveu que quando passava por uma das pequenas cidades por onde cruzam os trens da Vale, sua filha, ao ver meninos trepados aos bandos nos trem, a vender bugigangas, lembrou de um outro menino, aparentado seu...e quis chorar...

Chicão disse que perguntou a filha porquê de tal comoção. Ela disse: Será que esse vai ser o futuro de Cauã? O dê  - como aqueles meninos - ter como marca da infância a disputa da sobrevivência vendendo amendoim, “geladin” ou um “bandeco” as beiras da ferrovia?

Já não lembro qual fora a resposta do pai, assim como não sei nome da cidadezinha descrita por ele. Mas sei quantas cidadezinhas se parecem com aquela, localizadas no entorno da Ferrovia Ferro Carajás. Não conheço Cauã, mas minha memória não esquece das centenas e centenas de rostos que poderiam ser de Cauã, subindo e descendo dos trens ao longo da ferrovia que liga as minas da Serras de Carajás ao porto de São Luiz do Maranhão.

Nada mais indignante pode ser visto a olho nu, em pleno século XXI, as margens da ferrovia que alimenta com fabulas bilionárias a maior empresa mineral do País. É só olhar pelas janela do trem. Quantas escolas, posto de saúde, praças, podem ser vistas...quantas casas construídas com algum nível de conforto...quantos sorrisos - quando há - que expressem dentição completa. Quantas mulheres com expressão que não seja a do sofrimento e mesmo de uma certa quantidade de vergonha, por estarem na parte de fora de um trem que leva riqueza para poucos e socializa miséria e pobreza para muitos.

O Maranhão que conheço, padece - assim como seu estado irmão, o Pará - de umas das mais brutais e odiosas formas de saque de suas riquezas minerais. Padece da mais desumana forma de espoliação dos tempos modernos. Os indicadores sempre marcados por recordes de produtividade e lucros da Vale, se cruzam com os piores indicadores de desenvolvimento humano. Basta ver desde os números do IBGE aos registro de óbitos de qualquer cemitério de Imperatriz, Marabá ou Parauapebas.

A Vale - mega empresa minerária que a 30 anos, se estabeleceu como senhora de todas as riquezas dessas terras - gasta mais em publicidade arrotando sustentabilidade ambiental e social, do que com o mínimo de formas compensatórias que tire do obscurantismo e da pobreza milhões de patrícios nossos. Irmãos da mesma classe condenados a miséria social, pena secular a que estão submetidas pela “sagrada aliança” entre interesses das transnacionais e as oligarquias atrasadas e reacionárias do campo que, desde o tempo das capitanias hereditárias, oprimem nosso povo e criam obstáculos para o despertar da Nação.


E me vem à mente balaios e cabanos de outrora. Quanta dignidade e rebeldia sepultadas. Quanto futuro enterrado sob destroços dos bombardeios do senhores da terra, dos senhores da guerra, dos senhores da hipocrisia que espalham-se por outdoors e cartazes num riso cínico e amarelo, para dizer que na esteira das ferrovias virá o progresso e a salvação dos “miseráveis, bárbaros e selvagens” que não conhecem nada e nada tem, a não ser o futuro com cara da opressão de passado colonial. O futuro que não queremos.


 Quem sabe se nosso futuro não seja justamente a de nosso passado anticolonial, como um balaio diverso de possibilidades entre as cabanas que margeiam as laterais da estrada de ferro, que liga a montanha que se desfaz é o mar. Mar que sempre nós leva riquezas e que jamais nos trouxe sinal algum de emancipação.

Qual o futuro de Cauã? Espero que o da estória de Chicão tenha um destino que fuja a regra, porque sei que para os de milhares de Cauãs, será a secular condenação à exclusão. Cauã não terá escola de qualidade. Não terá assistência médica. Não terá acesso a emprego nem renda. Nem direito a habitação digna. Será aquele que não terá o direito de atravessar os trilhos para outro rumo que não seja aquele já definidos pelos ricos. Ou ainda seguir aquele caminho, dos tantos, que levam para o lado de dentro do Presidio de Pedrinhas...porque lá estão os bandidos pobres que vieram de todas as vias que chegam a capital. Lá onde não estão os ladrões ricos, porque estes estão nos assentos de Governo, por trás das togas do judiciário e sob os paletós engravatados dos parlamentares que roubam milhões do dinheiro público, e por isso matam, a sangue frio, o futuro de crianças parecidas com Cauã.

Mas minha já ressuscitada fé na humanidade, me faz crer, que nas trilhas que levam nossas riquezas para outros cantos do planeta, há de nascer resistência e consciência, que se levante com cara de quilombola, índio, camponês operário, estudante, Sem Terra, mulher, homem...armados ou não, para a redenção de séculos de dominação e opressão.
Monção se levanta…o trem passa outra vez. Já sei contar quantos.
Amanhã Cauã não vai correr rumo ao trem.
Palmares/Parauapebas,13 de maio de 2014
J.Neri

sábado, 7 de junho de 2014

ELEIÇÕES 2014: PT E DEM juntos!

Em entrevista concedida a imprensa de Santarém na manhã de hoje, 06, o deputado federal Joaquim de Lira Maia (DEM) confirmou a pré-candidatura como vice-governador do Pará na chapa encabeçada pelo PMDB. Helder Barbalho e Lira Maia vão encabeçar a coligação do PMDB e DEM na eleição relacionada ao Estado do Pará, que acontece no dia 05 de outubro próximo.
 
“Este é um período fértil das lideranças políticas conversarem. Eu, na condição de deputado federal e de presidente do Democratas no Pará, participo desse processo conversando quais são os caminhos e os rumos. Reunimos com os nossos grupos aliados e com os nossos colegas e conversamos com adversários pra ver qual o momento e o rumo que vamos seguir”, disse Maia.
 
De acordo com ele, o Pará terá cerca de três ou quatro candidatos a governador e, que o PSDB deverá encabeçar uma chapa própria. Já os outros partidos não devem ter pré-candidatos, por conta da Justiça Eleitoral não permitir que se façam os acertos antes das convenções deste mês de junho.
 
“Nesse ano vamos participar de um projeto diferente daquele que o partido tem feito nas últimas eleições. Vamos participar com o PMDB, encabeçado pelo Helder Barbalho, que já tem oito partidos aliados, inclusive o PT”, revela.
 
Maia garante que o PT quer ter um candidato a senador e já está praticamente acertado com o Paulo Rocha. “Então a coligação será formada pelo PMDB, DEM, PT e outros partidos. Nas convenções partidárias que acontecerão ainda neste mês, isso tudo será consolidado”, afirma.
 
fonte: Portal Muiraquitan

sexta-feira, 6 de junho de 2014

Fechamento dos supermercados

Acordo de fechamento dos supermercados às 14 horas de domingos e feriados foi proposto pelo sindicato patronal

A partir do próximo domingo, os supermercados de Belém e zona metropolitana vão fechar as portas às 14h, seguindo uma tendência nacional das grandes redes supermercadistas, segundo informa o diretor do sindicato patronal, Jorge Portugal. A medida vale também para os feriados. Apenas o Supermercado Líder, de cuja rede teria partido a idéia, ainda não aderiu ao acordo fechado entre o Sindespa e o SINTCVAPA, que representa os trabalhadores e é associado à UGT Pará ainda não tomou sua decisão, que ficou de ser tomada na tarde de hoje.
O presidente do SINTCVAPA, diretor da UGT e da FETRACOM-PA/AP, Antonio Caetano de Souza, explica que o Supermercado Líder tem acordo coletivo independente, porém, que a tendência é seguir os concorrentes, haja vista que a medida partiu do Sindespa e não do sindicato dos trabalhadores.
Caetano disse que as redes supermercadistas também fecharão as portas nos dias dos jogos do Brasil, durante a Copa do Mundo, uma hora antes do jogo e não voltarão a abrir as portas nesse dia, o que é uma vitória da categoria dos trabalhadores que vinha negociando com os patrões desde o começo da campanha salarial 2014, em janeiro deste ano.
Ele também enfatiza que o fato de algum supermercado ameaçar com demissão em massa por causa do fechamento dos estabelecimentos nos domingos e feriados não tem nada a ver com as propostas do SINTCVAPA, uma vez que, como mesmo diz Jorge Portugal, as redes paraenses estão seguindo uma tendência nacional, apesar de que, no Pará, os trabalhadores estão à frente, pois conseguiram a redução da jornada de trabalho de 44 para 42 horas.
De acordo com o sindicalista, a tendência é também o fechamento dos supermercados que funcionam no regime 24 horas, o que diminuirá a jornada de trabalho em mais de 8 horas, mas proporcionará mais segurança aos trabalhadores, à população e às próprias redes supermercadistas paraenses, além de economia na conta de energia e na melhora de qualidade de vida do pessoal.

Carta Aberta à CAPES


Em defesa da liberdade acadêmica e das Ciências Humanas e Sociais

Frente ao ocorrido no Edital Procad 071/2013, da CAPES – a subscrição pela CAPES de um parecer de mérito sem substância, preconceituoso e ideológico, amplamente denunciado pelos pesquisadores da UnB, UERJ e UFRN da área de Serviço Social atingidos –, e ao baixíssimo número de projetos das Ciências Humanas e Sociais aprovados, os abaixo-assinados, grupos de pesquisa, pesquisadores individuais, instituições universitárias, associações científicas e da sociedade civil, extremamente preocupados com os rumos da pesquisa social no Brasil, vimos por meio deste manifestar nossa posição. Ao final, apresentamos algumas reivindicações:
1- É inaceitável que uma agência pública do Estado democrático e republicano brasileiro subscreva pareceres ideológicos, tendenciosos, superficiais e inconsistentes, que se fundamentem no questionamento da opção teórica metodológica adotada em projetos de pesquisa, sem nenhum fundamento plausível, o que expressa uma visível prática ideológica;
2- O patrulhamento ideológico não é somente contra o marxismo, mas, também contra a dialética, um saber que, como disse Hegel, vagou por dois mil anos e foi reconstruído na Filosofia Moderna. A maioria dos projetos sobre dialética são renegados, ainda que não se refiram diretamente ao marxismo. Fato este que deveria envergonhar, pela ignorância e pelo preconceito, os pareceristas da CAPES e de outras entidades de pesquisa fomentadas pelo Estado.
3- Uma agência pública que tem por missão coordenar o aperfeiçoamento da pós-graduação e da produção de conhecimento no Brasil tem a obrigação e responsabilidade de reconhecer a ciência e a produção científica das diversas áreas de conhecimento e das diferentes abordagens metodológicas utilizadas, sem preconceito, ou cerceamento ideológico, reconhecendo a pluralidade de ideias e métodos como um requisito para a liberdade e igualdade, assegurados pela Constituição Federal;
4- A abordagem teórico-metodológica fundada na tradição marxista, no campo das ciências humanas e sociais, e adotada, ontem, por importantes pensadores brasileiros e, hoje, por inúmeros pesquisadores, grupos de pesquisa e presente nos projetos pedagógicos de importantes cursos de graduação e pós-graduação, deve ser respeitada e não ser objeto de cerceamento ideológico. Impõe-se reconhecer que a liberdade de expressão, de pensamento e decisão teórico-metodológica na atividade de pesquisa são conquistas democráticas fundamentais da vida social e acadêmica no Brasil contemporâneo, a não ser que estejamos retornando ao obscurantismo de 50 anos atrás. A CAPES, e nenhuma agência de fomento, tem o direito de selecionar projetos com base em argumentos ideológicos. Isso fere totalmente a isonomia, a liberdade de expressão e de opção teórica, metodológica e política asseguradas constitucionalmente. Estas são conquistas caras e recentes em nosso país e muitas gerações foram torturadas ou morreram lutando contra a ditadura, com suas queimas de livros e perseguição de pessoas, para assegurar o livre direito de pensar, de se manifestar e de fazer escolhas teórico-metodológicas e políticas.
5- Cerca de 90% dos projetos aprovados no Edital Procad 071/2013 são das ciências exatas e biomédicas, o que parece uma clara e injustificável discriminação institucional contra as áreas de conhecimento no campo das ciências humanas e sociais,
Considerando essas reflexões, inquietações e fatos objetivos, reivindicamos: reunião com a direção da CAPES, em caráter de urgência, para debater este problema e suas conseqüências institucionais, dentre as quais a pertinência do anonimato dos pareceres e a necessidade de bancas públicas, e que o Projeto “Crise do capital e fundo público: implicações para o trabalho, os direitos e as políticas sociais”, seja reavaliado com base no Edital, respeitando-se os critérios de isonomia e legalidade.
Assinam esta Carta:
Equipe do Projeto “Projeto Crise do capital e fundo público: implicações para o trabalho, os direitos e as políticas sociais”
Universidade de Brasília - Proponente
Ivanete Salete Boschetti - Coordenadora
Evilásio da Silva Salvador
Rosa Helena Stein
Sandra Oliveira Teixeira
Maria Lúcia Lopes da Silva
Universidade do Estado do Rio de Janeiro – Participante
Elaine Rossetti Behring – Coordenadora
Marilda Vilella Iamamoto
Maria Inês Souza Bravo
Maurílio de Castro Matos
Mariela Becher
Tainá de Souza Conceição
Juliana Cislaghi Fiúza
Universidade Federal do Rio Grande do Norte – Participante
Rita de Lourdes de Lima – Coordenadora
Silvana Mara de Morais dos Santos
Andreia Lima da Silva
Maria Célia Correia Nicolau
Severina Garcia de Araujo
Ilka de Lima Souza
Miriam de Oliveira Inacio
Grupos e Núcleos de Pesquisa
Cemarx/Unicamp
Centro de Estudos Octávio Ianni – CEOI/UERJ
Grupo de Estudos Antonio Gramsci – UFGD
Grupo de Estudos e Pesquisa sobre Gênero, Política Social e Serviços Sociais – GENPOSS/UnB
Grupo de Estudos e Pesquisas do Orçamento Público e da Seguridade Social – GOPSS/UERJ
Grupo de Estudos e Pesquisas MarxLutte – UEM
Grupo de Estudos e Pesquisas sobre Seguridade Social e Trabalho /GESST
Grupo de Estudos e Pesquisas Trabalho, Ética e Direitos – GEPTED/UFRN
Grupo de Estudos Marxistas – GEPM/UFRB
Grupo de Estudos Marxistas em Educação da Universidades de Santa Cruz – BA
Grupo de Pesquisa “Filosofia, História e Teoria Social”- Unifal/MG
Grupo de Pesquisa “Implicações Metodológicasda teoria Histórico-Cultural”- UNESP/Marília
Grupo de Pesquisas sobre Poder Local, Políticas Urbanas e Serviço Social – LOCUSS/UnB
Grupo de Trabalho Marx – Anpof
Grupo de Trabalho Marxismo e Ciências Sociais – Anpocs
Grupo LEPEL/UFBA
NIEP/MARX/UFF
Núcleo de Estudos e Pesquisas sobre Teoria Social, Trabalho e Serviço Social – NUTSS/UnB
Núcleo de Estudos Agrários, Desenvolvimento e Segurança Alimentar – NEAD/UnB
Associações Científicas e Revistas
Associação Brasileira de Educadores Marxistas – ABEM
Associação Brasileira de Ensino e Pesquisa em Serviço Social – ABEPSS
Instituto Caio Prado Jr.
Revista Novos Temas

Greve atinge 18 Unidades Estaduais e cerca de 22% dos servidores, diz IBGE

Sindicato, no entanto, estima que em torno de 70% aderiram à paralisação. Coordenador não descartou efeito da greve nos resultados das pesquisas


O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística afirmou, na tarde desta terça-feira (3), que a paralisação dos servidores continua parcial e atingiu 18 Unidades Estaduais, além das Unidades da Sede, Parada de Lucas, Canabarro e Chile, situadas no Rio de Janeiro. De acordo com o órgão, a adesão foi de cerca de 22% dos trabalhadores, em todo o país. O sindicato, no entanto, estima que entre 65% a 70% dos servidores aderiram à greve.
Segundo o IBGE, a adesão ocorreu nos estados de Alagoas, Amapá, Amazonas, Paraíba, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo, Bahia, Acre, Espírito Santo, Mato Grosso do Sul, Goiás, Maranhão, Pará, e Distrito Federal. No entanto, o calendário de divulgação está mantido, afirmou o órgão.
Segundo a diretora-executiva do Sindicato Nacional dos Trabalhadores em Fundações Públicas Federais de Geografia e Estatística (ASSIBGE-SN), Ana Magni, na tarde desta terça, uma unidade no estado de Pernambuco decidiu pela adesão à greve. "A greve se fortalece a cada dia. Pernambuco é um estado importante", afirmou.

G1 (fonte)

segunda-feira, 2 de junho de 2014

Semana do Meio Ambiente começa com formação de agentes multiplicadores em escola

Na manhã desta segunda-feira (2), na Sala de Informática da Escola Estadual Dr. Geraldo Veloso, a Secretaria Municipal de Meio Ambiente – SEMMA, deu início à Semana do Meio Ambiente, visando geração de multiplicadores de uma consciência ambiental na escola. O curso que prossegue amanhã (3), será complementado com práticas ecológicas até quinta-feira, com uma trilha no Parque Zoobotânico de Marabá e limpeza das margens dos rios Tocantins e Itacaiúnas.
De acordo com o secretário municipal de Meio Ambiente, Carlos Vinícius Brito, na questão ambiental não é apenas a floresta que carece de proteção; mas também a cidade, que precisa de cuidados especiais com os resíduos contaminantes como lixo, queimadas urbanas, para manutenção de um espaço saudável, livre de poluição.
Veja a programação a partir de quarta-feira:
Dia 04 – das 8h às 12h – Trilha Ecológica no Parque Zoobotânico de Marabá;
Dia 05 – das 8h às 12h – Limpeza na orla dos rios Tocantins e Itacaiúnas;
Dia 06 – das 7h30 às 17h – No auditório da Câmara Municipal de Marabá – 6º Fórum Municipal de Meio Ambiente – com o tema: “Educação Ambiental: seu significado e sua prática”.
O Fórum, que inicia com substancioso café da manhã, será seguido de uma sessão solene de abertura e composição da mesa diretora. Palestrantes de renome discorrerão sobre temas variados, como Sustentabilidade no Mundo Moderno; Práticas de Consumo que influenciam no Meio Ambiente; Educação Ambiental e o Exercício de Cidadania; e A Importância de Preservar.
ASCOM - PMM

Servidores da Emater: 25 de cooperativa

No próximo dia 05, a Coopemater, Cooperativa dos Servidores da Emater - Pará, será homenageada em sessão especial na Assembleia Legislativa. A cerimônia será para celebrar os 25 anos da cooperativa que conta atualmente com 850 cooperados. O deputado que é especialista em cooperativismo e atualmente presidente da Frente Parlamentar de Apoio ao Cooperativismo (Frencoop), também já presidiu a Emater Pará, no ano de 2010. Durante o evento, também será celebrado os 20 anos da Sicoob Coesa - Pará. Cerca de 500 cooperados de várias regiões do Pará estão sendo esperados.

Rede de Estudos Rurais

Devido aos inúmeros pedidos de ampliação de prazo para submissão de
 artigos ao VI Encontro da Rede de Estudos Rurais, a Comissão Organizadora
decidiu prorrogar impreterivelmente o prazo de submissão até o dia 8 de
junho de 2014.