terça-feira, 29 de julho de 2008

SUICÍDIO ELEITORAL

O PSDB se suicídou em Marabá, com a coligação com o PSC na proporcional, e vários cálculos feitos os candidatos Bibi e Elza Miranda não vão mais concorrer a de vereador.

Bibi, segundo uma fonte está uma arara para não dizer "tucano" como o empresário e presidente do partido. A raiva seria a coligação com o PSC que tem 16 candidatos, mas que nos cálculos nao fazem mil votos. om isso Bibi prefere continuar na Colonia Z-30 do que arriscar uma vaga, que sria praticamente impossivel.

Já Elza Miranda usa a desculpaa de cuidar do marido qeu anda muito enfermo, mas também não fará campanha, pois perder para vereadora é mais vergonhoso do que perder a disputa para deputada.

segunda-feira, 28 de julho de 2008

Governo de Ana "Barbalho" segundo Charles Alcantara

... O governo é confuso e inconstante em suas relações políticas e embaralha os espaços de decisões governamentais e partidárias.
Ora ameaça romper a aliança que lhe assegurou a vitória eleitoral, ora reconcilia-se e faz juras de amor; ora insinua que vai romper com PMDB, supostamente para afirmar que o governo é de esquerda, ora convida PV (Zé Carlos e Gabriel Guerreiro) e PP (Gerson Peres) para participarem do governo; ora incrementa a participação do Diário do Pará nas contas de publicidade oficial, ora tenta selar acordos com os donos de O Liberal, em encontros tão secretos quanto o encontro do jogador Ronaldo com travestis, no Rio; ora declara apoio à reeleição de Helder, em Ananindeua, ora corteja Pioneiro (tucano); ora faz movimentos em favor da indicação de Anivaldo a vice de Duciomar, ora investe para que este aceite Raul Meireles como vice; ora afirma-se intransigentemente de esquerda, ora convida Zeca Pirão PP (Malufista) para ser o vice de Mário Cardoso, já no primeiro turno.
A lista é tão extensa quanto é patente a vocação do núcleo dirigente do governo para produzir crises.

VALE APENA INFORMAR...

...O QUE NÃO VALE É DESINFORMAR E ESCONDER A VERDADE.

SEGUE TEXTO DE LUCIO FLAVIO PINTO

O Ministério Público do Trabalho de Marabá deverá ajuizar uma ação civil pública para apurar o acidente que matou um trabalhador na mina de Carajás, em Parauapebas, no sul do Pará, há um ano. Entre 3 e 4 horas da madrugada de 28 de julho de 2007 o auxiliar de serviços Thiago Santos Cardozo, de 20 anos, foi esmagado por um caminhão de 140 toneladas, que operava na jazida N4 Norte, onde a Companhia Vale do Rio Doce produz minério de ferro.O inquérito instaurado já está em fase de conclusão e fornecerá os elementos para o Ministério Público propor a ação na justiça. A demora deve-se ao reduzido número de procuradores, atualmente três, atuando numa área com demanda explosiva. Há também uma resolução do Conselho Superior do Ministério Público do Trabalho que recomenda a conversão de todas as representações e procedimentos preparatórios antigos em inquérito civil, arquivando-os ou ajuizando a ação devida, de acordo com o que for apurado na análise.Um dos pontos principais em relação a Carajás é a excessiva terceirização das atividades na mineração, que tem dado causa a acidentes e reclamações dos trabalhadores. Há mais dois acidentes com mortes em Carajás que o MPT de Marabá está apurando. Duas varas da justiça trabalhista já foram instaladas em Parauapebas, mas as reclamações contra as condições de trabalho em Carajás, que já passaram de oito mil, sobrecarregam a tramitação dos processos. Das 23 mil empregadas na produção de minério em Carajás, apenas 10% são contratadas pela Vale. A empreitada e subempreitada se disseminaram tanto que possibilitam acidentes, como o que vitimou Thiago Cardoso, um raro nativo de Marabá, a mais importante cidade na área de influência de Carajás.Ele estava na hora errada, no lugar errado, numa relação de emprego errada e o caminhão que o esmagou procedia erradamente ao não contar com câmera e luz traseira. Essa é uma realidade que enodoa uma das maiores minas de ferro do planeta e sua proprietária globalizada. Mas parece-se mais a um cenário de dois séculos atrás em matéria de relação trabalhista.

Eleições 2008

Dos Bastidores para Rua

-Segundo Wilson Texeira das três primeiras tentativas de se fazer comício a candidata do PT não obteve êxito em nemhuma.
-João Salame PPS colou em Tião Miranda nas fotos e nas ruas, o problema é que não decola mesmo.Não basta apenas colar, tem que decolar!!!
-Já o candidato da demagogia colou o "bonde" na rua, a campanha azulada e de apelo popular tras como slogam "tá na na mão do povo", que povo???
-Enquanto isso Asdrubal PMDB tem o jingle com o mesmo slogam e nome da coligação do Tião. Marabá não pode parar!! Se já tá parado!!!

sábado, 26 de julho de 2008

GOVERNO ANA "BARBALHO": Cai mais um!!

Apenas mais um!!!

Tomamos conhecimento da exoneração de Manoel Aroucha, advogado e militante do PT, que exerceu, no início do atual governo, o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Transporte – SETRAN e, em seguida, o de diretor de planejamento do mesmo órgão estadual.

Intitulada “A despedida de um sonho” e dirigida à governadora Ana Júlia e ao secretário Valdir Ganzer, a carta diz muito mais nas entrelinhas do que nas linhas bem escritas.

Este é o governo dos pedidos de exonerações, e olha que ainda não estamos nem na metade do desastroso govenro do PT/PMDB.

SÉRIE ESPECIAL: Uma boa leitura!!!

A indústria cultural: o esclarecimento como mistificação das massas

Adorno e Horkheimer



Na opinião dos sociólogos, a perda do apoio que a religião objetiva fornecia, a dissolução dos últimos resíduos pré-capitalistas, a diferenciação técnica e social e a extrema especialização levaram a um caos cultural. Ora, essa opinião encontra a cada dia um novo desmentido. Pois a cultura contemporânea confere a tudo um ar de semelhança. O cinema, o rádio e as revistas constituem um sistema. Cada setor é coerente em si mesmo e todos o são em conjunto. Até mesmo as manifestações estéticas de tendências políticas opostas entoam o mesmo louvor do ritmo de aço. Os decorativos prédios administrativos e os centros de exposição industrial mal se distinguem nos países autoritários e nos demais países. Os edifícios monumentais e luminosos que se elevam por toda a parte são os sinais exteriores do engenhoso planejamento das corporações internacionais, para o qual já se precipitava a livre iniciativa dos empresários, cujos monumentos são os sombrios prédios residenciais e comerciais de nossas desoladoras cidades. Os prédios mais antigos em torno dos centros urbanos feitos de concreto já parecem slums [cortiços] e os novos bungalows na periferia da cidade já proclamam, como as frágeis construções das feiras internacionais, o louvor do progresso técnico e convidam a descartá-los como latas de conserva após um breve período de uso. Mas os projetos de urbanização que, em pequenos apartamentos higiênicos, destinam-se a perpetuar o indivíduo como se ele fosse independente, submetem-no ainda mais profundamente a seu adversário, o poder absoluto do capital. Do mesmo modo que os moradores são enviados para os centros, como produtores e consumidores, em busca de trabalho e diversão, assim também as células habitacionais cristalizam-se em complexos densos e bem organizados. A unidade evidente do macrocosmo e do microcosmo demonstra para os homens o modelo de sua cultura: a falsa identidade do universal e do particular. Sob o poder do monopólio, toda cultura de massas é idêntica, e seu esqueleto, a ossatura conceitual fabricada por aquele, começa a se delinear. Os dirigentes não estão mais sequer muito interessados em encobri-lo, seu poder se fortalece quanto mais brutalmente ele se confessa de público. O cinema e o rádio não precisam mais se apresentar como arte. A verdade de que não passam de um negócio, eles a utilizam como uma ideologia destinada a legitimar o lixo que propositalmente produzem. Eles se definem a si mesmos como indústrias, e as cifras publicadas dos rendimentos de seus diretores gerais suprimem toda dúvida quanto à necessidade social de seus produtos.

Os interessados inclinam-se a dar uma explicação tecnológica da indústria cultural. O fato de que milhões de pessoas participam dessa indústria imporia métodos de reprodução que, por sua vez, tornam inevitável a disseminação de bens padronizados para a satisfação de necessidades iguais. O contraste técnico entre poucos centros de produção e uma recepção dispersa condicionaria a organização e o planejamento pela direção. Os padrões teriam resultado originariamente das necessidades dos consumidores: eis porque são aceitos sem resistência. De fato, o que explica é o círculo da manipulação e da necessidade retroativa., no qual a unidade do sistema se torna cada vez mais coesa. O que não se diz é que o terreno no qual a técnica conquista seu poder sobre a sociedade é o poder que os economicamente mais fortes exercem sobre a sociedade. A racionalidade técnica hoje é a racionalidade da própria dominação. Ela é o caráter compulsivo da sociedade alienada de si mesma. Os automóveis, as bombas e o cinema mantêm coeso o todo e chega o momento em que seu elemento nivelador mostra sua força na própria injustiça à qual servia. Por enquanto, a técnica da indústria cultural levou apenas à padronização e à produção em série, sacrificando o que fazia a diferença entre a lógica da obra e a do sistema social. Isso, porém, nãoi deve ser atribuído a nenhuma lei evolutiva da técnica enquanto tal, mas à sua função na economia atual. A necessidade que talvez pudesse escapar ao controle central já é recalcada pelo controle da consciência individual. A passagem do telefone ao rádio separou claramente os papéis. Liberal, o telefone permitia que os participantes ainda desempenhassem o papel do sujeito. Democrático, o rádio transforma-os a todos igualmente em ouvintes, para entregá-los autoritariamente aos programas, iguais uns aos outros, das diferentes estações. Não se desenvolveu nenhum dispositivo de réplica e as emissões privadas são submetidas ao controle. Elas limitam-se ao domínio apócrifo dos “amadores”, que ainda por cima são organizados de cima para baixo. No quadro da rádio oficial, porém, todo traço de espontaneidade no público é dirigido e absorvido, numa seleção profissional, por caçadores de talentos, competições diante do microfone e toda espécie de programas patrocinados. Os talentos já pertencem à indústria muito antes de serem apresentados por ela: de outro modo não se integrariam tão fervorosamente. A atitude do público que, pretensamente e de fato, favorece o sitema da indústria cultural é uma parte do sistema, não sua desculpa. Quando um ramo artístico segue a mesma receita usada por outro muito afastado dele quanto aos recursos e ao conteúdo; quando, finalmente, os conflitos dramáticos das novelas radiofônicas tornam-se o exemplo pedagógico para a solução de dificuldades técnicas, que, à maneira do jam [improvisação jazzística], são dominadas do mesmo modo que nos pontos culminantes da vida jazzística; ou quando a “adaptação” deturpadora de um movimento de Beethoven se efetua do mesmo modo que a adaptação de um romance de Tolstoi pelo cinema, o recurso aos desejos espontâneos do público torna-se uma desculpa esfarrapada. Uma explicação que se aproxima mais da realidade é a explicação a partir do peso específico do aparelho técnico e do pessoal, que devem todavia ser compreendidos, em seus menores detalhes, como partes do mecanismo econômico de seleção. Acresce a isso o acordo, ou pelo menos a determinação comum dos poderosos executivos, de nada produzir ou deixar passar que não corresponda a suas tabelas, à idéia que fazem dos consumidores e, sobretudo, que não se assemelha a eles próprios.

Se, em nossa época, a tendência social objetiva se encarna nas obscuras intenções subjetivas dos diretores gerais, estas são basicamente as dos setores mais poderosos da indústria: aço, petróleo, eletricidade, química. Comparados a esses, os monopólios culturais são fracos e dependentes. Eles têm que se apressar em dar razão aos verdadeiros donos do poder, para que sua esfera na sociedade de massas ─ esfera essa que produz um tipo específico de mercadoria que ainda tem muito a ver com o liberalismo bonachão e os intelectuais judeus ─ não seja submetida a uma série de expurgos. A dependência em que se encontra a mais poderosa sociedade radiofônica em face da indústria elétrica, ou a do cinema relativamente aos bancos, caracteriza a esfera inteira, cujos setores individuais por sua vez se interpenetram numa confusa trama econômica. Tudo está tão estreitamente justaposto que a concentração do espírito atinge um volume tal que lhe permite passar por cima da linha demarcatória entre as diferentes firmas e setores técnicos. A unidade implacável da indústria atesta a unidade em formação da política. As distinções enfáticas que se fazem entre os filmes das categorias A e B, ou entre as histórias publicadas em revistas de diferentes preços, têm menos a ver com seu conteúdo do que com sua utilidade para a classificação, organização e computação estatística dos consumidores. Para todos algo está previsto; para que ninguém escape, as distinções são acentuadas e difundidas. O fornecimento ao público de uma hierarquia de qualidade serve apenas para uma quantificação mais completa. Cada qual deve se comportar, como que espontaneamente, em conformidade com seu level [nível], previamente caracterizado por certos sinais, e escolher a categoria dos produtos de massa fabricado para seu tipo. Reduzidos a um simples material estatístico, os consumidores são distribuídos nos mapas dos institutos de pesquisa (que não se distinguem mais dos de propaganda) em grupos de rendimentos assinalados por zonas vermelhas, verdes e azuis.

O esquematismo do procedimento mostra-se no fato de que os produtos mecanicamente diferenciados acabam por se revelar sempre como a mesma coisa. A diferença entre a série Chrysler e a série General Motors é no fundo uma distinção ilusória, como já sabe toda criança interessada em modelos de automóveis. As vantagens e desvantagens que os conhecedores discutem servem apenas para perpetuar a ilusão da concorrência e da possibilidade de escolha. O mesmo se passa com as produções de Warner Brothers e da Metro Goldwyn Mayer. Até mesmo as diferenças entre os modelos mais caros e mais baratos da mesma firma se reduzem cada vez mais: nos automóveis, elas se reduzem ao número de cilindros, capacidade, novidade dos gadgets [acessórios], nos filmes ao número de estrelas, á exuberância da técnica, do trabalho e do equipamento, e ao emprego de fórmulas psicológicas mais recentes. O critério unitário de valor consiste na dosagem da conspicuous production [produção ostensiva], do investimento ostensivo. Os valores orçamentários da indústria cultural nada têm a ver com os valores objetivos, com o sentido dos produtos. Os próprios meios técnicos tendem cada vez mais a se uniformizar. A televisão visa uma síntese do rádio e do cinema, que é retardada enquanto os interessados não se põem de acordo, mas cujas possibilidades ilimitadas prometem aumentar o empobrecimento dos materiais estéticos a tal ponto que a identidade mal disfarçada dos produtos da indústria cultural pode vir a triunfar abertamente já amanhã ─ numa realização escarninha do sonho wagneriano da obra de arte total. A harmonização da palavra, da imagem e da música logra um êxito ainda mais perfeito do que no Tristão, porque os elementos sensíveis ─ que registram sem protestos, todos eles, a superfície da realidade social ─ são em princípio produzidos pelo mesmo processo técnico e exprimem sua unidade como seu verdadeiro conteúdo. Esse processo de elaboração integra todos os elementos da produção, desde a concepção do romance (que já tinha um olho voltado para o cinema) até o último efeito sonoro. Ele é o triunfo do capital investido. Gravar sua onipotência no coração dos esbulhados que se tornaram candidatos a jobs [empregos] como a onipotência de seu senhor, eis aí o que constitui o sentido de todos os filmes, não importa o plot [enredo] escolhido em cada caso pela direção de produção.

[ADORNO, Theodor W.; HORKHEIMER, Max. Dialética do esclarecimento: fragmentos filosóficos. Tradução de Guido Antonio de Almeida. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 1985, p. 113-117]

Theodor Wiesengrund Adorno (1903-1969) e Max Horkheimer (1895-1973) foram expoentes do marxismo da chamada Escola de Frankfurt, em torno da qual gravitaram Walter Benjamin, Herbert Marcuse e Erich Fromm, entre outros intelectuais alemães antifascistas.

Propaganda irregular

Percorrendo as ruas de Marabá ja se pode observar várias propagandas iregulares, todas devem ser questionadas na semana que vem pelo PSOL, que entrará mais uma vez com pedido de retirada imediatamente junto ao TRE.

São muros de empresas comerciais, fachadas de comercios,pinturas fora do padrao adequado pela legislação eleitoral, carro de som com volume acima dos decibéis permitido e por ai vai.

sexta-feira, 25 de julho de 2008

MST ocupa fazenda de Daniel Dantas no Pará

Cerca de mil integrantes do movimento ocupam propriedade em 'protesto' contra a corrupção do banqueiro

A fazenda Maria Bonita, localizada em Eldorado dos Carajás, no sul do Pará, foi ocupada na manhã desta sexta-feira, 25, por cerca de mil agricultores ligados ao Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST). A propriedade pertence ao banqueiro Daniel Dantas, preso duas vezes há quinze dias pela Polícia Federal e solto por habeas-corpus concedido pelo presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Gilmar Mendes.

A fazenda pertencia ao pecuarista paraense Benedito Mutran Filho, que vendeu ao grupo de Dantas também as fazendas Cedro e Espírito Santo. Juntas, as três fazendas possuem mais de 100 mil cabeças de gado.

Segundo o coordenador estadual do MST, Charles Trocate, a invasão foi um "protesto contra a corrupção do grupo desse banqueiro na região". A Polícia Militar foi chamada por um gerente da fazenda, mas disse que só por intermédio de ação de reintegração de posse poderá retirar os invasores.

Com foices e enxadas, os invasores começaram a armar suas barracas dentro da fazenda, avisando que pretendem permanecer no local. www.oestadao.com.br
NOTA Á POPULAÇÃO

Em 1996 o até então conhecido como banqueiro, DANIEL DANTAS, criou o banco Opportunity para construir ilicitamente grandes fortunas, principalmente com as privatizações como ocorreu principalmente com as estatais das telecomunicações e a Companhia Vale do Rio Doce.

As falcatruas das privatizações eram comandadas pelo grupo formado na época pelo então Advogado Geral da União, Gilmar Mendes, agora presidente do Supremo Tribunal Federal, DANIEL DANTAS, Fernando Henrique Cardoso e a corja do PSDB e PFL. Comenta-se que hoje este grupo é bem maior, com figuras do atual governo.

Com esta fortuna DANIEL DANTAS passou a investir em compra de terras e na criação de gado, principalmente no Sul e Sudeste do Estado Pará, através de um grupo denominado Santa Bárbara. Chegando a adquirir, de forma ilegal, em torno de 500 mil hectares de terras.

No dia 10 de julho a Polícia Federal, depois de minuciosa investigação, prendeu o mafioso DANIEL DANTAS, juntamente com mais nove membros do bando(executivos do grupo Opportunity), o ex-prefeito de São Paulo Celso Pita, o especulador Naji Nahas e uma de suas irmãs.

O bando chegou a passar só 48 horas na cadeia, foi solto por ordem do presidente do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, alegando que ninguém pode ficar preso para ser questionado sobre os crimes que supostamente praticou. O que não vale para mais de 200 mil presos neste país, que se enquadram na mesma situação mas estão na cadeia.

No dia 25 de julho, dia nacional do trabalhador rural, resolvemos ocupar uma das fazendas até então tidas como do grupo Santa Bárbara, por entendermos que lugar de ladrão é na cadeia e as terras públicas são para a Reforma Agrária.

São mais de mil trabalhadores e trabalhadoras, jovens e adultos, do MST, e representantes de movimentos sociais que desde as cinco horas da manhã enfrentam a pressão de seguranças armados que tentam desmobilizar a ocupação da fazenda Maria Bonita, em Xinguara.

Pelo que sabemos todas as terras adquiridas pelo grupo Santa Bárbara, que tem a frente o mafioso DANIEL DANTAS, pertencem ao Estado, logo os que se diziam proprietários não podiam vendê-las.

Esperamos, que a sociedade assim, também entenda, que o judiciário dê o destino correto a este bando desbaratado pela Polícia federal e o governo do Estado do Pará use de suas prerrogativas destinando todos os 500 mil hectares para a Reforma Agrária.

Assim poderão ser assentadas todas as famílias acampadas nesta região, tornar toda a área produtiva e estar contribuindo com a produção de alimentos para enfrentar um dos fatores da crise que se anuncia.

MST, MAB, MPA, CIMI, CPT, SDDH, CEPASP, Pastorais Sociais, Centro Acadêmico de Ciências Sociais da UFPª em Marabá.

quarta-feira, 23 de julho de 2008

LISTA "SUJA" NÃO É IGUAL A CANDIDATO "SUJO"

DEU NO BLOG DO CHARLES

Anunciada com pompa e circunstância, a “lista suja” da Associação dos Magistrados do Brasil – AMB, independentemente da polêmica jurídica que está suscitando entre os especialistas acerca de sua constitucionalidade, revela outro aspecto extremamente preocupante e que não diz respeito ao mundo jurídico. Trata-se da inclusão de ações penais instauradas por motivação política.
O legítimo argumento de manter o distinto público informado sobre a vida dos candidatos, propalado pela AMB, corre o sério risco de servir de instrumento de manipulação da opinião pública.
A despeito da opinião daqueles que, em favor dos critérios contidos na lista, alegam que cabe à própria sociedade julgar o mérito e a gravidade da ação penal e a história de cada candidato, sabemos que a simples presença ou ausência na lista, adjetivada de “suja”, grava a pessoa como “suja” ou “limpa”.
Há muito mais manipulações no curso de uma ação penal, desde a fase do inquérito policial até o julgamento da ação, do que possa supor o raciocínio simplista de quem acredita que a lei é igual para todos.
Não se trata de negar que a candidata à prefeitura de Belém, Marinor Brito (PSOL), por exemplo, não responde à ação penal conforme consta da tal lista da AMB. O que não se pode, contudo, é atribuir a alguém com a sua história de luta dedicada às causas populares a pecha de “candidata suja”.
Um dos paradoxos da modernidade está na coexistência da avalanche de informações de livre acesso ao público com a busca incessante pela informação cada vez mais condensada, curta e pronta para o rápido consumo.
Esta combinação entre muita informação e informação rápida e atomizada é um dogma da mídia comercial, especialmente da linguagem utilizada na televisão.
Ao distinto público a informação chega pronta e acabada, quase sem margem para interpretação diferente: Candidato X é sujo por que está na lista suja.
A contrário senso: Candidato Y é limpo por que não consta da lista suja.

Marinor: Não se pode comparar crimes com a organização do povo!

NOTA À IMPRENSA
SOBRE A LISTA DA ASSOCIAÇÃO DOS MAGISTRADOS BRASILEIROS



Ao divulgar para o povo brasileiro a lista dos candidatos que sofrem processos judiciais a Associação dos Magistrados Brasileiros deveria também se preocupar em separar o "joio do trigo". Não podemos igualar os candidatos que são acusados de corrupção, de improbidade administrativa, de enriquecimento ilícito (como o atual prefeito Duciomar Costa) com dirigentes sindicais processados por assumirem a luta por causas coletivas e justas.
A candidata da Frente de Esquerda (PSOL, PSTU e PCB) à prefeitura de Belém, vereadora Marinor Brito, faz parte do segundo caso. Está incluída num processo de 1996 em que vários dirigentes sindicais, são acusados de ocupar o prédio da Secretaria de Fazenda do Estado (SEFA) durante uma greve dos servidores estaduais contra o governo de Almir Gabriel (PSDB).
Fica claro que se trata de um processo substancialmente diferente daqueles a que estamos acostumados a ver diariamente nos meios noticiosos. Marinor Brito foi processada por defender os legítimos direitos do povo, algo bem diferente daqueles políticos envolvidos em falcatruas e crimes cometidos com o dinheiro público. Aliás, queremos manifestar nossa surpresa ao verificarmos a ausência do nome de Duciomar Costa (PTB), atual Prefeito de Belém nesta famosa "lista suja" quando o próprio Ministério Público Eleitoral (MPE) apresentou pedido de impugnação de sua candidatura.
Temos orgulho do passado de lutas de nossa candidata. Seguimos de cabeça erguida, certos de que o povo de Belém saberá fazer justiça aos seus lutadores.

Belém-Pará, 23 de Julho de 2008.

Executiva Estadual do PSOL- Pará

terça-feira, 22 de julho de 2008

ELEIÇÕES 2008

Psol continua debatendo e cosntruindo o seu programa de governo. Hoje a tarde na Ufpa mais uma rodada com militantes para definir o programa de governo a ser debatido com a sociedade durante o período eleitoral.

Emendas de Nery à LDO ampliam políticas públicas no PA

SENADOR NERY CONSEGUE EMENDAS

O senador José Nery conseguiu a aprovação de quatro das cinco emendas que apresentou para aumento das metas para as políticas públicas em 2009. As emendas aceitas pela relatora, senadora Serys Slhessarenko e aprovadas em plenário tratam das ações importantes para o enraizamento das políticas públicas no Pará. O senador conseguiu aumentar em 48 municípios a meta de combate ao Abuso, Tráfico e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes.

O senador propôs também a Expansão da Rede Federal de Educação Profissional e Tecnológica, além da Implantação e Recuperação de Infraestrutura Básica em Projeto de Assentamentos com previsão de atendimento de 25 mil famílias e ainda a Implementação de Projetos de Coleta e Reciclagem de Materiais para 71 municípios.

Nery chegou a apresentar também emendas de texto ao projeto da LDO, mas a maioria foi rejeitada. Entre as proposta do senador do Psol estava a que previa a desvinculação do aumento real do salário mínimo ao aumento do PIB per capta. O senador propôs também emenda que condicionava o pagamento da dívida à realização de Auditoria prevista no Artigo 26 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias e sugeriu a extinção do superávit primário, priorizando a garantia dos Direitos Sociais previstos na Constituição. Essas emendas foram apresentadas por todos os parlamentares do PSOL, na Câmara e no Senado, mas acabaram rejeitadas. De acordo com Nery, a rejeição ocorreu porque essas medidas se contrapoem à condução da política econômica do Governo Lula. Apenas uma emenda de texto de autoria do Senador foi aprovada. Incluída a pedido do Tribunal Superior do Trabalho trata das limitações de empenho e movimentação financeira dos Poderes Legislativo, judiciário e Ministério Público.

A aprovação da Lei de Diretrizes Orçamentárias é um passo importante dentro do processo de elaboração do Orçamento da União. Esse processo, que envolve todos os Poderes da União começa em abril de cada ano e o marco é o envio pelo Executivo do Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias, sendo este, a primeira peça do processo orçamentário. O projeto tramita no Congresso Nacional até a votação final que o transforma na LDO .

A LDO, compreende as metas e prioridades da Administração Pública Federal que deverão constar do Orçamento Anual. O Orçamento é um instrumento de planejamento que espelha as decisões políticas do Governo, estabelecendo as ações prioritárias para atendimento das demanda da sociedade.
Aos parlamentares cabe através das Emendas, atuar sobre esse processo orçamentário, acrescentando, suprimindo, ou modificando itens da proposta do Executivo. Propor emendas e tê-las incorporadas à lei, significa o envolvimento do Legislativo na fixação de metas e prioridades para a administração pública, co-participando da formulação das políticas públicas.

As emendas podem ser de texto, de receita e de despesa e são apresentadas na Comissão Mista de Planos, Orçamentos Públicos e Fiscalização do Congresso Nacional.
A provação dessas emendas significa que os temas apresentados foram considerados prioritários e por isso vão constar nas propostas para o Orçamento de 2009 com recursos destinados aos municípios paraenses.

segunda-feira, 21 de julho de 2008

A informação é um direito humano

Não é coerente com o princípio da diversidade que se admita que somente seis empresas controlem a informação no País. A ausência de canais de expressão da pluralidade afeta a sociedade como um todo, sobretudo mulheres, negros, jovens, índios, quilombolas, GLBTs e comunidades populares. São eles que têm sido frequentemente afetados pela cobertura distorcida e parcial da mídia, defensora apenas do direito do grande capital, tratando a informação como mercadoria privilegiada e onde somente a elite tem espaço.

A informação é um direito humano que deve ser respeitado como tal. A necessidade da realização de uma Conferência Nacional de Comunicação em 2008 se insere nessa perspectiva e deve ser precedida por debates estaduais, que levantem as especificidades das regiões. Aos jornalistas se juntam movimentos sociais, protagonistas dos fatos, mas relegados a um papel de consumidor e ignorados em seu direito à expressão.

Sem informação não conseguimos elaborar, nem analisar o universo ao nosso redor. Ficamos à mercê do desconhecido. Por outro lado, noticiário direcionado retrata apenas a visão, a opinião de grupos privados e aten de a interesses diversos que não o bem público, distorce a realidade, sufoca a pluralidade e os direitos humanos, desrespeita os princípios fundamentais previstos na Constituição brasileira.

A diminuição das desigualdades sociais não se dará sem que se considere a comunicação como elemento de inclusão social. As elites sabem da importância da informação. Por isso mesmo, relutam em abrir o mercado, de serem fiscalizadas, de terem o controle externo que tanto pregam para o Legislativo e o Executivo, usando o precário argumento de que estão sendo cerceadas na liberdade de expressão. A democratização prevê a universalização de vozes, pensamentos, culturas e respeito à diversidade, algo que não cabe no restrito mercado atual controlado por grandes empresas de comunicação.

Esta é uma notícia tão antiga e, paradoxalmente, tão atual, que precisa ser sucedida por outra, pautada pela sociedade, em que a comunicação seja direito garantido não só no verbo, mas na lei e de fato.

sábado, 19 de julho de 2008

Caminhada pelo voto!!

Deu início a temporada de caça aos votos na avenida Antônio Maia - Centro Coemrcial da cidade. Hoje Bernadete ten Caten e seus aliados do PT iniciaram logo cedo uma longa caminhada pela avenida. De comércio em comércio pedindo voto. O povo deve ter tomado um baita susto!!! O que tinha de carro de som cantando a musica de Bernadete, não era pra brincadeira!! a deputada parece que tá com todo pique e com muita grana pra poder gastar nessa campanha.

Haja dinheiro!!!!

Esperamos que a Justiça Federal conclua todos os processos que a dita cuja responde.

Sindicalistas protocolam pedido de impeachment de Mendes

FORA GILMAR MENDES!!!!!


Grupo ligado à CUT argumenta que o presidente do STF teria sido parcial ao conceder habeas-corpus a Dantas

CUT protocola pedido de impeachmentBRASÍLIA - Um grupo de sindicalistas ligados à Central Única dos Trabalhadores (CUT) do Distrito Federal protocolou nesta sexta-feira, 18, no Senado um pedido de impeachment do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Gilmar Mendes.
O embasamento para a ação é que o presidente do STF teria agido com parcialidade, ao conceder dois habeas-corpus ao dono do Grupo Opportunity, Daniel Dantas.

sexta-feira, 18 de julho de 2008

ESTE MODELO NÃO VALE!!!

Desde quando da decisão do governo do Estado, em 1986, em adquirir a área que hoje é o Distrito Industrial de Marabá, nós nos posicionamos contra, por termos tido a oportunidade de fazer uma discussão com o geógrafo Aziz Ab`saber e ele ter alertado que a localização viria prejudicar a cidade, com o transporte pelos ventos, da fumaça e da fuligem produzidas pelas chaminés dos alto-fornos das siderúrgicas.
Nesta semana aproveitei uma folga de final de tarde e fui à praia para curtir aquele momento vespertino, quando voltei os olhares para a cidade confirmei o que havíamos denunciado: a cidade totalmente coberta por fumaça e aquela cortina de fumaças que impossibilita se enxergar as nuvens.

Estamos à beira de um caos, porque por dia são toneladas de gás carbônico (CO2) liberadas pela descarga dos veículos automotores que circulam pela cidade, e pelas chaminés dos altos-fornos das siderúrgicas, que provocarão muitas doenças respiratórias, com os idosos e as crianças sendo as maiores vitimas.
Os acidentes de trânsito na cidade e nas estradas tendem a aumentar, porque são muitos veículos e muita gente apressada. As estradas estão esburacadas, com o asfalto deteriorado e tomadas por carretas transportando carvão vegetal e enormes caçambas transportando minério.

É um grande número de caçambas transportando minério de ferro do município de Floresta do Araguaia para Marabá, e manganês de Marabá para Barcarena, durante as 24 horas do dia.
Mas o problema da mineração é maior do que o causado no tráfego. Calcula-se que a lavra do cobre devera produzir o maior volume de rejeitos da história da mineração na Amazônia. Segundo Lucio Flávio Pinto, só da mina de Sossego serão descartados todos os anos 13 milhões de toneladas de material estéril, dos quais 1,5 milhão conterão produtos químicos tóxicos.

É bom lembrar que além da mina de Sossego tem a 118, Cristalino, Alemão e Salobo, nos municípios de Canaã, Parauapebas, Curionópolis e Marabá. Quantos milhões de toneladas de produtos tóxicos, só a mineração do cobre espalhará nesta região, nos próximos dez anos? E o níquel do vermelho, de Ourilândia, e o cobre de São Félix do Xingu e Xinguara?

Da forma como os projetos estão se instalando na região não pode ser visto como desenvolvimento se continuar gerando riqueza para poucos e degradação social e ambiental para a maioria. Este modelo não Vale." (Raimundo G. Neto)

EXTRA!!!!

Segundo informações seguras a justiça acaba de anular a Conferência Municipal de Saúde e destituir o Conselho Municipal de Saúde eleito nesta falsária conferência.

Com isso todas as decisões "aprovadas" por este conselho inclusive a as contas de Pedrinho "Cadeia" serão anuladas.

quinta-feira, 17 de julho de 2008

NOVA LISTA SUJA: MIGUELITO NELA!!!

PUBLICADO PELO REPORTER BRASIL NO DIA 15/07/2008

Nova "lista suja" inclui pecuaristas, usineiros e carvoeiros
Pecuaristas - grande parte deles do Arco do Desmatamento que cerca a Amazônia -, empresas sucroalcooleiras da Região Centro-Oeste e carvoeiros espalhados pelo Mato Grosso do Sul foram incluídos no cadastro de infratores



Por Maurício Hashizume


Divulgada pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) nesta terça-feira (15), a atualização semestral da "lista suja" de empregadores que exploraram trabalho escravo incluiu três grupos principais de infratores: uma maioria de pecuaristas, grande parte deles com fazendas situadas no chamado Arco do Desmatamento, que pressiona a Floresta Amazônica; empresas sucroalcooleiras da Região Centro-Oeste; e carvoeiros espalhados por diversos municípios do Mato Grosso do Sul. A inclusão da pessoa física ou jurídica na "lista suja" se dá somente após a conclusão de processo administrativo (instaurado a partir dos autos de infração lavrados no ato das fiscalizações) no qual os infratores têm a possibilidade de apresentar as suas posições perante o ocorrido.

Dos 43 novos nomes incluídos na "lista suja", 21 (48,9%) foram flagrados explorando mão-de-obra escrava na atividade de pecuária bovina. Um total de 15 - dessas 21 propriedades de criação de gado - se localiza em municípios da fronteira agrícola da Amazônia, nos estados do Pará (11), Maranhão (3) e Mato Grosso (1). Ou seja, 37,2% das ocorrências incluídas na relação de escravocratas se deram na faixa de derrubada da maior floresta do mundo.

Com a atualização, são agora 212 nomes na "lista suja". A inserção no cadastro implica não só em restrições de incentivos fiscais e de operações de crédito junto a instituições públicas federais, determinadas por portaria do Ministério da Integração Nacional (MIN) do final de 2003, como também a sanções por parte dos signatários das mais de 180 empresas e associações setoriais signatárias do Pacto Nacional pela Erradicação do Trabalho Escravo.

Entradas e Saídas da "Lista Suja" do Trabalho Escravo
Entraram em 15/07/2008
- Adelino Gomes de Freitas - Faz. Campelobo - Santana do Araguia (PA)
- Admir Ferreira Lino - Faz. Engenho de Ferro - Camapuã (MS)
- Agrisul Agrícola Ltda - Faz. e Usina Debrasa - Brasilândia (MS)
- Agrocana JFS Ltda - Ceres (GO)
- Alaílson Ferreira de Carvalho - Faz. Novo Estado - Figueirão (MS)
- Almerindo Nolasco das Neves - Faz. Uberlândia - Açailândia (MA )
- Antônio Carlos Osório Filho - Faz. Patrícia - Wanderley (BA)
- Antônio Evaldo de Macedo - Faz. Outeiro - São Mateus do Maranhão (MA)
- Ariovaldo Vignoto Peres - Faz. Paineiras - Campo Alegre de Goiás (GO)
- Brasil Verde Agroindústrias Ltda - Ipameri (GO)
- Carlos Gualberto de Sales - Faz. Ana Carla - Alto Alegre do Maranhão (MA)
- Diego Moura Macedo - Faz. Soberana - São Luiz Gonzaga do Maranhão (MA)
- Eliane Balestreri Oliveira - Faz. Vitória - Paragominas (PA)
- Enivaldo Canêdo - Faz. Santa Terezinha - São Félix do Xingu (PA)
- Ervateria Tradição da Palmeira Ltda - Faz. S. Jorge e N. Sra. das Graças – Petrolândia (SC)
- Fernando César Zanotelli - Sítio Zanotelli - Pancas (ES)
- Flávio Orlando Carvalho Mattos - Faz. Coragem - Carutapera (MA)
- Gilson Muller Berneck - Faz. Paraná e São Bernardo - Brasnorte (MT)
- Herlon Pedro Pinto Ribeiro - Faz. Rio Branco - Rondon do Pará/PA
- Humberto Eustáquio de Queiroz - Faz. Rio Grande - Itupiranga (PA)
- Indústria Ervateira Anzolin Ltda - Vargem Bonita (SC)
- Ipê Agro – Milho Industrial Ltda - Inhumas (GO)
- João Antônio de Farias - Faz. Minas Gerais - Ulianópolis (PA)
- João Emídio Vaz - Faz. Santa Maria - Trindade (GO)
- João Feitosa de Macedo - Fazenda J. Macedo - Bela Vista do Maranhão (MA)
- José Carlos Batista da Silva - Faz. Bom Jesus - Alcinópolis (MS)
- José Escórcio de Cerqueira - Faz. Sta Bárbara e Bom Jesus - Monção (MA)
- Luis Felinto da Silva - Carvão São José - Selvíria (MS)
- Luiz Caetano da Silva - Faz. São José - Brejo Grande do Araguia (PA)
- Mayto Baptista de Rezende - Faz. Mimosa - Bandeirantes (MS)
- Miguel Gomes Filho - Faz. do Miguelito - Itupiranga (PA)
- Nei Amâncio da Costa - Faz. Progresso São Félix do Xingu (PA)
- Nelson Donadel - Distr. Centro Oeste Iguatemi (Dcoil) - Iguatemi (MS)
- Nivaldo Barbosa de Brito - Fazenda Ladeirão - Pacajá (PA)
- Paulo Rogério Sumaia - Faz. Pouso Alto - Aquidauana (MS)
- Rio Pratudão Agropecuária Ltda - Faz. Correntina - Jaborandi (BA)
- Roberto Barbosa de Souza - Faz. Barbosa - Santa Luzia (MA)
- Ronaldo Jesus Pereira - Faz. Piracanjuba - Água Clara (MS)
- Sbaraini Agropecuária S/A – Amambaí (MS)
- Valdemar Rodrigues - Faz. Santa Rita - São Domingos do Araguaia (PA)
- Vicente Nicolodi - Fazenda Uruará - Uruará (PA)
- Walter Lúcio Klebis - Fazenda Estrela - Alcinópolis (MS)
- Weslei Lafaiette Guimarães - Carvoaria do Weslei - Goianésia do Pará (PA)

Saíram em 15/07/2008
- João Batista de Jesus Ribeiro - Faz. Ouro Verde - Piçarra (PA)
- João Batista Lopes - Faz. Serra Bonita - Xambioá (TO)
- José Rodrigues Alves - Faz. São Lourenço - Santa Maria das Barreiras (PA)
- Lívio José Andrighetti - Faz. Tucano e Java - Campo Novo dos Parecis (MT)
- Maria José das Neves - Faz. Araguaia - Araguaína (TO)
- Milton Ribeiro de Oliveira - Faz. Sossego - Canaã dos Carajás (PA)
- Rezil Extração, Comércio e Exportação Ltda. - Iaras (SP)
- Siderúrgica do Maranhão S.A. (Simasa) - Brasilândia (TO) e Dom Eliseu (PA)
- Tobasa – Bioindustrial de Babaçu S. A. - Tocantinópolis (TO)


A nova "lista suja" traz o nome do presidente da Câmara Municipal de Marabá (PA), vereador Miguel Gomes Filho (PP). Representante da classe política numa das cidades referência da região de Carajás, "Miguelito" - como é conhecido - manteve três trabalhadores em condições precárias na fazenda que lhe pertence, localizada à altura do km 62 da Rodovia Transamazônica, no município de Itupiranga (PA). Outra propriedade em Itupiranga foi adicionada à relação do MTE: a Fazenda Rio Grande, de Humberto Eustáquio de Queiroz, onde 20 pessoas foram libertadas em abril do ano passado.

A única fazenda do Mato Grosso incluída nesta atualização de julho de 2008 pertence a um produtor de grande porte: Gilson Mueller Berneck, que vive em Araucária (PR), dono das Fazendas Paraná e São Bernardo, em Brasnorte (MT). A Fazenda Paraná possui 40 mil hectares - que equivalem a cerca de 43 mil campos de futebol do Estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro - e abriga 20 mil cabeças de gado. Gilson cultiva teca, da qual se extrai madeira para a fabricação de móveis. Flagrado por uma operação do grupo móvel em abril de 2007, o fazendeiro mantinha 47 pessoas em condição análoga à escravidão. O grupo era forçado a permanecer na propriedade (a cerca de 200 km do núcleo urbano mais próximo) pelo sistema de servidão por dívida e alguns deles estavam desde 2005 sem receber salários regularmente.

As fazendas dos outros pecuaristas da nova "lista suja" estão concentradas no sudeste do Pará e oeste do Maranhão: Santana do Araguaia (PA), Açailândia (MA), Paragominas (PA), Rondon do Pará (PA), Ulianópolis (PA), Monção (MA), Brejo Grande do Araguaia (PA), Pacajá (PA), Santa Luzia (MA) e São Domingos do Araguaia (PA). Duas propriedades de São Félix do Xingu (PA), município campeão de desmatamento, também entraram na relação: a Fazenda Santa Terezinha (de pecuária bovina), de Enivaldo Canêdo, e a Fazenda Progresso (de extração de madeira), pertencente a Nei Amâncio da Costa.

Cana-de-açúcar
Levando-se em conta apenas o número de libertações, foram 1.559 apenas nas lavouras de cana, que corresponde 67,7% do total de 2.302 pessoas retiradas dos casos de escravidão contemporânea que foram inseridos na relação de infratores mantida pelo governo federal. Alguns grandes empreendimentos do setor de açúcar e álcool foram incorporados à "lista suja".

Excluído definitivamente do Pacto Nacional pela Erradicação do Trabalho na semana passada por reincidir na prática de trabalho degradante, o Grupo José Pessoa, por meio da empresa Agrisul Agrícola Ltda., entrou para a relação de empregadores vinculados à exploração de mão-de-obra escrava por causa do resgate de 1.011 cortadores de cana, a maioria deles indígenas, da Fazenda e Usina Debrasa, em Brasilândia (MS). Em junho deste ano, o grupo de fiscalização móvel encontrou documentos retidos numa mercearia de 55 trabalhadores vindos do Vale do Jequitinhonha que trabalhavam na unidade da mesma Agrisul em Icém (SP), divisa de São Paulo com Minas Gerais.

Igualmente responsabilizado pela exploração ilegal de cerca de 150 indígenas dos povos Guarani e Terena, o médico do trabalho Nelson Donadel, dono da Destilaria Centro Oeste Iguatemi Ltda. (Dcoil), instalada no município de Iguatemi (MS), agora também faz parte da "lista suja". Oriundos de três núcleos indígenas, os índios dividiam um alojamento que poderia abrigar no máximo 90 pessoas. Foram agregadas ainda duas usinas de Goiás: a Agrocana JFS Ltda., de Ceres (GO) - de onde foram resgatadas 36 pessoas - e a Ipê Agro-Milho Industrial Ltda., de Inhumas (GO) - que mantinha 14 trabalhadores em situação grave, oriundos do Maranhão, que recebiam abaixo do piso da região.

Com atuação nos ramos de reflorestamento, fundição e siderurgia, a empresa Brasil Verde Agroindústrias Ltda. foi agregada à "lista suja" por conta de uma fiscalização que resgatou 19 trabalhadores do cultivo de eucalipto em março de 2007. A mesma Brasil Verde foi agraciada em 2005 com o 3º lugar na categoria atividade agrosilvipastoril do prêmio Gestão Ambiental - concedido pela Federação das Indústrias do Estado de Goiás (Fieg), pela Agência Ambiental de Goiás, pelas secretarias estaduais de Meio Ambiente e Recursos Hídricos e de Ciência e Tecnologia e pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae). Os eucaliptos que dominam 16 mil hectares da propriedade-sede da Brasil Verde, em Ipameri (GO), são convertidos em carvão vegetal, matéria-prima essencial para a produção do ferro-gusa.

Carvão vegetal e outros
Nove produtores de carvão vegetal flagrados no Mato Grosso do Sul entraram para a "lista suja". Distribuídas por oito municípios - Água Clara, Alcinópolis (2), Amambaí, Aquidauana, Bandeirantes, Camapuã, Figueirão e Selvíria -, essas propriedades mantiveram 109 trabalhadores em condições análogas à escravidão. Outras duas áreas carvoeiras também foram adicionadas ao grupo oficial de envolvidos do trabalho escravo: a Fazenda Patrícia, em Wanderley (BA), pertencente à Antônio Carlos Osório Filho, de onde foram libertadas 22 pessoas (sete delas adolescentes); e a carvoaria pertencente a Weslei Lafaiette Ferreira Guimarães, em Goianésia do Pará (PA), onde houve 7 libertados.

Entraram pela primeira vez na "lista suja" duas empresas da Região Sul produtoras de erva-mate - a Ervateira Tradição da Palmeira Ltda., de Petrolândia (SC), e a Indústria Ervateira Anzolin Ltda., de Vargem Bonita (SC). Propriedades que cultivavam algodão - Fazenda Correntina, da Rio Pratudão Agropecuária Ltda., em Jaborandi (BA) -, café - Sítio Zanotelli, de Fernando César Zanotelli, em Pancas (ES), e cebola - Fazenda Paineiras, de Ariovaldo Vignoto Peres, em Campo Alegre de Goiás (GO) - também foram inseridas nesta atualização de julho de 2008.

Exclusões e suspensões
Depois de honrar todas as multas, de pagar todos os débitos trabalhistas e previdenciários, de cumprir todas as medidas corretivas e de não reincidir no crime de trabalho escravo ao longo de dois anos, nove nomes foram excluídos da "lista suja". Um deles foi o senador João Ribeiro (PR-TO), que entrara na lista em julho de 2006, por conta de operação na Fazenda Ouro Verde, em Piçarra (PA). Não fazem mais parte do cadastro a Siderúrgica do Maranhão S. A. (Simasa), que havia sido flagrada em Brasilândia (TO) e Dom Eliseu (PA), a Tobasa - Bioindustrial de Babaçu S. A., de Tocantinópolis (TO) e a Rezil Extração, Comércio e Exportação Ltda., em Iaras (SP), cuja principal atividade é a extração de resina de pinus.

Mais cinco fazendeiros deixaram a "lista suja": João Batista Lopes, da Fazenda Serra Bonita, em Xambioá (TO); José Rodrigues Alves, da Fazenda São Lourenço, de Santa Maria das Barreiras (PA); Lívio José Andrighetti , das Fazendas Tucano e Java, de Campo Novo dos Parecis (MT); Maria José das Neves, da Fazenda Araguaia, de Araguaína (TO); e Milton Ribeiro de Oliveira, da Fazenda Sossego, de Canaã dos Carajás (PA). Um total de 66 produtores poderiam ter sido excluídos após a permanência de dois anos na "lista suja". Esses últimos, porém, deixaram de cumprir todas as exigências e ainda permanecem no cadastro. Uma série de liminares concedidas pela Justiça nos últimos anos também determinaram a suspensão temporária de fazendeiros e empresas da "lista suja" do trabalho escravo.

MIGUELITO NA LISTA SUJA

DEU NO QUINTA EMENDA

O presidente da casa de Noca de Marabá, vereador Miguel Gomes Filho, o Miguelito, pontifica na lista suja do trabalho escravo no Pará.
A informação está na edição de hoje de O Liberal.

quarta-feira, 16 de julho de 2008

Nery pede que governo confisque terras de Dantas no PA

Em pronunciamento no plenário do Senado na tarde desta segunda-feira, 14, o senador José Nery elogiou a operação Satiagraha da Polícia Federal que resultou na prisão do dono do banco Oportunity, acusado dos crimes de lavagem de dinheiro, evasão de divisas e gestão fraudulenta.

Nery elogiou também a ação do juiz Fausto de Sanctis, da 6ª Vara Criminal de São Paulo responsável pelos mandatos de prisão e criticou a decisão do presidente do Supremo Tribunal, Gilmar Mendes, de manter o banqueiro e todos os presos na operação em liberdade.

“É necessário que a impunidade tenha fim em nosso país. É escandaloso ver a reação de ministros e parlamentares criticando o fato dos acusados terem sido algemados. Mais escandalosa foi a agilidade com que o Supremo tribunal Federal liberou os acusados. Queria lembrar que metade da população carcerária brasileira, de acordo com números oficiais do Ministério da Justiça, espera decisão semelhante àquela que o banqueiro Daniel Dantas recebeu do presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Gilmar Mendes. Do total de 422.373 presos em todo o País, mais de 211 mil estão em situação provisória - ainda sem condenação - e poderiam aguardar o julgamento em liberdade, como ocorrerá com Dantas e demais acusados pela Operação Satiagraha. Ou seja, quem tem muito dinheiro e possui muitos amigos poderosos pode aguardar em liberdade... os demais, que contem com a própria sorte!”

Assessoria de Imprensa do Mandato

Blog do Waldyr

Ex-líder estudantil morre em acidente de moto

Com este título o Blog do Waldyr publica texto deste poster para informar a todos sobre a trágica morte do companheiro Evandro Viana.

Parabéns Waldir

www.blogdowaldyr.blogspot.com

EDUARDO GALEANO ESCREVE SOBRE O CONSUMISMO



Uma boa leitura!
www.socialismo.org.br/portal/questoes-ideologicas/83-artigo/469-o-imperio-do-consumo-

Cadê o gerador???

Trabalhadores da obra de continuidade da "orla" no Bairro Cabelo Seco estão parados por que o gerador de energia que atende a demanda dos maquinários da obra foi desviado para a praia do tucunaré. Segundo a fonte que denunciou, o gerador deve ser usado no......MARALUAR!!!!!!

Alô Ministério Público????
Vereadores de oposição.....
DNIT...???

Bolsa Familia ou Vale Voto ???

Carro de som da candidata petista Bernadete ten Caten PT estar convidando os "clientes" dos programas Bolsa FAmilia e Bolsa Trabalho para uma reunião "importante".

Resta saber se justiça eleitoral vai permitir este tipo de abuso e indecência com as familias sofridas de baixa renda de nossa cidade em pleno período eleitoral.

terça-feira, 15 de julho de 2008

EVANDRO VIANA: UM LUTADOR!!!


Evandro (esquerda) observando Ribamar discursar durante Congresso da Unemar




Nos ultimos 16 anos convivi com estimado Evandro nas lutas pela reorganização da Unemar entre 1992 e 1993, pela efetivação da Meia Passagem para todos os estudantes sem restrição (aprovada em abril de 1993), pela organização dos estudantes sempre que as empresas ameaçavam acabar com o direito da Meia Passagem, nos estudos para aprovação no vestibular (1996 e 1997), na sala de aula freqeuntando o mesmo curso e grupo na turma de Letras 98 da Ufpa, posteriormente na organização do Centro Acadêmico de Letras e do Diretório Acadêmico da Ufpa, nas passeatas de estudantes,manifestaççoes dos sem terra, de professores e de todos os lutadores sociais, como nos Gritos dos Excluídos!! lá estava Evandro Viana.

Sua partida nos deixará com saudades, mas vamos continuar sua luta.


EVANDRO VIVE!!!!

Blog da Eliana Alves

É com satisfação que recebo a informação de que nosso trabalho está linkado no Blog da Eliana Alves.

Muito obrigada!!!!

Aproveitem e dê uma passadinha por lá.
www.espacomensaleiro.blogspot.com

segunda-feira, 14 de julho de 2008

LUTO!!!!

EVANDRO DOS SANTOS VIANA

Bravo militante, corajoso e perseguido, sua trajetória de luta e de organização dos estudantes, dos professores, da luta social. Evandro, militante do PSB na década de 90, arguido membro da UNEMAR junto com Ribamar, Nonatinho, Demilton e tantos outros.

Quando conheci Evandro Viana numa assembléia de estudantes em março de 1993 e logo me identifiquei com seu espirito de bravo combatente das injustiças sociais. Foi na gestão junto com Evandro Viana que garantimos a meia passagem sem restrição. Nas manifestações enfrentando a policia, lá estava Evandro. Depois tentou organizar o PSTU, posteriormente foi par ao PT, lá Evandro fez a minha defesa no processo de expulsão.

Mas foi na Universidade que Evandro Viana novamente marcou sua trajetória de luta juntamente com Valdimar, Ribamar, Francisco, Gleisson, Zuca, claudena e tantos outros reorganizaram o Diretório Academico e deram vida ao movimento estudantil.


Recentemente encampou a luta dos trabalhadroes na educação no municipio de Sao João do Araguaia, liderou greve e protestos contra os demandos da administração Marisvaldo Campos.


Evandro Viana - sua coragem de lutar nos aviva a continuar a luta aqui!!!!

EVANDRO VIVE!!!!!

domingo, 13 de julho de 2008

LUTA DE CLASSE!!

Prisão de banqueiro expõe reação elitista

Toda vez que o sistema policial-judicial denuncia altas bandalheiras e põe atrás das grades algum figurão, a reação das elites – econômicas, políticas, intelectuais – costuma ser imediata e eficaz, embora cercada de alguns disfarces. No caso das prisões do banqueiro Daniel Dantas, do especulador Naji Nahas e do ex-prefeito de São Paulo, Celso Pitta, a reação reproduziu o padrão habitual, de forma a escancarar que os privilegiados em geral são solidários com os seus criminosos e não aceitam que sejam tratados no mesmo nível de outros criminosos pegos pelo sistema.

Alguém já disse, acertadamente, que a Justiça brasileira não está preparada para a democracia. A polícia brasileira também não, assim como boa parte dos 10% mais ricos do País. Aqui ainda é normal que o BOPE invada as casas de favelados, aterrorize a população periférica e execute pobres sem que seja questionado pelas autoridades, pela imprensa corporativa e pelas organizações da sociedade. Aqui ainda é normal que a tropa de choque da PM avance para cima dos movimentos sociais e use todo tipo de violência contra as manifestações de trabalhadores, estudantes, mulheres, velhos e crianças.

Mas, quando a Polícia Federal desbarata verdadeiras quadrilhas dos mais variados crimes do colarinho branco (sonegação fiscal, estelionato, fraude, evasão de divisas, desvio de recursos públicos) e pega empresários, banqueiros, políticos, funcionários públicos graduados – especialmente gente com curso superior, mestrado e doutorado, com farto patrimônio em bens móveis e imóveis –, imediatamente aparecem na mídia respeitados figurões das elites para questionar e desqualificar a ação policial, mesmo quando preparada na conformidade da lei e com a ajuda do Ministério Público e do Judiciário.

As críticas das elites mais destacadas pela mídia empresarial dizem respeito à forma como se deu a denúncia e a prisão. Falam que houve "espetáculo" porque a imprensa teve acesso e gravou cenas dos figurões sendo presos. Falam que houve "abuso" e "violência desnecessária" porque os figurões foram algemados, o que é uma praxe recomendada pelos manuais de todas as polícias do mundo. Costumam lembrar, nessas horas, a importância do "Estado Democrático de Direito", uma instituição que funciona para alguns, mas não vale para a maioria do povo.

Além disso, também nessas horas, advogados dos acusados, geralmente também figurões dos melhores escritórios do País, pagos a preço de ouro, procuram enfatizar que a prisão é descabida, já que seus clientes poderiam se defender das acusações sem o "constrangimento" das grades. Mesmo que tenham roubado grandes fortunas, assaltado os cofres públicos e praticado uma série infinita de delitos contra a sociedade, a lengalenga das elites é sempre a mesma: exige um tratamento diferente ao dos ladrões de galinha que são encarcerados todos os dias pelo País afora. Por isso mesmo as elites brasileiras – os mais ricos, mais influentes e mais poderosos – não estão preparados para a democracia.

A maior demonstração de que a Justiça brasileira também não está preparada para a democracia foi dada pelo próprio presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Gilmar Mendes, que criticou a "forma" e os "excessos" da operação policial que colocou o banqueiro Daniel Dantas na cadeia. Gilmar Mendes não demonstrou o menor interesse pelo fato essencial da operação, que foi o de desbaratar uma quadrilha que vem atuando há anos contra o povo brasileiro; não ficou sensibilizado com o fato de a operação policial ter colocado no mesmo nível de qualquer cidadão, democraticamente, os figurões que praticam crimes do colarinho branco.

O fato de Gilmar Mendes ter mandado soltar o bando do banqueiro Daniel Dantas, passando por cima de trâmites e prazos processuais, escancarou para a Nação a posição de classe do presidente do STF; expôs o órgão máximo da Justiça ao vexame público de que a Justiça não é igual para todos. A posição do presidente do STF, semelhante à reação das elites, lembra para a sociedade brasileira, mais uma vez, que a democracia ainda é algo muito distante da realidade. Aqui, os ricos ladrões do tesouro nacional vão continuar soltos, respaldados pelos poderes da República, enquanto os pobres ladrões de galinha pegam cana de verdade.
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Hamilton Octavio de Souza é jornalista e professor da PUC-SP

sexta-feira, 11 de julho de 2008

De que lado?

O senador Heraclito Forte do Democratas do Piauí diz: Eu prefiro ser amigo de bandido que produz do que estar ao lado de ‘aloprados’ petistas.

E voçê?
-prefiro ficar do lado do povo trabalhador, que luta e não se mancha com o suor da corrupção.

Este foi tema de debate ontem no senado federal, onde senadores tucanos e democratas faziam ataques a ação da Policia Federal pela prisão do Banqueiro Daniel Dantas.

Em Parauapebas...

... a campanha já começou com carros de som nas ruas e muita gente com camisetas de partidos. Mas Darci Lermen deve enfrentar uma série de processos de impugnação.Enquanto que Bel Mesquita PMDB continua favorita no páreo.

PSOL SAÍ NA FRENTE

A construção do Programa de Governo para Marabá a ser apresentada pelo Partido Socialismo e Liberdade, teve início ontem a tarde em uma ampla reunião com todos os setores do partido.O tom de amadurecimento foi dado, com a possibilidade de abrir um leque de diálogo com os setores do movimento social de MaRABÁ. Neste sentido o PSOL saí na frente pela construção de uma cidade sustentável.

Diálogo sobre política .....

È o Charles Alcantara na blogosfera, bem vindo!!!

E vamos pro debate...

www.blogdocharlesalcantara.blogspot.com

quinta-feira, 10 de julho de 2008

Os povos indígenas do Xingu e a hidrelétrica Belo Monte

por Dom Erwin Kraütler
“É teu povo, Senhor, que eles massacram,
é tua herança que eles humilham!”
(Sl 93 (94),5)


Uma história que não é de hoje

O Xingu é um rio peculiar e único. Não dá para compará-lo com qualquer outro rio da Amazônia. Só ele faz aliança com o majestoso Amazonas através de um largo delta. Na foz, suas lindas águas verde-esmeralda se mesclam com as águas barrentas do rio-mar no qual se perde finalmente acima do Forte de Santo Antônio de Gurupá. Percorreu 2045 km desde o Mato Grosso, onde nasce a 600 metros acima do nível do mar na junção da Serra do Roncador com a Serra Formosa.

O Xingu é misterioso. Seu nome até hoje não tem explicação etimológica. Alguns estudiosos querem traduzi-lo como “casa dos deuses” ou melhor “Casa de Deus”, mas não se tem certeza qual seria a verdadeira raiz subjacente a este nome. Suas águas ora são calmas e pacíficas formando extensos lagos, ora furiosas e indômitas quando se estreitam em perigosas cachoeiras que já ceifaram muitas vidas de viajantes desavisados ou afoitos que teimaram enfrentá-las. Pode ser que não seja a Casa de Deus, mas que é um rio sagrado para os povos que habitam nas suas margens há milhares de anos, quem teria a ousadia de negar!



Xingu Vivo para Sempre

No dia 19 de maio de 2008 tive o privilégio de fazer a abertura do encontro Xingu Vivo para Sempre no Ginásio Poliesportivo de Altamira. Mais de 600 indígenas, mulheres, homens e crianças, entraram solenemente no recinto, cantando e dançando, erguendo suas lanças, bordunas e facões. Quem não se emocionou quando os índios Kayapó cantaram o Hino Nacional em sua língua materna! A platéia aplaudiu entusiasmada.

Apresentei todos os caciques das 24 etnias presentes e saudamos os outros participantes do evento chamando-os por município. O ar foi festivo, animado, algo excepcional, pois não é todo dia que se vê tantos indígenas, pintados segundo suas tradições, dançando de acordo com os seus ritos milenares e cantando num idioma ancestral enquanto se movimentam num ritmo tão peculiar. Volta e meia, uma ou um Kayapó levanta para fazer sua dança individual erguendo um facão ou mostrando borduna e lança, os homens com seus barítonos volumosos e fortes, as mulheres com vozes elevadas, incisivas, às vezes até estridentes. A beleza exótica das expressões culturais comove e impressiona. A juventude, presente nas arquibancadas, vibra com as danças e aplaude com prolongadas salvas de palmas.

Na manhã do segundo dia continuou a apresentação. Faz parte do ritual indígena que cada cacique fale, mesmo que repita argumentos ou opiniões anteriormente já expressos por um parente. Aliás, todos se entendem como parentes. A procedência geográfica não conta, nem sequer a etnia ou o tronco linguístico a que pertencem. Todos se tratam de “õbikwa”, familiares! Se um sofre ou é agredido, todos se sentem atacados. Quando se apresentam, falam primeiro em sua língua materna e depois traduzem, eles mesmos, a fala para o português. Uns tem mais facilidade de expressar-se em português, outros não conseguem fazê-lo de modo correto.

Percebe-se a sua alegria, mas muitas vezes também a angustia ou indignação por causa de alguma decisão do governo contrária a eles ou do avanço de latifundiários, mineradoras, madeireiras, garimpeiros para as terras habitadas por eles desde tempos imemoriais. São muito sensíveis a qualquer falta de consideração da parte da sociedade envolvente. Não ocultam a sua decepção. “Já estamos cansados de ouvir e não ser ouvidos. Já estamos cansados de escutar ameaças de construção de barragens na volta grande do Rio Xingu. Não estamos só defendendo o rio Xingu, mas os rios da Amazônia: moradia dos povos indígenas” reclama um dos caciques.

Debates e o incidente

Ao término das apresentações foi composta a mesa de trabalho para os debates. Foram chamados o professor Oswaldo Sevá Filho, da Universidade de Campinas (Unicamp); o engenheiro Paulo Fernando Viana Rezende, da Eletrobrás; Roquivan Alves da Silva, do Movimento de Atingidos por Barragens (MAB); Jean Pierre Leroy, da Federação de Órgãos para Assistência Social e Educacional (FASE) e Glenn Switkes, diretor do Programa Latino-americano do International Rivers Network (IRD).

Oswaldo Sevá é conhecido nosso e dos indígenas. Veio para mais uma vez alertar sobre as consequências dos projetos hidrelétricos no rio Xingu. Foi ele quem organizou o livro Tenotã-Mo, lançado em 11 de agosto de 2005, uma coletânea de artigos de especialistas de diversas áreas que pretendia provocar um amplo debate sobre as hidrelétricas na Amazônia. Fui convidado a escrever o prefácio para este livro. Para nossa total decepção, a Eletrobrás nunca respondeu às indagações e críticas da parte do mundo científico. Percebe-se nitidamente a arrogância de alguns órgãos do governo. Nós apelamos para argumentos, eles para o “poder”, ostensiva e cinicamente manifestado.

Entrei no ginásio já no final da palestra do professor Oswaldo Sevá. Chegou a vez do representante da Eletrobrás, o engenheiro Paulo Rezende. Tive a impressão de que não encontrou tempo para se preparar. Assim optou por uma sessão “Power Point” como a Eletrobrás costuma fazer quando é solicitada por prefeitos, vereadores, comerciantes e empresários. Na tela apareceram números e estatítiscas, dificilmente identificáveis por causa da claridade do ambiente. A platéia começou a ficar inquieta e reagiu quando o engenheiro desqualificou o professor Oswaldo Sevá, chamando-o de “desatualizado”. As vaias se tornaram cada vez mais incisivas. Falei para a professora Mônica sentada ao meu lado: “Por que esse homem não pára, com todas essas vaias?”. Pareciam antes estimular o engenheiro. Alteou a sua voz, elevando-a a um tom provocador.

O engenheiro cumpriu seu papel dentro do ritual previsto. Nada de admitir que o projeto possa trazer também consequencias adversas, irreversíveis. Aulas de pedagogia não devem constar da grade curricular de uma faculdade de engenharia. Assim o engenheiro não teve nenhum preparo para lidar com situações diferentes das que ele conhece no âmbito empresarial. Não conseguiu envolver a platéia, de modo especial os indígenas presentes. Perdeu as estribeiras e apelou para a arrogância. Por que não fez uma exposição mais simples para todo mundo entender? Por que não dividiu sua palestra em duas partes? Poderia, se assim o quisesse, falar primeiro das vantagens e dos benefícios que Belo Monte pode trazer. Em seguida abordaria com sinceridade e simplicidade as desvantagens, os prejuízos que, sem dúvida, a hidrelétrica irá causar. Mas nada disso aconteceu. Faltava franqueza e imparcialidade. O engenheiro transmitiu à platéia a sua convicção de que, haja oposição ou não, Belo Monte vai sair de qualquer jeito!

Quando após a palestra do engenheiro, o representante do Movimento dos Atingidos por Barragens, iniciou sua fala dizendo que os índios irão defender o Xingu para protegê-lo, ressoou de repente pelo ginásio um terrível grito de guerra. Os índios se levantaram e ergueram bordunas e facões e, em seguida, iniciaram uma dança movimentando-se em direção ao engenheiro. Vi os índios gesticular com facões e bordunas. Simbolizaram um ataque. Do lugar, onde eu estava, não pude observar que um dos fações resvalou no braço do engenheiro, ferindo-o. Quando consegui ficar mais próximo, percebi o corte no braço direito do engenheiro. Vi também como ele derramou toda uma garrafa de água mineral sobre o corte que sofreu. A intenção que teve, foi sem dúvida a de limpar a ferida, mas o resultado foi uma imensa poça d’água misturada com sangue que causou a tétrica impressão de que alguém havia sido esquartejado ou guilhotinado naquele mesmo instante. Inúmeras vezes esta mesma cena foi repetida nas reportagens de televisão. Sangue espalhada por toda parte. O engenheiro foi encaminhado para o hospital. Levou seis pontos e recebeu alta. Padre Renato Trevisan que tem uma larga experiência com o povo Kayapó, além de falar muito bem seu idioma, solicitou a um cacique que apaziguasse na língua Kayapó os espíritos excitados. O cacique pegou prontamente o microfone e falou a seu povo.

Nós, da coordenação e responsáveis pelo evento, ficamos espantados, muito aflitos e angustiados ao extremo. Imaginávamos logo a repercussão do acidente nos meios de comunicação. Havia gente nossa chorando convulsivamente. Ninguém se conformara com o acontecido. Tudo estava correndo tão bem, sem sobressaltos. E agora?

Afirmo com toda a ênfase e convicção que o corte com o facão que o engenheiro sofreu foi acidental. Muito lamentável, sem dúvida, mas jamais foi tentativa de homicídio, pois se os índios quisessem matar o engenheiro não o teriam atingido apenas no braço. Aliás, o próprio engenheiro em entrevista gravada para o programa “O Fantástico” da TV-Globo admitiu que foi um acidente. Repúdio e rejeito por uma questão de consciência a afirmação de que a agressão foi premeditada ou programada. São as forças antiindígenas que mais uma vez vêm à tona e agora se deleitam no macabro prazer de sustentar essa tese absurda.

A coordenação do evento veio imediatamente a público e falou do incidente lastimável. Redigimos uma nota em que lamentamos profundamente o ocorrido. Fui procurado por jornalistas e dei várias entrevistas a diversos canais de televisão. Mesmo assim, parte da mídia optou pela divulgação sensacionalista dos fatos o que engendrou todo tipo de comentário ao longo dos dias e semanas subsequentes. Condenaram sumariamente a Prelazia do Xingu e o seu bispo e as outras entidades coordenadoras do evento.

Pensávamos por alguns momentos até em encerrar o encontro, julgando que não houvesse mais clima para a continuação, mas, finalmente, decidimos cancelar apenas a passeata pelas ruas da cidade de Altamira e substitui-la por uma manifestação à beira do rio Xingu.

No dia 23 de maio representantes dos povos indígenas e gente que vive ao longo do Xingu e seus afluentes, gente do campo e da cidade e representantes dos movimentos sociais se deram mais uma vez as mãos à beira do rio Xingu. Mais uma vez os índios discursaram e dançaram. As mulheres com as crianças entraram n’água para demonstrar como amam o rio e como dependem dele.

Acabou o encontro Xingu Vivo para Sempre mas não acabou a luta em defesa desse rio maravilhoso e dos povos do Xingu. Foi lido o documento final em que os índios fazem questão de manifestar-se como “cidadãos e cidadãs brasileiras”.

“Vimos a público comunicar a nossa decisão de fazer valer o nosso direito e o de nossos filhos e netos a viver com dignidade, manter nossos lares e territórios, nossas culturas e formas de vida, honrando também nossos antepassados, que nos entregaram um ambiente equilibrado. Não admitiremos a construção de barragens no Xingu e seus afluentes, grandes ou pequenas, e continuaremos lutando contra o enraizamento de um modelo de desenvolvimento socialmente injusto e ambientalmente degradante, hoje representado pelo avanço da grilagem de terras públicas, pela instalação de madeireiras ilegais, pelo garimpo clandestino que mata nossos rios, pela ampliação das monoculturas e da pecuária extensiva que desmatam nossas florestas”.

“Queremos o Xingu vivo para sempre!”


Dom Erwin Kraütler é Bispo do Xingu e presidente do CIMI.

Fonte: sítio do senador José Nery (PSOL-PA) http://www.josenery.com.br

quarta-feira, 9 de julho de 2008

LULINHA OU DANIEL DANTAS???

DEU NO REPORTER DIÁRIO

Dantas

A prisão do banqueiro Daniel Dantas, dono do grupo Opportunity, por lavagem de dinheiro e evasão de divisas, não movimentou policiais federais em diligências complementares no Pará. Aqui, Dantas opera no mercado da pecuária. Em Belém e em Marabá, não há informação oficial da Polícia Federal de que o banqueiro esteja sendo investigado pela compra de grandes rebanhos bovinos na região sudeste paraense. Um delegado não descarta, contudo, que as PFs paulista e carioca requisitem a cooperação.

Conexão

Os negócios de Dantas no Pará ganharam conexão com a prisão do megainvestidor no sudeste do país depois que a PF e o MP Federal divulgaram em São Paulo o nome de Carlos Rodemburgo incluído na lista de executivos presos e ligados ao conglomerado empresarial de Dantas. Ex-cunhado do banqueiro e vice-presidente do banco Opportunity, Rodemburgo é apontado por pecuaristas paraenses como preposto de Daniel Dantas nas transações de compras de fazendas na região de Marabá.

SANTA BARBÁRA -

Complexo de fazendas: Cedro, Maria Bonita, Espirito Santo, Castanhais e outras adquiridas pelo Grupo opportunity, mas que na região todos dizem que são do LULINHA. Então qual a razão e a relação de Lulinha X Daniel Dantas???

PT de Bernadete, Ana Julia e Lula

DEU NA FOLHA

Advogado de Dantas diz ter papéis contra PT sobre a Brasil Telecom
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da Folha Online

Reportagem de Elvira Lobato publicada na Folha (íntegra disponível para assinantes do UOL e do jornal) revela que o advogado de Daniel Dantas, Nélio Machado, ameaçou divulgar supostos documentos contra o PT e atribuiu a prisão do banqueiro à guerra entre o Opportunity, fundos de pensão ligados a estatais, e a Telecom Itália pelo controle da empresa de telefonia Brasil Telecom.

Em entrevista à Folha, Machado afirmou que o empresário teria sofrido pressão do governo e de pessoas do PT sobre a disputa pelo controle da companhia telefônica. Segundo o advogado, Dantas entregou vários documentos à Justiça de Nova York como parte de sua defesa em ação judicial movida contra ele pelo Citigroup, nos EUA.

A ação foi extinta em abril, quando Citi e Opportunity fizeram acordo judicial para viabilizar a compra da Brasil Telecom pela Oi. "Não medirei esforços em trazer à baila tudo o que eu reputar relevante para preservar direitos básicos do meu cliente".

A ameaça de divulgação de documentos contra o PT foi recebida com ceticismo por executivos ligados à Brasil Telecom. A documentação que Dantas entregou à Justiça norte-americana, segundo eles, conteria acusações, sem provas, de tentativa de extorsão, e recortes de textos de jornais.

O grupo Opportunity foi fundado por Dantas em 1993. O banqueiro ganhou notoriedade ao se associar ao Citigroup para criar o consórcio que venceu a concessão de telefonia que criou a Brasil Telecom. Depois iniciaram uma disputa societária que só terminou com a venda da empresa para a Oi (ex-Telemar) no início deste ano. Durante essa disputa foi acusado, entre outras coisas, de espionagem.

terça-feira, 8 de julho de 2008

11 CONGRESSITAS SÃO RÉUS EM AÇÕES PENAIS

DOS 11 O PARÁ TEM DOIS: ASDRUBAL (PMDB) E LIRA MAIA (DEM)

Dos 88 congressistas que são candidatos nestas eleições, 11 são réus em ações penais. Há também um que está na lista de inelegíveis do TCU (Tribunal de Contas da União), que inclui agentes públicos acusados de desvio de dinheiro público.

Se estivesse em vigor o critério defendido pela AMB (Associação dos Magistrados Brasileiros) esses congressistas, que respondem por vários crimes, como estelionato, formação de quadrilha e desvio de verbas, poderiam ser impedidos de participar da disputa.

O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) se opõe ao veto por entender que, pela Constituição, até o julgamento final da ação ninguém pode ser punido ou culpado, mas a AMB tenta assegurar sua posição no STF.

No Congresso, também se discute o veto aos candidatos "ficha suja". A CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) do Senado pode votar hoje ou amanhã projeto que impede condenados em primeira instância de disputarem eleições.

Da lista de 11 deputados que são réus, 7 também respondem a outros processos ainda em investigação. É o caso dos deputados Lira Maia (DEM-PA), Paulo Maluf (PP-SP) e Aline Corrêa (PP-SP). Candidato à Prefeitura de Santarém (PA), Maia é investigado em dez processos e réu em dois deles: um por crime de improbidade administrativa e outro por crime de responsabilidade. Maluf e Aline disputam na mesma chapa a prefeitura paulistana. Candidato a prefeito, ele é investigado em sete processos e réu em outros três que tramitam no STF: dois por crime contra o sistema financeiro e um por crime de responsabilidade e desvio de verbas. A vice de Maluf é ré em ação penal no STF por formação de quadrilha, falsificação de documento público e crime de lavagem de dinheiro.

O coordenador da campanha Eleições Limpas da AMB, Paulo Henrique Machado, diz ser "expressivo" o fato de haver 11 congressistas-candidatos réus em ações penais, dois na Justiça Federal e o restante no STF. "É significativo se considerarmos que para o STF receber denúncia é mais difícil que para um juiz. Se [o STF] recebeu, há indicativo de indício consistente pelos fatos que [os denunciados] estão respondendo."

O deputado Asdrúbal Bentes (PMDB-PA), candidato à Prefeitura de Marabá, também é acusado de troca de votos por cirurgias de laqueadura em 2004. A Ação foi movida pot Tião Miranda (PTB) a quem Asdrubal nestas eleições queria o apoio.

ECOS DO MENSALÃO

O banqueiro Daniel Dantas, dono do Opportunity e da AGROPECUÁRIA SANTA BARBÁRA foi preso pela Polícia Federal em sua residência, no Rio de Janeiro, na manhã desta terça-feira (8/7). Dantas é acusado pelos agentes federais de comandar “uma grande organização criminosa, envolvida em diversos crimes” – termos do comunicado da PF. Segundo a PF, “para a prática dos delitos, principalmente desvio de verbas públicas, o grupo possuía várias empresas de fachada”. O ex-prefeito de São Paulo, Celso Pitta, e o investidor Naji Nahas também foram detidos.

As prisões fazem parte da Operação Satiagraha, que investiga um esquema de desvio de verbas públicas, corrupção e lavagem de dinheiro. Cerca de 300 policiais cumprem 24 mandados de prisão e 56 de busca e apreensão nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília e Salvador. A sede do Opportunity, no Rio, é um dos alvos das buscas de documentos pelos agentes.

De acordo com informações no site da revista Veja, dez diretores do Opportunity também foram presos. Entre eles, estão Verônica Dantas, irmã e sócia do banqueiro; Arthur Carvalho, cunhado de Daniel Dantas; Dório Ferman; Eduardo Penido; Danielle Silbergleid; Maria Amália Coutrim; e Humberto Braz. Detidos no Rio, todos serão transferidos para São Paulo, de onde a operação é coordenada.



De acordo com a PF, a Operação Satiagraha é um desdobramento das investigações do mensalão, "suposto" esquema de compra de votos que sacudiu o primeiro mandato do governo Lula. A PF afirma que, a partir da investigação do esquema montado pelo publicitário mineiro Marcos Valério para intermediar e desviar recursos públicos, os agentes descobriram um segundo grupo de empresários e doleiros responsáveis pela lavagem do dinheiro. Além de fraudes no mercado de capitais, baseadas, sobretudo, no recebimento de informações privilegiadas, o grupo atuaria também no mercado paralelo de câmbio.

O Poicia Federal afirma que os presos devem ser indiciados por crimes de corrupção, lavagem de dinheiro, evasão de divisas, sonegação fiscal e formação de quadrilha. Eles permanecerão na carceragem da Superintendência Regional da PF em São Paulo

DANIEL DANTAS PRESO

A Polícia Federal prendeu nesta terça-feira (8) o banqueiro Daniel Dantas, dono do banco Opportunity, o ex-prefeito de São Paulo Celso Pitta e o empresário Naji Nahas. De acordo com a PF, foram expedidos 24 mandados de prisão e 56 de busca e apreensão. Ainda não há informações sobre quantos mandados foram cumpridos. A PF informou que os três detidos encabeçam uma suposta quadrilha que teria cometido crimes financeiros.
A Operação Satiagraha investiga desdobramentos do caso mensalão. Segundo informações da Polícia Federal, trata-se de uma investigação iniciada há vários anos e que traz informações repassadas pelo Supremo Tribunal Federal para a Justiça Federal de São Paulo.

Para quem não sabe quem é Daniel Dantas é o sócio do LULINHA e proprietário da AGROPECUÁRIA SANTA BARBARA - um conjunto de fazendas adquiridas nos ultimos dois anos na regiao Sul e Sudeste do Pará, sendo o maior rebanho bovino da região.

E o dinheiro vem dá onde?????

segunda-feira, 7 de julho de 2008

domingo, 6 de julho de 2008

A FARSA DA COLÔMBIA

As TVs continuam nos encharcando de Ingrid Betancourt, Farcs etc. Nada sobre a verdadeira face do governo de Álvaro Uribe, o narcotraficante amigo de Pablo Escobar que se tornou o preferido dos Estados Unidos na América Latina.
Uribe está em grave conflito com o Judiciário, ante as evidências de que seu grupo continua metido com drogras, terrorismo e assassinatos políticos. Sem falar da tortura de presos políticos, tão institucionalizada nas prisões colombianas quanto nas do Brasil ou da Argentina no tempo das ditaduras.
Um primo senador de Uribe e outras dezenas de parlamentares uribistas estão presos neste instante, por ordem judicial, sob acusação de paramilitarismo, tráfico de cocaína e e assassinato de mais de 1.000 (repito: mil) dirigentes sindicais e comunitários opositores do governo.Em que grande jornal, revista ou TV você viu isso com o devido destaque? blog: Walter Rodrigues

Romper o cerco e politizar a eleição

Afrânio Boppré www.socialismoeliberdade.org.br



Qual a estratégia do PSOL para a campanha eleitoral de 2008? Esta importante pergunta deve ser respondida a luz de uma definição mais precisa do ponto de vista conceitual. Estratégia é caminho que, se trilhado, acreditamos reunir condições de nos fazer chegar a um determinado objetivo.

Quando se trata de política, este caminho contém elementos de certeza, mas também é farto em incertezas, armadilhas e imensas dificuldades.

Portanto, nenhuma estratégia é pronta e acabada. No decorrer do percurso haverá múltiplas necessidades de responder taticamente. Logo, toda tática está subordinada a uma estratégia e toda estratégia subordinada ao seu objetivo. Sendo assim, devemos nos perguntar também: quais os objetivos do PSOL para as eleições de 2008?

É certo que os setores dominantes tentarão construir uma falsa polarização entre duas alternativas confiáveis para eles. Uma espécie de estadunização (EUA) da política brasileira (democratas versus republicanos ou oposição de direita versus lulo-petismo), sendo que, para o PSOL, a depender da vontade da classe dominante, está reservado o ostracismo e a marginalização. No entanto, é bom frisar que a burguesia não tem controle absoluto sobre o jogo político e, no cenário latino-americano, por exemplo, vem acumulando sucessivas derrotas.

Neste sentido, fica claro que um dos objetivos do PSOL é romper o "cerco" da classe dominante, não se submeter a ela.

O PSOL encontra-se diante de grandes desafios que poderão converter-se em objetivos com respectivas estratégias: assumir-se nacionalmente enquanto partido; negar sua "folclorização"; constituir-se enquanto pólo aglutinador da esquerda socialista no país; difundir o socialismo, dentre outros. Todos eles trazem consigo um tema que é transversal, ou seja: a escala. Os geógrafos sabem da importância das escalas. Na cartografia, por exemplo, ao escolher a escala 1/20.000 se consegue visualizar determinadas coisas e se perde outras. Já quando se escolhe 1/5.000 o resultado é outro.

Tudo é uma questão de opção, que está vinculada com o interesse e os objetivos. Neste momento estamos diante do debate entre escala nacional ou municipal da eleição. O lulo-petismos, confiante nos índices de popularidade de Lula, já deu sinais claros de que pretende nacionalizar e a oposição de direita escolheu a escala municipal; e o PSOL?

Vejam! O nacionalizar do petismo é um apelo plebiscitário entre as opções de governo FHC e Lula; entre o debate de qual neoliberalismo fez mais; sobre a banalização da corrupção; sobre a política econômica "segura e confiável" e a farsa do PAC. Já o DEM e o PSDB vão discutir os problemas municipais sem vinculá-los ao nexus causal do sistema capitalista (violência, trânsito, desemprego, saúde, educação etc.).

Minha opinião, que está aberta ao debate, é a de que o PSOL deve ser flexível às escalas. Nacionalizar e municipalizar sempre com o firme objetivo de politizar o debate e esclarecer o que vem a ser efetivamente esquerda no Brasil de hoje. Politizar e romper o cerco.


Afrânio Boppré é da Executiva Nacional e Presidente do PSOL- SC.

sábado, 5 de julho de 2008

FICOU ASSIM:

O PSOL VEM COM FORÇA TOTAL

EM JACUNDÁ:

Professora Francilene Rocha para prefeita

Em TUCURUÍ

Professor Jonatas para prefeito

Em CANAÃ DOS CARAJÁS

Julio Oliveira e Pr Eudes

Em PARAUAPEBAS
O Médico Fonoaudiólogo Marden Lima e o lider estudantil Branco

Em REDENÇÃO

O Professor, filósofo e poeta Milton

Em XINGUARA

Com uma chapa forte de candidatos a vereadores:

Deuzanira - Cooperativa de Reciclagem
Everaldo - Lider Estudantil
Paulinho - Portadores de Necessidades Especiais
Luzinete - Lider comunitária
Dijé - Conselheira da Cidade e do Campo
Dhieime - Desportista e Juventude
Estélia - Lider do Setor Marajoara 2
Keila - Sintepp e Lider comunitária do Setor Selectas

Em MARABÁ

Tibirica, Georgetwon, Joseane e Heiton confirmaram agora a pouco a este poster que são candidatos a vereadores pra valer.

INCRA ENTRA COM AÇÃO CONTRA VALE

Até que enfim....

Por meio de um relatório carimbado pela presidência do Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária), o governo federal acusa a Vale, segunda maior mineradora do mundo, de ter invadido uma área de assentamentos da União no sudeste do Pará para desenvolver um projeto bilionário de produção de níquel.
Segundo o documento, ao qual a Folha teve acesso, a mineradora Onça Puma, da Vale, indenizou diretamente, entre 2003 e 2007, 53 assentados para que saíssem de seus lotes.
Apesar de possuir o chamado 'direito de lavra' da área do DNPM (Departamento Nacional de Produção Mineral), a mineradora só poderia trabalhar na área com autorização da chefia do Incra.
Na área de interesse da mineradora, há 7.400 hectares localizados dentro dos dois assentamentos -o equivalente a quatro vezes a área do arquipélago de Fernando de Noronha.
Sem a mediação constante do órgão federal, a mineradora coagiu os lavradores a aceitarem as indenizações, segundo alguns deles afirmaram à Folha. A empresa nega a pressão.
De acordo com o relatório, as 'compras' dos lotes ocorreram por cinco anos. Nesse meio tempo, no final de 2005, a Vale comprou a canadense Canico, cujo principal ativo no país era o projeto da Onça Puma, inflado pela mineradora brasileira.
'Quem desencadeou essa situação foi a mineradora, que, mesmo ciente da ilegalidade da situação e sem haver recebido a autorização formal desta autarquia, fez as negociações com os assentados, com proposta altamente sedutora', aponta trecho do relatório do Incra.
'Estamos aguardando somente a passagem disso [pedido de autorização] pelo conselho [diretor do Incra]', afirma o diretor da Vale para o projeto Onça Puma, João Coral.
A capacidade do projeto é de 58 mil toneladas/ano de níquel, o que representaria uma renda bruta anual de US$ 2 bilhões. A Vale estima gastar US$ 2,2 bilhões no projeto, sendo que só no ano passado já foram aplicados US$ 537 milhões.
O resultado do investimento pode ser visto em Ourilândia do Norte (PA), próximo à área onde estão as reservas de níquel. Um esqueleto da enorme planta de beneficiamento do minério já está de pé na cidade.
Em alguns dos lotes ocupados pela empresa, ainda intactos, se vê placas com o seguinte aviso: 'Proibida a entrada. Propriedade do projeto de mineração Onça Puma'.

Indefinição

O documento do Incra seria apresentado à Vale na semana passada, mas a reunião com o comando da empresa foi adiada para final de julho, a pedido do Incra. No órgão, não há consenso sobre que rumo seguir após a constatação da invasão de parte dos projetos de assentamento Tucumã e Campos Altos.
Uma ala quer o confronto jurídico com a Vale, ou seja, que se coloque a procuradoria do órgão e a AGU (Advocacia Geral da União) para suspender o projeto. Outra ala, mais realista, aceita a negociação com a mineradora, pois sabe que, diante dessa polêmica, a ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) e o presidente Lula tendem a ficar do lado da mineradora.
Segundo normas do Incra, o assentado não é considerado dono da terra, e sim uma espécie de usuário. Ele não pode negociar o lote ou as benfeitorias construídas com dinheiro público. Se quiser abandoná-lo, ele comunica o órgão, que coloca outro sem-terra no local.
No caso da Onça Puma, o trâmite normal seria uma negociação direta entre a mineradora e o órgão, e não diretamente com os assentados. Procurado pela Folha, o presidente do Incra, Rolf Hackbart, não quis falar sobre o caso.
Ciente do relatório do Incra, a Abra (Associação Brasileira de Reforma Agrária), entidade de intelectuais e líderes de movimentos sociais, enviou ao BNDES uma representação na qual pede ao banco que 'adote as medidas cabíveis para suspender os financiamentos' à mineradora. O BNDES, que aprovou R$ 8 bilhões de investimentos para a Vale, está analisando o documento da Abra.

sexta-feira, 4 de julho de 2008

Belém: Marinor lidera a Frente de Esquerda

"Estou certa de que nossa candidatura é socialista e reúne os mais valorosos lutadores da esquerda paraense e se coloca na contra-mão da falta de ética e na falta de moral dos balcões de negócios (de quem dá mais na quitanda dos vices) e por conta disso, que até agora não se definiu a chapa majoritária dos atuais donos do Poder: PT e PMDB,embora os acertos da direita tradicional já estejam definidos: PSDB/DEM, PTB/PR etc.
As candidaturas majoritárias, em Belém, MARINOR BRITO -PREFEITA(PSOL) E ABEL RIBEIRO (PSTU) da Frente de Esquerda (PSOL, PSTU e PCB) tem orgulho e moral para se reinvindicar de esquerda e nossa coligação em 33 municípios do Pará seguem a mesma orientação política, programática e ideológica da capital.
Nossos candidatos e candidatas proporcionais são testados na luta diária do povo. Por isso, quero deixar claro, que participamos das eleições porque gostamos do bom combate.
As eleições também servem para organizar o povo e não temos dúvidas que seremos vitoriosos!Viva a Frente de Esquerda!" MARINOR BRITO

Debate sobre as hidrelétricas na Amazônia

Construção de usinas no rio Madeira pode aumentar o desmatamento, causar extinção de espécies e prejudicar saúde da população local. Jornalistas e especialistas debatem esses impactos ao vivo no IG na próxima sexta-feira. Assista!
Foto: Arquivo Ecoa
Na próxima sexta-feira (4 de julho), internautas poderão tirar suas dúvidas sobre a polêmica construção de hidrelétricas na Amazônia, durante o Talk Show 'Perguntas sem resposta sobre o Complexo do Madeira'. O programa, transmitido ao vivo pelo IG, às 18 horas, será um bate-papo com jornalistas e especialistas a partir do caso das hidrelétricas do rio Madeira, Santo Antônio e Jirau, em Rondônia, e vai interagir com o público pelo chat do portal.
No Talk Show, teremos ainda o lançamento nacional do livro 'Águas Turvas: alertas sobre as conseqüências de barrar o maior afluente do Amazonas', organizado pela ONG International Rivers.
O programa será apresentado pelo jornalista e diretor da ONG Amigos da Terra – Amazônia Brasileira, Roberto Smeraldi. Entre os debatedores estão confirmados os jornalistas Cláudio Ângelo (Folha de São Paulo), Daniel Rittner (Valor Econômico) e Thomas Traumann. A platéia será composta por acadêmicos, ambientalistas e profissionais do mercado que acompanham o tema de hidrelétricas na Amazônia e as do rio Madeira em particular.
Você também pode participar enviando a sua pergunta para o site Amazônia.org.br. As perguntas serão encaminhadas aos participantes e podem ser respondidas durante o evento ou pela equipe do site Amazônia.org.br.
Clique aqui e faça a sua pergunta.
Rio Madeira
O rio Madeira é o maior afluente do rio Amazonas e um dos mais importantes da região amazônica. Em Rondônia, estão em fase de licenciamento duas usinas hidrelétricas, chamadas de Santo Antônio e Jirau, que juntas pretendem gerar cerca da metade da energia da usina hidrelétrica de Itaipu.
A construção das hidrelétricas sofre forte pressão por parte de movimentos sociais e ambientalistas, devido aos impactos que o empreendimento pode causar ao meio ambiente, às comunidades locais e aos povos indígenas. Apesar disso, o governo já licitou a construção das usinas, alegando serem a única saída para conter um racionamento de energia a partir de 2012.

Fonte: Amazônia.org.br

quinta-feira, 3 de julho de 2008

LIBERDADE DE IMPRENSA

Já está tramitando no Senado Federal o projeto de lei de autoria do senador José Nery (PSOL/PA) que prevê a criação de regras para a gestão, administração e o funcionamento de emissoras de rádio e TV mantidas pelos legislativos federal, distrital, estaduais e municipais em todo País.
Entre os principais pontos do projeto está a criação de um Conselho Editorial e Artístico, formado por sete pessoas entre representantes dos parlamentares, diretores do canal e representantes dos servidores de comunicação das Casas Legislativas, além de representantes de entidades culturais e artísticas e também das entidades de classe dos jornalistas.
O projeto prevê também a exigência de que a direção dos canais seja exclusiva de servidores concursados dos legislativos. O senador José Nery explica que o projeto é resultado de uma série de encontros com profissionais das TVs do Senado e da Câmara. “A idéia é criar mecanismos o mais objetivos possível para garantir que as transmissões retratem a pluralidade de idéias e também que os profissionais de comunicação possam exercer suas atividades sem qualquer tipo de pressão de parlamentares ou das direções das Casas Legislativas”, diz.
Antes de apresentar o projeto, o senador do PSOL ouviu relatos de profissionais que foram vítimas de pressões no exercício profissional. A maior preocupação foi garantir a liberdade de expressão, por isso a exigência de que os cargos de chefia sejam exercidos por profissionais de carreira das Casas que estejam mais livres da pressão direta das Mesas Diretoras.

Fonte: Assessoria de Comunicação do senador.

EM CANAÃ

O PSOL sacramentou a candidatura de JUlio Oliveira para prefeito e do Pr. Eudes para vice.

Uma chapa com dez candidatos a vereadores e a força da juventude, trabalhadores, mulheres do campo e da cidade para dizer não ao continuismo.O movimento GLBTT tem um fortíssimo candidato que não se vende e não se rende.

NOTA DE SOLIDARIEDADE

O mandato do Senador Nery está acompanhando o caso do militante Marcos Souza Ferreira (Conselho Tutelar) que teve ua casa bombardeada pelo seguidores de um vereador estuprador da cidade. Portanto, além da solidariedade estamos providenciando proteção para o bravo companheiro.


Nota do Poster:
Os fofoqueiros até agora não se solidarizaram com o comparanheiro de partido.

E O DESESPERO CONTINUA...

As postagens intriguentas continuam a rondar na blogosfera, a começar pelo Messias SEM VOTOS e Rebelo que querem a todo custo provocar,insanizando um debate qeu não tem futuro.

O povo que gosta de uma intriga: que me diga os companheiros da Fl 29, Consulta Popular e o MST, todos aparteados pela força majoritária de MaRABÁ.

obs: Os fuxiqueiros agoram também são espião de quinta categoria: tentam advinhar viagens, reuniões e ainda desejam boa viagem.

obs. 2: Opâ!!! não vou viajar se quiser debater suas intrigas fique a vontade.

obs. 3 Há !! são espiões... são vários

quarta-feira, 2 de julho de 2008

terça-feira, 1 de julho de 2008

TUCURUÍ

NOITE DE FESTA NA BEIRA RIO

O Psol lançou ontem a noite a candidatura do professor Jonnatas Tucuruí, a convenção teve um marco histórico foi realizada em um bairro periférico: Beira Rio. Com a presença de uma multidão de militantes, simpatizantes e moradores o tom do discurso foi a temática de defesa da Amazônia e o lema da campanha a Periferia é o Centro.

Em Tucuruí as velhas raposas querem voltar e outras continuar. De uma lado o PMDB de Parsifal aliado ao PT lançaram juntos o candidato Joilson para enfrentar o atual prefeito Cláudio Furman PTB que quer seu quarto mandato. De um outro lado que também é o mesmo lado, o vice-prefeito Sancler PPS é candidato aliado ao PV do Dep. Deley e ao PSDB do Ex-prefeito Navegantes. Só resta para mudança o professor Jonnatas PSOL.

ELEIÇÕES 2008: DEPOIS DAS CONVENÇÕES

NAS PEGADAS DOS CANDIDATOS

Bernadete tem Caten PT bem que tentou mas não conseguiu atrair o aliado histórico PcdoB. Os comunistas cansaram de ser ludibriados pelos petistas, sempre só são lembrados na hora das convenções. Dessa vez o partido tomou rumo diferente, atraídos pela promessa de uma secretaria e mais o patrocínio para e eleição de um dos três candidatos, o PcdoB entrou no Barco do Salame pra valer.




João Salame

Parece que a campanha vai fazê-lo desqualificar o debate, com o tom pejorativo dizendo que existem “intelectualzinho que critica a gestão Tião Miranda por fazer asfalto”...e tantos outros deboches aos opositores durante o discurso na convenção, é o João aprendendo com Miranda.


E os Tucanos....

Com muita festa na convenção do Maurino (PR) na intenção de compor como vice, o PSDB terminou embarcando na disputa junto com o inimigo histórico o PMDB de Jader.


Pesquisa sem polarização

Os dados da pesquisa mostra que não há polarização entre os prováveis quatro candidatos. Todos estão no páreo, agora resta saber se o prefeito Tião “Eterno” Miranda vai eleger o “poste” como bem afirmou nos últimos dias. Baseado na sua popularidade e sua bendita arrogância o Eterno Miranda disse que qualquer que tivesse o seu apoio estaria eleito. È aguardar para confirmar!!



Blefou

A candidatura do médico Jorge Bichara nem saiu do discurso e logo foi sepultada com a incorporação do partido na coligação de Tião Salame. Os verdes que nos últimos dias estavam de vento em polpa para lançar Bichara tiveram que aderir as pressões do todo poderoso o elegedor de poste.

O MINISTÉRIO DA SAÚDE ADVERTE: O VICE FAZ MAL

O candidato a vice na chapa de João Salame PPS denominado de Tião Virtual vai dá muita dor de cabeça para o titular. O rapaz conseguiu transformar a saúde em um verdadeiro caos e ainda sonegava remédios a pacientes, tendo como conseqüência a cadeia

Os Radicais livres

Livres para fazer a campanha mais desatualizada da história de Marabá. Não conhecem a realidade e não tem programa de governo para dialogar com a sociedade. O que resta é apenas a garganta e muita balela e dom de atacar as pessoas.BATEU!! LEVOU!!