sexta-feira, 30 de maio de 2008

SERVIDORES EM GREVE

Na ultima quarta feira 28 em mesa de negociação, o Sr. Cláudio Puty, escancarou de vez, o método deste governo para enfrentar o movimento social organizado. Ao invés de atender a greve de trabalhadores, como um movimento legítimo em defesa das suas reivindicações, este governo, que teve apoio majoritariamente dos educadores para se eleger, pois carregava um simbolismo, fruto de luta históricas contra o autoritarismo, joga na luta do lixo a confiança nele depositada, ao tentar destruir este sindicato.

O Sr. Cláudio Puty representando o pensamento do Governo, defende que deve ser usado todos os meios para quebrar nosso movimento: descontar os dias parados, demitir os companheiros no estágio probatório, manter a cobrança de R$ 10 mil reais por dia, intensificar o assédio moral aos nossos companheiros, ou seja, não tem nenhum receio de usar práticas fascistas para tentar aniquilar o Sintepp.

FASCISTA E MENTIROSO: O Governo Ana Júlia mente quando diz que não pode garantir um reajuste maior, pois sabemos que a projeção da receita líquida para 2008 ultrapassa a cifra de R$ 9,2 bi e não R$ 6,9 bi, como diz o governo.

PROPOSTA INDEOROSA: A última “pérola” do Governo é reduzir o vale-alimentação no nível médio e fundamental, que já assinou com a Intersindical Estadual em R$ 80,00 e para nós da educação ficaria em R$ 60,00 (médio e fundamental) e aumentou para R$ 120,00 do nível superior.

ABONO FUNDEB: “Vamos estudar”. A comissão de negociação do Sintepp propôs avançar com relação ao abono do Fundeb, o governo responde que em torno de 20 dias “pode estudar” uma proposta.

"Queremos deixar registrado que o Governo é passageiro,
permanente é a nossa luta e nossa organização!" Eloi do comando de greve.

terça-feira, 27 de maio de 2008

PAULO "MENSALEIRO" ROCHA: Porta Voz da devastação.

DEU NO QUINTA EMENDA:

Novo Porta Voz

O deputado federal petista Paulo Rocha porfia animadamente com seu colega tucano Flexa "Devastação" Ribeiro. Na próxima sexta, 30, em Nova Déli, vai pressionar Lula e os governadores da região pela descompressão da peia ambiental nos predadores.
Sem novidades. Paulo "Mensaleiro" Rocha, enquanto não for punido pelos crimes assumidos que é acusado no STF, continuará na senda de safardanices que optou por enveredar.
No blog do Estado do Tapajós.

O coordenador da bancada de 82 parlamentares da Amazônia, deputado Paulo Rocha (PT-PA), também sugere ao governo um recuo no arrocho ambiental. E avisa: "Vamos usar a força da bancada para negociar com o Banco Central para evitar outro gargalo na região", diz."O governo quis dar um tranco, mas o lado empresarial precisa de um prazo maior para se adequar. Não pode cortar (o crédito). Tem que dar tempo para transição". Ele avalia haver uma "falsa polarização" na região. "O boi é importante, mas não se pode mais devastar para criar gado. E precisamos do reflorestamento para atender à siderurgia", analisa.A posição de Rocha será externada durante Fórum dos Governadores da Amazônia Legal, que terá a participação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, nesta sexta-feira, em Belém.
(Com informações do jornal Valor Econômico)

sexta-feira, 23 de maio de 2008

Senador na região

Senador José Nery Azevedo visita sul do Pará.

Neste sabado e domingo José Nery (PSOL) participa de uma ampla agenda em Redenção e Xinguara. os militantes do PSOl dos dois municípios aguardam a visita do senador para dar uma maior visibilidade ao mandato e oa partido na região.

Na segunda (26) vai ser a vez de Canaã dos Carajás e Marabá. Uma reunião com o diretório local de Canaã está marcada para o inicio da manhã de segunda feira. Os militantes vão ouvir do senador o seu empenho na luta em defesa dos direitos humanos e do acesso a terra.

Em Marabá José Nery participa de uma audiêcia as 14:00h na sede do Incra (SR-27) com representantes dos trabalhadores que foram desalojados do Complexo Forkilha na operação "paz" no campo e o Superintendente do INCRA Raimundo Oliveira.

GOVERNO: 10ª PESSOA A CAIR

A queda de Lúcia Penedo da Secretaria de Estado de Esporte e Lazer (SEEL),é marcada cmo a decima pessoa do governo Ana Julia a ser exonerada.A sua saida
era esperada há meses e não causou qualquer surpresa. Uma forte conjugação de fatores políticos e familiares contribuiu para que a indicada do deputado Alessandro Novelino (PMDB) caisse. Pois bem Lucia disputa na SEEL com o irmão da governadora que é o atual sub-secretário.

quinta-feira, 22 de maio de 2008

LIBERDADE AO PRESOS POLÍTICOS

PRESOS POLÍTICOS DO GOVERNO ANA JULIA "GABRIEL" JÁ ESTAO LIVRES PARA LUTAR

Desde a noite de ontem, 21, ganharam a liberdade os cinco dirigentes do MST e do MTM (Movimento dos Garimpeiros e Trabalhadores em Mineração) que foram presos pela Polícia Militar em Serra Pelada, no último domingo, durante a frustrada ocupação da sede da Cooperativa de Garimpeiros de Serra Pelada (Coomigasp). Na operação, realizada com violência, foram presos cerca de 40 garimpeiros, mas só as cinco lideranças foram transferidas, em avião do governo do Estado, para Belém. Esse detalhe revelou a verdadeira intenção por trás da ruidosa atuação das tropas policiais que se encontram acantonadas na região há mais de um mês: desarticular e intimidar o movimento de garimpeiros e sem-terra acampados às margens dos trilhos da Estrada de Ferro Carajás que passa dentro do Assentamento Palmares II.

A libertação de Wagner da Silva Cruz, Fábio dos Santos Bezerra e Eurivaldo Martins Carvalho, o Totô, todos dirigentes estaduais do MST, e de Etevaldo da Cruz Arantes e Eugênio Viana Barbosa, coordenadores do MTM, decorreu de decisão do juiz da Comarca de Curionópolis que não viu caracterizados os requisitos para manter a prisão em flagrante. De fato, ao promover a desocupação violenta do prédio da Coomigasp, a PM agiu como milícia privada, apoiando abertamente uma das facções em conflito. Sobre o atual presidente da entidade, Waldemar Falcão, pesa a suspeita de ser o mandante do assassinato, no dia 8 de maio, em Marabá, de Josimar Barbosa, que presidiu a cooperativa até recentemente. Só isso já seria suficiente para que o governo adotasse uma posição de maior cautela. Mas parece que a mão invisível de poderosos interesses continuam a dar as cartas, manobrando com habilidade os cordéis nos quais se enovelam governantes cuja estatura não pára de diminuir a cada uma de suas cada vez mais freqüentes decisões marcadas por insensata truculência.Essa têm sido a marca do Governo de Ana Júlia e seu aliado Jader Barbalho.

Avante na luta companheiros, porque PERDER A TERNURA JAMAIS!!

BELO MONTE 1




O QUE DIZ EDMILSON RODRIGUES:

Nesta semana mais uma vez a Justiça Federal liberou a realização de estudos sócio-ambientais visando a construção da Hidrelétrica de Belo Monte, na região do Xingu, no Pará. A decisão coube ao juiz Herculano Martins Nacif, da Vara Federal de Altamira, que revogou liminar que impedia que tais estudos fossem realizados antes da consulta às comunidades indígenas, como determina expressamente a Constituição Federal em seu artigo 231.



Com essa medida, abre-se novamente a possibilidade de se cometer uma violência inominável contra os direitos e a própria sobrevivência de milhares de índios que habitam aquela região. São nove nações indígenas, em dez Terras Indígenas, ocupando um total de 5,3 milhões de hectares. São os Juruna, os Assurini do Xingu, os Araweté, os Parakanã, os Kararaô, os Xikrin do Bacajá, os Arara, os Kuruaia e os Kaiapó.



A história do projeto de Belo Monte (antes denominada de Kararaô, que significa “grito de guerra” na língua Kaiapó) é longa e marcada por conflitos permanentes. Por mais de 25 anos as nações indígenas, as comunidades camponesas e a sociedade civil em todos os níveis vêm se levantando contra uma estratégia de construção de megaobras para o aproveitamento hidrelétrico da Amazônia, cujas principais conseqüências têm sido a produção de profundos danos sócio-ambientais irreparáveis e reprodução em escala ampliada da miséria de imensas parcelas da população da Amazônia.



Prevista para custar U$ 3,7 bilhões, inundando cerca de 400 km2 para produzir 11.182 MW de potência instalada, a usina de Belo Monte é apontada pelo governo federal como indispensável para que se evite um colapso no fornecimento de energia no país até 2010.



Esse discurso não é nem um pouco inovador. Na verdade, após um breve período de hesitação, o governo Lula manteve as mesmas diretrizes herdadas de seus antecessores, desde o regime militar até FHC. O cerne dessa política é continuar fornecendo energia firme e a preço subsidiado para os grandes monopólios eletrointensivos, cujos produtos, de baixo valor agregado, abastecem o mercado internacional, gerando um número cada vez mais insignificante de empregos. Essa foi a lógica da hidrelétrica de Tucuruí. E são os mesmos poderosos interesses – notamente das empresas de alumínio que já utilizam 8% de toda a energia produzida no País – que estão por trás de Belo Monte.



Romper com esse modelo é um imperativo para a sobrevivência não só das nações indígenas ameaçadas diretamente, mas também de tudo que a Amazônia representa como patrimônio do povo brasileiro.



O Ministério Público Federal já anunciou que irá recorrer da medida judicial. Para os procuradores Felício Pontes Jr e Marco Antonio Delfino de Almeida "a construção da usina hidrelétrica de Belo Monte nas condições jurídicas atuais equivale à edificação de um monumento ao desrespeito à Constituição".



Cabe aos movimentos sociais prosseguir com essa histórica luta de resistência , não deixando perecer o exemplo de bravura da índia Tuíra, da nação Kaiapó, que em 1989 demonstrou toda a indignação de seu povo ao aproximar um facão do rosto do então presidente da Eletronorte, José Antônio Muniz Lopes, produzindo uma imagem que correu o mundo como forma de denúncia de um crime que, após quase 20 anos, pretende-se perpetrar.


BELO MONTE 2

A imagem do engenheiro da Eletrobrás, Paulo Fernando Rezende, ensangüentado e cercado pelos guerreiros Kayapó, está correndo o mundo. A Folha de São Paulo, em primeira página, sapecou na legenda da foto: “Selvageria”. A expressão, carregada de significado e rancor ideológico, não deixa de revelar um sentimento de pânico. Afinal, alguma peça pode mesmo estar fora de ordem, com um bom potencial de turbar a marcha acelerada dos grandes projetos hidrelétricos na Amazônia. Um sinal de alerta capaz de inocular dúvidas no onipotente mercado, que já se assanha de olho no mega-leilão da usina de Belo Monte, previsto para 2009 – esses barrageiros são mesmo uns otimistas – apontada como a jóia da Coroa (na verdade, um dote de mais de US$ 7 bilhões).

Ainda é cedo para se saber ao certo o que detonou a reação dos integrantes das diversas etnias que se encontram reunidos em Altamira, reeditando, 19 anos depois, o histórico encontro de povos indígenas do Xingu. Talvez uma frase mal-colocada – “Nós iremos à guerra para defender o Xingu” - cujo sentido abstrato pode não ter sido apreendido corretamente pelos indígenas. Ou, quem sabe, a explosão decorreu de um lento acúmulo de frustrações e humilhações que esses povos enfrentam há décadas. Porém, as causas mais profundas são de amplo conhecimento e resultam de cinco séculos de cruel e sistemático etnocídio, realizado sempre em nome dos valores do progresso e civilização.Parabéns aos Tuìras.

BELO MONTE 3

Caros/as,

Uma fonte indispensável para conhecer mais sobre a questão de Belo Monte é o livro Tenotã-Mõ - Alertas sobre as consequências dos projetos hidrelétricos no rio Xingu (2005, 341p), organizado pelo professor A. Oswaldo Sevá, da Unicamp.
O livro pode ser baixado, gratuitamente, pelo link abaixo.

http://www.viomundo.com.br/denuncias/tenotamo-site-estreia-novo-servico-oferecendo-livro-que-explica-campanha-contra-barragem-no-xingu/

quarta-feira, 21 de maio de 2008

SOLIDARIEDADE AOS PRESOS POLÍTICOS DO GOVERNO DO PT/PMDB

MST-PA faz esclarecimento sobre prisões no Pará

20/05/2008

Leia a seguir nota do MST sobre protesto do MTM (Movimentos de Trabalhadores e Garimpeiros na Mineração) e prisões de garimpeiros e trabalhadores rurais no Pará.

1- Desde 7 de abril, mais de 2 mil trabalhadores organizados no MTM (Movimentos de Trabalhadores e Garimpeiros na Mineração) se encontram acampados às margens da Estrada de Ferro Carajás (EFC), no assentamento Palmares, em Parauapebas, sudeste do Pará. Os garimpeiros exigem uma negociação com o governo federal, por meio do Ministério de Minas e Energia, e com o governo do Estado do Pará.

2- Os governos federal e estadual não cumprem o papel do Estado e não abriram canais de negociação com o MTM, ignorando suas legítimas demandas e as manifestações que acontecem desde abril. Os garimpeiros organizaram duas manifestações na EFC, nos dias 17 de abril e 13 de maio, com a interdição pacífica da estrada de ferro. A imprensa empresarial fez uma cobertura parcial dos protestos do MTM, deixando de lado as suas reivindicações. O governo segue a mesma linha e se recusa a abrir negociação com os trabalhadores do garimpo.

3- A sede da Coomigasp (Cooperativa de Mineração dos Garimpeiros de Serra Pelada), em Curionópolis (697 km de Belém), na região de Serra Pelada, foi ocupada pelos integrantes do MTM, em 18 de maio, pelas seguintes razões:

a) Foi assassinado o ex-presidente da Coomigasp, Josimar Barbosa, em 8 de maio, em Marabá, a mando da atual diretoria da cooperativa.

b) A diretoria da Coomigasp mantém um convênio para a exploração da cava de Serra Pelada com a empresa mineradora Vale e Colossus, que exclui dos seus benefícios 80% da classe garimpeira, especialmente aqueles que estão organizados no MTM.

4- Na ação da ocupação da sede da Coomigasp, em Serra Pelada, coordenada pelo MTM, foram presos e detidos mais de 40 pessoas e três integrantes do MST, que estavam no protesto em solidariedade à luta dos garimpeiros.

5- A Polícia Militar agiu com truculência e feriu dezenas de garimpeiros. Depois, 13 pessoas foram levadas para o quartel da PM de Parauapebas e cinco foram presas em Belém. Foram detidos dois dirigentes do MTM, Etevaldo Arantes e Eugênio Viana, e três integrantes da coordenação estadual do MST, Eurival Martins (Totô), Wagner da Silva e Fabio dos Santos, que estão detidos na penitenciária de Coqueiros.

6- Diante desses acontecimentos, o MST manifesta apoio aos garimpeiros acampados e ao MTM e exige a libertação dos presos políticos que defendem um nova forma de gerenciamento das riquezas minerais do país e a Reforma Agrária. A prisão dos militantes do MST e do MTM tem motivação política por parte do governo do Estado e do Judiciário paraense, que cedeu às pressão da Vale.

Marabá, 19 de Maio de 2008

COORDENAÇÃO ESTADUAL DO MST-PA

NOTA DO POSTER:Como dirigente partidário presto toda solidariedade aos companheiros presos políticos do governo do PT/PMDB. LIBERDADE JÁ!!!

GOVERNO PRIVATIZA RIOS

Sobre o leilão da Usina Hidrelétrica Jirau

O Movimento dos Atingidos por Barragens considera que o leilão da Usina Hidrelétrica Jirau, que aconteceu na segunda feira dia 20 é mais um episódio da entrega do patrimônio nacional aos interesses das grandes empresas, tal como aconteceu no processo de privatização das estatais brasileiras.

Porém o leilão da hidrelétrica Jirau, assim como foi o leilão da hidrelétrica Santo Antônio, possui um agravante: além do investimento público na construção, possibilita o saqueio dos recursos naturais da Amazônia através da criação de hidrovias para o transporte da madeira (muitas vezes ilegal) e de minérios, além de criar um corredor para o escoamento da soja que vem sendo produzida na região amazônica. Se não bastasse, a construção de Jirau abre definitivamente a fronteira amazônica para a construção de grandes empreendimentos energéticos, seja para a construção de novas usinas hidrelétricas, ou para a plantação de cana-de-açúcar e produção do etanol, agravando a destruição da floresta.

O custo total para a construção da UHE Jirau é de R$ 8,7 bilhões, que somados ao custo das demais obras previstas para o Complexo Madeira, chega a um total de R$ 43 bilhões. Este valor equivale a um investimento de R$ 113 mil para cada habitante da capital do estado de Rondônia. Cabe lembrar que Porto Velho ocupa o 1498° lugar no ranking nacional do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH-M 2000). Mesmo assim, o governo prefere investir dinheiro público para beneficiar somente as grandes empresas do setor energético.

O MAB denuncia que um dos consórcios em disputa é liderado pela mesma empresa que elaborou os estudos de viabilidade da obra, a Odebrecht, que também faz parte do consórcio que ganhou o leilão da UHE Santo Antônio e da AHE Marabá. Portanto, a denúncia é de que a Odebrecht, e as demais empresas que fazem parte do consórcio, estão se tornando donas dos rios amazônicos.

Por fim, seria interessante que o governo federal e a Aneel respeitem os interesses do povo brasileiro, que não se curvem aos interesses do capital e que cancelem o leilão da UHE Jirau e os projetos de hidrelétricas nas bacias dos rios Amazonas, Tocantins e Araguaia.

O FALANTE CURIÓ

BREVE: Um artigo onde será retratado as perípecia do falante e fanático pelo poder: CÙrió

No Brasil ao contrário do que acontece na Argentina, onde a Lei de Anistia está sendo revista para que torturadores, genocidas e violadores dos direitos humanos sejam julgados por seus crimes, bandidos confessos do regime militar viram celebridades, escritores, prefeitos e figuras de destaque do cenário nacional. Um exemplo disso é o famigerado carrasco da Guerrilha do Araguaia ex-capitão do Exército e atual prefeito de Curionópolis, Sebastião Rodrigues de Moura, mais conhecido por Major Curió.

NOTICIAS DE ONTEM:

O QUE ROLA NOS JORNAIS:

***
Senado libera a venda de bebidas alcoólicas em rodovias brasileiras


***Sem Marina, licença pode sair mais rápido, diz Lobão

***PF desarticula esquema de exploração ilegal de carvão em áreas protegidas


O QUE DISSE O MINISTRO LOBÃO SOBRE A SAÍDA DE MARINA DO MMA

Para o ministro Edison Lobão (Minas e Energia), a troca de Marina Silva por Carlos Minc no Ministério do Meio Ambiente vai facilitar a emissão das licenças ambientais que faltam para que as obras das hidrelétricas do Complexo do Madeira comecem.
"Tenho esperança muito grande de que isto [processo de licenciamento] possa melhorar. A ministra é uma querida amiga minha, colega do Senado, mas era bastante exigente nesse licenciamento. Espero que o novo ministro possa ter uma compreensão maior para a necessidade de rapidez nessas decisões. É bom ser exigente, mas com rapidez", disse o ministro Lobão, pai do senador Lobinho, amigo do Lobo mau José Sarney.

NOTA DO POSTER: Nester momento acontece em Altamira o Encontro de Povos Indígenas para tratar sobre a construção da Hidrelétrica do Belo Monte (Xingu). Várias TUÍRAS estão por lá.

terça-feira, 20 de maio de 2008

ANA JÚLIA, MANDA DIZER ATRAVÉS DE SEUS ACECLAS QUE VAI MANDAR PRENDER LIDERANÇAS DO MOVIMENTO

TRABALHADORES ESTÃO PREPARADOS PARA ENFRENTAR O GOVERNO TIRANO DO PT/PMDB


Os trabalhadores em educação continuam em greve, esta decisão é fruto da indignação de ver a “Justiça” considerar “abusivo” o nosso movimento, a mesma “Justiça”, que inocenta o mandante do assassinato da irmã Dorothy e absolveu Almir Gabriel e o comandante do Massacre do Eldorado do Carajás.

ANA JÚLIA E A JUSTIÇA TENTAM CALAR A VOZ DO SINTEPP – no mesmo dia em que se comemorou os 30 anos de greve da Scania no ABC Paulista, com Lula à frente, greve esta que desafiou a LSN (Lei de Segurança Nacional) da ditadura. Ana Júlia reedita o mesmo procedimento autoritário, cobrando 10 mil reais por dia parado do Sintepp e desconto nos contracheques dos servidores.


A CATEGORIA NÃO SE DOBRA – A tentativa da Governadora Ana Júlia é destruir o Sindicato que tem 25 anos de luta, que não se curvou a Alacid Nunes, Hélio Gueiros, Jader Barbalho, Almir Gabriel e Simão Jatene e não se curvará a este governo traidor da esperança depositada pelo povo do Pará

MAIS PRESOS POLÍTICOS NO GOVERNO ANA JULIA "BARBALHO"

A Polícia Militar do Pará mantém detidas desde o domingo à tarde 40 pessoas presas na sede da Cooperativa de Garimpeiros de Serra Pelada (Coomigasp) no município de Curionópolis. Dentre os detidos estão líderes do MST e dO MTM .

Com a possibilidade de conflito entre os grupos que lutam pelo comando de Serra Pelada, a PM agiu de forma violenta e bruta contra dezenas de trabalhadores: foram presos, entre outros, quatro líderes de movimentos sociais: Vagner da Silva Cruz, Fábio dos Santos Bezerra e Erivaldo Martins Carvalho, o Totó, todos do MST, e Etevaldo da Cruz Arantes, presidente da Coopserra.

BELÉM

Transferidos para Belém, eles foram levados para a Divisão de Operações Especiais (DIOE), autuados em flagrante e, após os procedimentos policiais, encaminhados para uma das unidades do presídio do Estado, onde permanecerão à disposição da Justiça.

O QUE DIZ O GOVENRO MENTIROSO DO PT/PMDB?


"Diante do quadro de tensão e violência criado na região, o Governo do Estado decidiu coibir qualquer ato que, a pretexto de pressões políticas, venha resultar em desestabilização de ordem social e desrespeito à lei. O governo do Estado do Pará continuará defendendo o diálogo como principal ferramenta para a pacificação dos conflitos e não admitirá qualquer forma de desafio ao estado de direito".

"O Governo do Estado do Pará continuará defendendo o diálogo como principal ferramenta para a pacificação dos conflitos e não admitirá qualquer forma de desafio ao estado de direito. (Secom) "

CARTA DE FREI BETO A MARINA DA SILVA

Querida Marina FREI BETTO

Caíste de pé! Tu eras um estorvo àqueles que comemoram, jubilosos, a tua demissão, os agressores do meio ambiente
CAÍSTE DE pé! Trazes no sangue a efervescente biodiversidade da floresta amazônica. Teu coração desenha-se no formato do Acre e em teus ouvidos ressoa o grito de alerta de Chico Mendes. Corre em tuas veias o curso caudaloso dos rios ora ameaçados por aqueles que ignoram o teu valor e o significado de sustentabilidade.

Na Esplanada dos Ministérios, como ministra do Meio Ambiente, tu eras a Amazônia cabocla, indígena, mulher. Muitas vezes, ao ouvir tua voz clamar no deserto, me perguntei até quando agüentarias.
Não te merece um governo que se cerca de latifundiários e cúmplices do massacre de ianomâmis. Não te merecem aqueles que miram impassíveis os densos rolos de fumaça volatilizando a nossa floresta para abrir espaço ao gado, à soja, à cana, ao corte irresponsável de madeiras nobres.

Por que foste excluída do Plano Amazônia Sustentável? A quem beneficiará esse plano, aos ribeirinhos, aos povos indígenas, aos caiçaras, aos seringueiros ou às mineradoras, às hidrelétricas, às madeireiras e às empresas do agronegócio?
Quantas derrotas amargaste no governo? Lutaste ingloriamente para impedir a importação de pneus usados e a transformação do país em lixeira das nações metropolitanas; para evitar a aprovação dos transgênicos; para que se cumprisse a promessa histórica de reforma agrária.

Não te muniram de recursos necessários à execução do Plano de Ação para a Prevenção e Controle do Desmatamento da Amazônia Legal, aprovado pelo governo em 2004.

Entre 1990 e 2006, a área de cultivo de soja na Amazônia se expandiu ao ritmo médio de 18% ao ano. O rebanho se multiplicou 11% ao ano. Os satélites do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) detectaram, entre agosto e dezembro de 2007, a derrubada de 3.235 km2 de floresta.

É importante salientar que os satélites não contabilizam queimadas, apenas o corte raso de árvores. Portanto, nem dá para pôr a culpa na prolongada estiagem do segundo semestre de 2007. Como os satélites só captam cerca de 40% da área devastada, o próprio governo estima que 7.000 km2 tenham sido desmatados.

Mato Grosso é responsável por 53,7% do estrago; o Pará, por 17,8%; e Rondônia, por 16%. Do total de emissões de carbono do Brasil, 70% resultam de queimadas na Amazônia.

Quem será punido? Tudo indica que ninguém. A bancada ruralista no Congresso conta com cerca de 200 parlamentares, um terço dos membros da Câmara dos Deputados e do Senado Federal.
E, em ano de eleições municipais, não há nenhum indício de que os governos federal e estaduais pretendam infligir qualquer punição aos donos das motosserras com poder de abater árvores e eleger ($) candidatos.

Tu eras, Marina, um estorvo àqueles que comemoram, jubilosos, a tua demissão, os agressores do meio ambiente, os mesmos que repudiam a proposta de proibir no Brasil o fabrico de placas de amianto e consideram que "índio atrapalha o progresso".
Defendeste com ousadia nossas florestas, nossos biomas e nossos ecossistemas, incomodando quem não raciocina senão em cifrões e lucros, de costas para os direitos das futuras gerações. Teus passos, Marina, foram sempre guiados pela ponderação e pela fé.
Em teu coração jamais encontrou abrigo a sede de poder, o apego a cargos, a bajulação aos poderosos, e tua bolsa não conhece o dinheiro escuso da corrupção.

Retorna à tua cadeira no Senado Federal. Lembra-te ali de teu colega Cícero, de quem estás separada por séculos, porém unida pela coerência ética, a justa indignação e o amor ao bem comum.

Cícero se esforçou para que Catilina admitisse seus graves erros: "É tempo, acredita-me, de mudares essas disposições; desiste das chacinas e dos incêndios. Estás apanhado por todos os lados. Todos os teus planos são para nós mais claros que a luz do dia.

Em que país do mundo estamos nós, afinal? Que governo é o nosso?"
Faz ressoar ali tudo que calaste como ministra. Não temas, Marina. As gerações futuras haverão de te agradecer e reconhecer o teu inestimável mérito.
________________________________________
CARLOS ALBERTO LIBÂNIO CHRISTO, o Frei Betto, 63, frade dominicano,

quinta-feira, 15 de maio de 2008

REDENÇÃO: Audiência debate Operação "guerra " no Campo

"Paz" no Campo volta ao debate em Audiência Pública em Redenção

A Operação Paz no Campo, deflagrada pelo Governo de Ana Julia "Gabriel" ainda em 2007 e que culminou com denúncias de violência contra trabalhadores rurais no sul do Pará, volta mais uma vez ao foco em Audiência Pública que acontece nesta quinta-feira (15.05), no município de Redenção. Convocada pela Comissão de Direitos Humanos da Assembléia Legislativa, presidida pelos deputados Bernadete Tem Caten (PT) e Arnaldo Jordy (PPS), a audiência deve colocar frente a frente autoridades e agricultores envolvidos nos acontecimentos que resultaram em torturas, agressões e prisões de trabalhadores.

Realizada conjuntamente pelo Exército, polícias Militar e Civil e outros órgãos públicos no Estado do Pará, a Operação Paz no Campo teria como objetivo atuar frente a milícias armadas na região. A ação, no entanto, acabou denunciada por integrantes da Comissão Pastoral da Terra (CPT) e do Programa Estadual de Proteção de Defensores de Direitos Humanos, que recolheram depoimentos de lavradores relatando a prática de tortura por parte dos policiais que atuaram em uma das áreas do complexo Forkilha, em Santa Maria das Barreiras, no sul do Estado. Os trabalhadores foram submetidos a espancamentos, afogamentos e sufocamentos com sacos plásticos para que revelassem a existência de armas em seus acampamentos.

Para a audiência desta quinta-feira, já confirmaram presença o senador Flexa Ribeiro (PSDB);Ribamar Ribeiro Junior Representando o Senador José Nery ( PSOL) os deputados federais Giovani Queiroz (PDT) e Zequinha Marinho (PMDB); a representante da OAB Nacional, Mary Cohen; da SDDH, Marco Polo; do Núcleo de Advogados do Povo, Felipe Nicolau; da Liga dos Camponeses Pobres, Nillo Halla; do Centro Brasileiro de Solidariedade aos Povos, Raquel Scarlatelli. Entre os orgãos governamentais, é esperada a presença da SEGUP, da SEJU, do Iterpa, do Incra, do Ibama, do MP, do TJE e da Ouvidoria Agrária.

Além da Fazenda Forkilha, também estarão representados na Audiência Pública em Redenção os assentamentos Bradesco, Vaca Branca e demais comunidades alvo da operação.

terça-feira, 13 de maio de 2008

MARINA DA SILVA: O QUE O AGRONEGÓCIO DESEJAVA!!

MARINA SAI E COM ISSO AGRADA OS DEVASTADORES E O AGRONEGÓCIO.

O motivo da demissão, segundo a ministra em carta ao presidente, foi a dificuldade que ela encontrou para prosseguir com a agenda ambiental e a insuficiente 'sustentação política' para as questões do setor.

Agora o governo vai colocar uma pessoa sacra que não vai ser vista como empecilho para as obras que se pretende fazer na AmazôniA.

BANCADA RURALISTA

Nem todos os parlamentares lamentaram a saída de Marina Silva da pasta do Meio Ambiente. O deputado federal Valdir Colatto (PMDB-SC), presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária, afirmou que agora a demissão de Marina irá desburocratizar o ministério. Para o parlamentar da bancada ruralista, Marina centralizava todas as questões de meio ambiente.

"Marina criou uma indústria de projetos através das ONGs e um sistema de cartório pelo qual tudo tinha de passar por ela. Hoje, se você quiser plantar alguma coisa, criar galinhas tem que pedir licença ambiental. Eu acho que ela deu um tiro no pé",

COMENTÁRIO DO POSTER:
Um governo subserviente como o LULA não dá para se esperar muita coisa.

NOTA DO PSOL – PARÁ

1. O Partido Socialismo e Liberdade (PSOL), no Pará, manifesta seu mais veemente repúdio à repressão policial que se abateu na manhã de hoje, 9, sobre uma manifestação pacífica de centenas de professores e servidores da rede estadual de ensino, em greve há 17 dias por reajuste salarial e por efetivas melhorias na caótica situação da educação pública paraense.

2. Sob ordens diretas da Casa Civil da governadora, a tropa de choque da PM investiu com extrema violência contra os servidores que interditavam naquele momento a rodovia Augusto Montenegro, em frente ao Palácio dos Despachos, em Belém, exigindo que as negociações com as autoridades do governo fossem retomadas. Ao invés de abrir negociação com os manifestantes e respeitar o direito constitucional de greve dos servidores públicos, a governadora Ana Julia (PT) preferiu trilhar o caminho do ataque frontal a uma categoria que nas últimas três décadas forjou a mais importante e representativa entidade sindical dos servidores públicos, o Sintepp.

3. Este fato ficou evidenciado não somente das cenas de truculência da PM espancando educadores em plena via pública, como já se manifestara desde a última quarta-feira quando o governo do Estado ingressou com uma ação na Justiça para tentar colocar a greve na ilegalidade e forçar o retorno ao trabalho, sob pena de pagamento diário de uma absurda multa de R$ 100 mil.

4. O PSOL expressa sua integral solidariedade aos trabalhadores em educação, pois reconhece como legítimas suas reivindicações. E, nesta oportunidade, exige da governadora Ana Julia o imediato abandono da postura repressiva, autoritária e truculenta, que tem servido para expor a abissal distância entre seu discurso e sua prática cotidiana. O único caminho para superar o atual impasse é o retorno do governo à mesa de negociação, no contexto do absoluto respeito ao direito constitucional de greve e à liberdade e autonomia sindical.

Belém, 09 de maio de 2008


Araceli Lemos
Presidente do PSOL - Pará

sábado, 10 de maio de 2008

HOMENAGEM



Para Sempre

“Por que Deus permite que as mães vão se embora? Mãe não tem limite, é tempo sem hora, luz que não se apaga quando sopra o vento e chuva desaba, veludo escondido na pele enrugada, água pura, ar puro, puro pensamento. Morrer acontece com o que é breve e passa sem deixar vestígio. Mãe, na sua graça, é eternidade. Por que Deus se lembra - mistério profundo - de tirá-la um dia? Fosse eu Rei do Mundo, baixava uma lei: Mãe não morre nunca, mãe ficará sempre junto de seu filho e ele, velho embora, será pequenino feito grão de milho”.


Carlos Drummond de Andrade


HOMENAGEM DO SEU FILHO

RIBAMAR RIBEIRO JUNIOR

sexta-feira, 9 de maio de 2008

BUSH: A BESTA FERA DO APOCALIPES

Esta semana, o mundo se chocou mais uma vez com as denúncias de tortura praticada pelo governo dos Estados Unidos na prisão na base de Guantánamo. Desta vez, os depoimentos tratam do caso do cinegrafista sudanês Sami al Haj, da TV Al Jazeera, que acaba de ser libertado, depois de ficar seis anos sob custódia do governo de George W. Bush. Ele foi acusado de ter entrevistado Osama bin Laden e ajudado a Al Qaeda como mensageiro. As acusações nunca foram comprovadas.

quinta-feira, 8 de maio de 2008

CAI A MÁSCARA: ANA JÚLIA TRAI OS MOVIMENTOS SOCIAIS E SUA PRÓPRIA HISTÓRIA!

NEM JADER ( seu aliado), NEM HÉLIO, NEM CARLOS SANTOS, NEM ALMIR E JATENE, ESCOLHERAM O JUDICIÁRIO PARA CONFRONTAR OS TRABALHADORES DA EDUCAÇÃO


Nesses 24 anos de existência, o SINTEPP tem sido a trincheira dos trabalhadores em educação na luta por uma educação pública de qualidade num compromisso histórico por transformações que avancem na perspectiva da construção de uma sociedade justa, fraterna, solidária. Não dá mais: para ver crianças se prostituindo, pessoas morando nas ruas, não queremos violência. Queremos que todos tenham oportunidade para se desenvolveram como seres humanos e como cidadãos.

Já houve diversas batalhas, umas mais longas outras mais curtas, umas perdidas, algumas vencidas. Os trabalhadopres da educação ja enfrentaram cassetetes, bombas, cães, cavalos e soldados. Foram feridos, humilhados, presos, processados, porém, nunca perderam a capacidade de se indignar diante de situações que ferem direitos mais básicos. Se houve recuo em alguns momentos foi para fortalecer para as batalhas futuras. Esse história, que iniciou ainda nos tempos da ditadura militar, quando valorosos companheiros e companheiras tiveram a coragem de enfrentar os generais e os coronéis, culminou com a criação, em 1983, da FEPEPP e deu origem à criação do maior sindicato de servidores públicos do Estado do Pará, o nosso SINTEPP, em dezembro de 1988.

Os professores estão enfrentando nova batalha. Em greve desde o dia 24 de abril os trabalhadores em educação da rede estadual cansaram de ouvir promessas de um governo que se elegeu sob a égide da mudança, com os votos de muitos servidores públicos, esperançosos por dias melhores. Mas essa esperança se transformou em revolta, quando o “governo popular” de Ana Júlia, ao responder à pauta de nossa categoria, apresenta uma proposta de reajuste salarial muito aquém das expectativas dos trabalhadores e trabalhadoras da educação, que amargam perdas salariais em cerca de 70%. Proposta esta que define o salário base dos educadores entre salário mínimo e R$ 431,56.

A greve ´ewutilizada como instrumento legítimo de pressão, consagrado na Constituição Brasileira, e não como instrumento político, como muitos que estão no governo estão dizendo e que já utilizaram desse instrumento nas lutas de sua categoria, inclusive a governadora como bancária que é. E a coisa não para por aí. O “governo popular” de Ana Júlia entrou com uma ação na justiça denominada de AÇÃO COMINATÓRIA DE OBRIGAÇÃO DE FAZER E NÃO FAZER COMINADA COM AÇÃO CONDENATORIA, ou seja, o “governo popular” pede a criminalização do nosso movimento e a condenação do nosso sindicato. Nunca, qualquer governo de períodos anteriores, escolheu a arena judicial para dirimir ou ameaçar os servidores públicos, mesmo em greves que duraram 90 dias. Com isso, o governo Ana Júlia tira a máscara de vez e mostra qual vai ser a atitude para com os movimentos que ousam denunciar as mazelas desse governo.

SEGUNDA RODADA

Daqui pouco participo da segunda rodada de negociação entre governo e garimpeiros, representando o mandato do Senador José Nery PSOL, estarei a disposição para debater SL 1 e outras proposições. Os representantes do governo qeu se prepare, ou apresentam medidas convincente, ou terão muito trabalho pela frente.

quarta-feira, 7 de maio de 2008

Duro Golpe

Nota distribuída à imprensa pelo senador José Nery

A absolvição do fazendeiro Witalmiro Bastos e Moura foi mais um duro golpe a todos os que lutam contra a impunidade e em favor dos direitos humanos no Pará.
Ao absolvê-lo, a justiça do Pará é novamente motivo de vergonha para todos os brasileiros. Num momento em que três bispos vêm a público denunciar ameaças de morte e num Estado onde há pelo menos 300 lideranças marcadas para morrer, a absolvição de um dos mandantes do bárbaro assassinato de irmã Dorothy Stang serve de senha para a impunidade e coloca ainda mais em risco a vida de todos os que lutam contra latifundiários, escravagistas contemporâneos e grileiros na Amazônia.

Ao mesmo tempo essa medida serve de incentivo a todos os mandantes de crimes bárbaros no Pará, afinal, apesar de toda a pressão de movimentos sociais nacionais e internacionais, mais uma vez, apenas os executores foram punidos. Os mandantes continuam impunes como tem sido praxe no Estado.

Por isso, é de revolta o sentimento que toma conta de todos nós que acompanhamos a luta de irmã Dorothy e de muitos outros paraenses de nascimento ou de coração contra a pobreza e a exploração dos menos favorecidos.

Revolta que após a incansável perseguição sofrida em vida, irmã Dorothy tenha sido vítima das mais torpes tentativas de desqualificação após sua morte. Como aceitar que se diga que seu assassinato foi em legítima defesa? Que perigos poderia representar uma senhora de 73 anos armada apenas com a Bíblia que sempre a acompanhou?

Atos como a absolvição do fazendeiro Witalmiro trincam as nossas esperanças por um mundo melhor, mas passado o choque, é hora de retomarmos a luta sabendo que muitas vezes enfrentaremos o banditismo pelo caminho, mas sem perder a coragem.

terça-feira, 6 de maio de 2008

NOTA SOBRE CURIÓ

Segue, assinada pela ex-deputada Araceli Lemos, presidente do diretório estadual do PSOL, uma nota refutando a informação publicada pelo Correio do Pará:



Não existe a menor hipótese do PSOL coligar com o prefeito Sebastião Curió (DEM). Os dirigentes do partido em Curionópolis são categóricos no desmentido: não participaram de nenhuma reunião visando coligar com o atual prefeito. A tendência do partido é caminhar em raia própria, lançando suas candidaturas e divulgando o programa partidário. O PSOL lá, e em todo o estado, não coligará em nenhuma situação com legendas de direita. Aliás, estão expressamente proibidos quaisquer acordos com o PT, PMDB e demais partidos conservadores e de direita, como o PSDB, DEM e quejandos.

Para arrematar, o PSOL, através do senador José Nery, cobrará da tribuna do Senado na sessão de amanhã, 7, uma posição do Ministério da Justiça no sentido de exigir, por todos os meios possíveis, que o prefeito Curió apresente os documentos secretos da repressão à Guerrilha do Araguaia que ele diz possuir. Estes documentos poderão revelar o destino de quase 60 militantes que até hoje estão na lista dos desaparecidos.



Araceli Lemos

Presidente Estadual do PSOL - Pará

ACAMPAMENTO DINA TEXEIRA

UM PASSO ATRÁS, DOIS A FRENTE

O tema da estratégia é obrigatório para quem se coloca a tarefa de pensar a transformação da sociedade. Não há como avançar com consciência dos riscos e das possibilidades de vitória sem observar, prever e planejar para alcançar o fim desejado.
Na história da humanidade, os termos estratégia e tática foram e são aplicados com diferentes conteúdos e intenções. Como forma de conhecimento, podemos passar em revista alguns momentos, estabelecer e fixar, a partir de períodos, os processos de guerras e lutas políticas, e perceber como algumas delas evoluíram e terminaram.
È assim que temos que compreender o recuo dos trabalhadores do Acampamento Dina Texeira, como uma estratégia necessária para se avançar na luta.

RÁPIDAS...

DNPM TEM SUA VERSÃO

O diretor-geral do DNPM, Miguel Nery, jogou um balde de água fria no barril de pólvora de garimpeiros que querem a reativação do garimpo de Serra Pelada. Embora prometa agilizar os processos de legalização de garimpeiros à atividade mineral, ele aconselhou os líderes do movimento, ontem, em Belém, a não cobrar a reabertura da lavra “com tanta veemência”. Nery disse ao MTM que não há garantia científica da existência de ouro no antigo garimpo.

NOTA DO POSTER: O Miguel Nery que nada tem have rcom o nosso senador que está empenhado nesta luta, deve não saber a dimensão da existencia cientifica, porém os dados oficiais que ficam guardados nas gavetas e cofres das mineradoras, são de fato a verdade.

PALAVRAS DE MARCO AURELIO MELO - ministro do Supremo Tribunal Federal

"Ora, daqui a pouco teremos de devolver a cidade maravilhosa aos índios". Tal afirmação, mesmo em forma de piada de péssimo gosto, saiu da boca de um dos onze ministros do Supremo na qual tramitam 33 ações que questionam a demarcação em terras contínuas em Roraima, que se aprovadas abrirão uma feroz temporada de caça e (novo) extermínio às nações indígenas que já possuem terras demarcadas. É muito sério e demarcam os tempos cinzentos para a luta pela sobrevivência dos povos indígenas no Brasil.


Crise dos alimentos vai ser debatida no Senado

O senador José Nery apresentou nesta terça-feira, requerimento à Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA) em que pede a realização de audiência pública para debater a crise mundial de preços dos alimentos e suas conseqüências no Brasil.

A audiência tem data prevista para a o dia 29 de maio. O senador quer que o debate reúna o relator para o Direito à Alimentação das Organizações das Nações Unidas, Jean Ziegler; os ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Reinhold Stephanes; do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Patrus Ananias de Souza e o professor titular de geografia agrária da USP e diretor da Associação Brasileira de Reforma Agrária (ABRA) Ariosvaldo Umbelino, além dos presidentes da Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária do Brasil e da Confederação Nacional Trabalhadores na Agricultura (Contrag).

PSOL APRESENTWA PROPOSTA DE REFORMA TRIBUTÁRIA

Uma verdadeira reforma tributária, que tribute adequadamente aqueles que possuem capacidade contributiva, é a proposta do PSOL. As medidas permitiriam a redução dos tributos incidentes sobre o consumo, beneficiando os trabalhadores e consumidores de baixa renda.

A bancada propõe o fim das isenções tributárias ao grande capital, com o fim da dedução de juros sobre capital próprio, da isenção de imposto de renda sobre a distribuição de lucros e dividendos e da isenção de imposto de renda sobre os ganhos dos estrangeiros na dívida interna. Outra proposta é a revisão da Lei Kandir, que, em 1996, isentou de ICMS os produtos primários e semi-elaborados destinados à exportação. Esta isenção produz uma perda de receita de cerca de R$ 12 bilhões anuais aos estados, recursos que faltam para a complementação de investimentos para os hospitais estaduais e municipais

Greve da educação no Pará questiona governo de Ana Júlia

ESCOLAS PARADAS, ANA JULIA A CULPA É TUA!!


Os profissionais da educação pública estadual do Pará estão em greve por tempo indeterminado desde o dia 24 de abril. A greve é uma resposta ao governo de Ana Júlia Carepa (PT) que, desde que assumiu o poder, apoiada pelo PMDB de Jader Barbalho, vem tratando a escola pública e os profissionais em educação da mesma forma como tratavam os tucanos da direita tradicional.

A proposta do governo é conceder “aumento” diferenciado: 6,5% para nível superior, 9,25% para nível médio e 10% para nível elementar, combinado com um vale-refeição de míseros R$ 50 mensais. Os trabalhadores, que já acumulam perdas de quase 70%, defendem 30% de reajuste emergencial e R$ 400 de vale-refeição. É importante ressaltar que o salário-base destes trabalhadores é o mínimo e que qualquer aumento não incide sobre a totalidade dos vencimentos. A greve é, também, por mais segurança e reformas das escolas, plano de carreira e eleições diretas pra diretor.

RUMO A EMATER

ESTÁ NA PAUATA DO GRITO DA TERRA 2008

A pauta de reivindicações do “Grito da Terra”, com realização em junho deste ano, foi entregue, ontem, a representantes do governo do Estado. O evento é promovido pela Federação dos Trabalhadores da Agricultura do Pará (Fetagri), desde 1990. O principal eixo para 2008, segundo a entidade, é a concretização de oito pré-assentamentos rurais estaduais e a continuação dessa política em outros pontos do Estado.


Também está na pauta o pedido de efetivação de 300 funcionários da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater), aprovados no último concurso público. Segundo Zuca a Emater recebeu um investimento de R$ 10 milhões, usados para a compra de carros, aparelhos de GPS, usados para mapear áreas rurais, computadores e lanchas.

“ Mas para operar essa estrutura, são necessários os técnicos, pois o contingente atual não vai dar conta da demanda dos novos financiamentos rurais”, completa. De acordo com Carlos, só o Plano Safra, do Ministério do Desenvolvimento Agrário vai oferecer R$ 500 milhões para projetos de agricultura familiar. A Emater atua na assessoria técnica desses projetos.

É AI QUE RIBAMAR ENTRA, APROVADO DESDE 2005 AGUARDA ANCIOSAMENTE SER CHAMADO PARA MAIS ESTA TAREFA NA VIDA PROFISSIONAL.

segunda-feira, 5 de maio de 2008

SUCESSÃO 2008: ANÁLISE DOS CANDIDATOS

DEU NO QUINTA EMENDA (www.quintaemenda.blogspot.com)


1) asdrubal não tem $$ e conta com o apoio do prefeito, oferecendo-lhe apoio em 2010 para deputado federal; responde a processo criminal no TSE por uso de esterectomias na eleições de 2004;

2) salame tem apenas o jornal para oferecer e deseja colocar-se como competitivo dentre os que estariam no grupo do prefeito, já que o vice - com quem tinha um acordo e agora desacordo - não se habilita; salame teve poucos votos em marabá e está usando seu jornal para se auto-promover a todo instante, embora tenha contas rejeitadas da última campanha e pode ter problemas quanto a isso; será se Tião esqueceu os males que ele lhe fez quando foi secretário de Veloso e articulava para que Tião não assumisse a prefeitura?

3)este, Ipojucan, por sua vez, encontra-se dividido entre suas empresas e a prefeitura, mas está bem abaixo nas pesquisas, é um nome do meio empresarial e conta com apoio da ACIM, Leo da LEOLAR e Vale, com quem tem contrato; sem gogó e sem propostas até agora;

4) ten catem foi condenada em ação de improbidade, mas se conseguir o apoio do PT se torna bastante competitiva pois este partido é o mais votados na últimas eleições em Marabá; se conseguir Maurino para sua chapa já pode considerar-se vencedora;

5) Jorge Bichara é o melhor nome, mas não terá apoio do próprio partido PV que tem entre suas filiadas Vanda Américo, ardorosa defensora de Tião e agora de Salame, diz-se por aí;

6) PSOL lança Félix Urano, militante do meio educacional, artista ex-militante do PT, que vai dar um bom trabalho, embora não ganhe - digo trabalho porque deve denunciar as falcatruas dos demais, assim como o PT fazia antigamente;

7) Maurino magalhães continua liderando as pesquisas, sabe-se lá porque talvez porque o povão o associe à Tião Miranda, ou ao período de apenas seis meses que passou na prefeitura e nada fez de importante, senão distribuir dinheiro em cultos às sextas feiras;

8) enquanto isso esperamos para saber a taxa de transferencia de Tião Miranda, e se de fato, ele está bem avaliado, tendo a seu favor, além da caneta, o fato de que desde 1986 conhece como poucos os bastidores e os meandros da política marabaense, quando seu irmão foi candidato com Haroldo Bezerra e este depois lhe indicou vice de Veloso e finalmente prefeito de Marabá, após o velho ter morrido.
Raimundo Marabaense

AGENDA EM DEFESA DA AMAZÔNIA

ENTREGA DA CARTA ABERTA AOS PRESIDENTES DA CÂMARA E DO SENADO E À SECRETARIA GERAL DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA

Já estão marcadas as seguintes audiências, todas no dia 6 de maio, terça-feira: às 10h30 com o Presidente da Câmara e às 11h30 com o Presidente do Senado. Falta ainda marcar a reunião com o secretário-geral da Presidência da República.
Tarefas: mobilizar o maior número de entidades (movimentos, ongs, pastorais, personalidades, etc.) para estarem presente nas audiências e divulgar, em todas as nossas listas, contatos e sites o convite para esses momentos; e as assessorias de imprensa contactar os meios de comunicação para acompanharem as audiências;

PRESENÇA DA CAMPANHA DURANTE A CONFERÊNCIA NACIONAL DO MEIO AMBIENTE

A idéia é coletar mais assinaturas (para uma segunda fase de entrega/divulgação) para a Carta Aberta; colocar faixas na entrada do evento; e algum delegado apresentar como moção no próprio encontro. Além disso, acertou-se a nossa presença no gramado em frente ao Centro de Convenções, no dia da abertura, 7 de maio, às 15 horas, para combinar nossa atuação.

PRESENÇA DA CAMPANHA NA AUDIÊNCIA PÚBLICA DA COMISSÃO DO MEIO AMBIENTE DA CÂMARA DOS DEPUTADOS

No dia 8 de maio, às 10 horas, a Comissão do Meio Ambiente da Câmara vai realizar uma audiência pública para discutir o PL 6424/05 ("Floresta Zero"). Tod@s consideramos da maior importância a presença d@s ativistas, com camisetas, faixas, nessa reunião. Será o primeiro momento em que levaremos aos parlamentares daquela comissão, nossa insatisfação com o projeto;

ATIVIDADES NA SEMANA DO MEIO AMBIENTE

Dia 5 de junho, dia mundial do meio ambiente, será o momento para um grande evento de nossa Campanha. Foi sugerida a realização de um grande debate no auditório Nereu Ramos na Câmara, o que não exclui outras ações que possam colocar em pauta a defesa do Código Florestal. Como ainda temos mais de um mês, a idéia é continuar conversando, para encontrarmos o melhor formato para o evento.

LINHA DE COMUNICAÇÃO

A idéia é que a linha conjunta de comunicação seja o combate ao PL. 6424.
As entidades, organizações e movimentos farão a comunicação podendo usar alguns documentos já
estabelecidos, como a Carta Aberta e/ou também trabalharão com conteúdos próprios, pertinentes à suas estratégias, campanhas e linhas de
comunicação específicas, etc.

Por fim, agradecemos as adesões à Carta Aberta em Defesa da Amazônia e convidamos os que têm interesse e disponibilidade a participarem das atividades previstas e nas articulações em curso, assim como divulgá-las.

Abraços e seguimos na luta!