segunda-feira, 31 de dezembro de 2007

EM 2008 FÉ NO QUE VIRÁ

O ano de 2007 estar se apagando, mas devemos levar muitas lições das imensas experiências que se empreenderam ao longo dos ultimos 365 dias. Foram sofrimentos no seio familiar, paixão sem limite por um amor que se distanciou.

2007 passa e chega um novo ano, e com ele traz a esperança de dias renovados e uma vida com significados mais fortes.


Em 2008 continuaremos firme.

Fé no que virá

CONTRAPONTO & REFLEXÃO

(ribamar)

DRAGÃO DA MALDADE

Quem tem dinheiro não compra tudo o que deseja,
muito menos a vergonha e a consciência dos outros...

Diante do fortíssimo poder da literal “descarga” de convencimento, todos os dias, em nosso subconsciente, através da milionária mídia subliminar eletrônica, escrita e televisiva, não poderia deixar de trazer este singelo depoimento aos caros leitores desse espaço democrático.

Devo admitir que estive redondamente equivocado, ao concluir, prematuramente, em muitos de meus artigos e crônicas publicadas, que a Vale seria o “dragão da maldade”, como classifica o brilhante jornalista Lúcio Flávio Pinto. Coitadinha da Vale! Como pude pensar isso? Creio que estive provisoriamente sofrendo de “estrabismo mental”, ou que um dos dois neurônios que possuo esteve dormindo enquanto o outro estava de férias. Pois que a Vale é a melhor e a mais generosa dentre as empresas do mundo! Agora eu sei! Principalmente agora, que firmou parcerias com o governo do Pará para solucionar os graves problemar ambientais de toda a região!

Ao contrário do que muitos poderiam pensar, ela não visa exclusivamente o lucro e não está preocupada com a sua imagem empresarial perante a opinião pública, inclusive internacional, mas principalmente com a verdadeira preservação ambiental em todo o planeta, em todo o Brasil e especialmente com os problemas sócio-econômicos do Estado do Pará.

Não sei o que seria de todos nós, cidadãos da Terra, brasileiros, paraenses ou não, sem a Vale traçando o destino das presentes e futuras gerações a médio e longo prazos! Afinal de contas, segundo as últimas estatísticas do IBGE, o Estado do Pará evoluiu bastante em relação ao que já foi no passado, pois agora é o terceiro maior contribuinte do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro e o 21º em Índice de Desenvolvimento Humano (IDH). Seria ledo engano de quem pensasse que, se as coisas continuassem do jeito que iam, logo seríamos o primeiro em contribuição ao PIB e o último em IDH. Isto não é verdade!

Pelos motivos acima, peço bilhõe$ de desculpas pelo ledo engano cometido por tanto tempo. Informo que no próximo Natal vou enviar uma longa carta para Papai-Noel, na Lapônia, pedindo muita luz, saúde e os melhores votos para aqueles que estiveram corretos, mas, lamentavelmente, foram 'injustiçados e mal interpretados', a exemplo do que ocorreu com Joshua, o filho do Homem...

Mudando de assunto, finalizo a “retratação” com um singelo verso de autoria desconhecida, desejando a todos um Feliz e Próspero ano de 2008:

“Eram dez horas da noite
O sol raiava no horizonte
Enquanto os passarinhos pastavam no campo
Os elefantes voavam de galho em galho
Eis que um jovem ancião
Grande pequeno pensador
Sentado em uma pedra de madeira redonda pelos quatro lados
Lendo um jornal sem letras
Ao reflexo de uma lamparina apagada
E lia: mas antes morrer do que perder a vida
E continuando prosseguia
Eram quatro os três grandes profetas
Jacob e Jeremias”

Nelso Tembra

domingo, 30 de dezembro de 2007

PRÉDIO DE 2 MILHÕES

A sede do Poder Judiciário em Marabá - O Fórum, está novamente em reforma a segunda depois da construção em menos de 2 anos.

O Valor da construção do prédio do Fórum foi de mais de 2 milhões de reais e o da reforma está estimado em quase meio milhão ( consta na placa de reforma. Um prédio construído num terreno na cabeceira da ponte que servia de depósito de lixo, principalmente de galhadas recolhidas na cidade apois poda.

È assim que se joga dinheiro público fora,a engenharia não foi capaz de fazer uma obra que não se danificasse com facilidade diante das condições do terreno.E pelo jeito mais reformas virão!!

sábado, 29 de dezembro de 2007

CONSERVADORISMO TOMA CONTA DO GOVERNO DE ANA

Com a nomeação de Iracy e Geraldo respectivamente para SEDUC e SEGUP o governo de ANA JÚLIA "BARBALHO" começa a tomar novos caminhos. Tudo leva a crer que a insatisfação das tendências internas do PT continuarão, porque nenhum dos dois secretários indicados pela governadora não fazem parte do partido e não estão ligados a nenhuma tendência.

Com isso quem perde é o grupo do Dep. Paulo Rocha - Unidade na Luta, que agora não tem mais o controle da SEDUC. Além da boa relação com a militante histórica dos Direitos Humanos Vera Tavares que também perdeu o cargo.

Ana começa 2008 perdendo ainda mais a credibilidade pela sua insistência na relação politica com o PMDB dos Barbalhos.

MUDANÇA DE SECRETÁRIOS

Uma escolha pífia

Ao exonerar dois secretários de seu governo, Ana Júlia "Barbalho" faz uma péssima escolha e pôe em risco sua relação com os movimentos sociais.

A nova secretária de educação do estado, professora Iracy Gallo mais conhecida como Bila já teve uma curta passagem pelo Campus de Marabá. Em 2001 quando a candidata JANAINA ALBURQUERQUE perdeu as eleições pela "regra do jogo", O Reitor Alex Fiuza nomeou Iracy Gallo a "Bila" para ser interventora do Campus Universitário do Sul e Sudeste, mas a reação foi imediata e de pura indgnação a consequencia foisua expulsão pela comunidade universitária em menos de uma semana.

Agora, Bila é a nova titular da SEDUC depois de passar pelas duas gestões do Reitor Alex Fiuza. Iracy Gallo vai ter que mostrar que é competente e avançar na construção do PLANO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO, parado pela ineficácia do ex-secretário Mário Cardoso.


A SEGURANÇA PÚBLICA NAS MÃOS DE FERRO

O estilo Sette Câmara de gestão de segurança pública retorna ao poder. A nomeação do Superintendente da Policia Federal Geraldo Araujo para SEGUP, traz de volta o autoritarismo. Com a exoneração de Vera Tavares legitima defensora dos Direitos Humanos, a governadora Ana "Barbalho" começa a mostrar para quem seu governo estar a serviço. È esperar para conferir.

quinta-feira, 27 de dezembro de 2007

EDUCAÇÃO X DESDUCAÇÃO

Mais da metade dos jovens do País não estuda

Mais da metade (53,1%) dos jovens brasileiros não estuda em qualquer
modalidade de ensino, segundo dados do Índice de Desenvolvimento Juvenil
(IDJ) 2007, relatório que investiga a situação econômica e social da
juventude brasileira, divulgados hoje, em Brasília.
O índice só é menor que 50% em seis Estados: Amapá (44,4%), Amazonas
(49,3%), Piauí (46,9%), Sergipe (48,9%), Rio de Janeiro (45,7%) e Distrito
Federal (45,9%). Além disso, ao analisar o percentual de quem estuda,
verificou-se que mais de 50% não se estão nas séries correspondentes às
idades.

"As distorções assinaladas se estendem além do ensino fundamental. Na
faixa
etária que vai dos 15 aos 24 anos, seria de esperar que os jovens
estivessem
cursando, no mínimo, o ensino médio ou correspondente, ou estivessem em
níveis mais adiantados. Não é a realidade observada", diz o relatório.

Nem estudo, nem trabalho

O relatório mostrou também que 51% dos jovens brasileiros exercem algum
tipo
de atividade remunerada. Destaca-se a região Sul, com 57,5% dos jovens
trabalhando, especialmente Santa Catarina, onde 61,9% dos jovens estão
inseridos no mercado.

O OFICIAL E O OFICIOSO

Caro Ribamar, Feliz Ano Novo.
Peço licença para encaminhar-lhe o texto abaixo:

O Liberal de 20/12/2007 publicou matéria no caderno Poder, que o governo do Pará e a diretoria da Vale assinaram três protocolos de intenção anunciando ações de pesquisa tecnológica e formação de mão-de-obra local na área de mineração. A parceria pretende ‘conter o desmatamento no Estado do Pará a partir de 2008 e prevê a instalação do Fórum Paraense de Competitividade’ para viabilizar ações entre o governo e a iniciativa privada. O diretor executivo de Assuntos Corporativos e de Energia da Vale, Tito Martins, explicou que ‘a mineradora vai aumentar a amplitude do sistema de mapeamento de queimadas, dispondo dos softwares e hardwares da empresa para a Secretaria Estadual de Meio Ambiente (Sema), que vai possibilitar ao governo prevenir focos de queimadas nas áreas monitoradas em todo o Pará’.

Para quem não possui intimidade com o assunto, a disponibilização do sistema de monitoramento por satélite da Vale poderia significar grande feito, caso o site da própria Secretaria de Estado de Meio Ambiente do Pará já não disponibilizasse informações sobre os focos de queimadas e desmatamentos, por região e por municípios, bem como mapas e gráficos com quantitativos anuais e até diários. A Sema foi o primeiro órgão do governo do Estado a entrar na Internet e hoje, como provedora de informações, ocupa local de destaque na rede mundial. Quem lê a matéria publicada em ‘O Liberal’ sobre os protocolos onde a Vale se posiciona pode ter a interpretação que o Estado é incompetente, acéfalo, e que necessita da tutela da giga-mineradora para cumprir suas obrigações.
É necessária muita cautela nessa relação, até porque o público e o privado possuem interesses convergentes, mas atribuições e funções distintas, e até certo ponto antagônicas, e essas linhas divisórias devem ser mantidas para que as partes cumpram suas atribuições, sem subserviência do Estado, nem extrapolar atribuições do empreendedor. Podemos citar como exemplos recentes de promiscuidades nesse tipo de relação dois episódios envolvendo os licenciamentos ambientais de projetos de exploração mineral pertencentes a Vale, ambos no Pará, para avaliação do leitor sobre a repentina postura dos novos paladinos do meio ambiente do Estado, bem como, e principalmente, sobre a legitimidade, a legalidade e a ética da influência privada nas decisões envolvendo interesses públicos.
O primeiro exemplo é o do Projeto Bauxita de Paragominas, que apresenta irregularidades já atestadas no parecer do próprio Ministério Público do Estado do Pará (http://www.acordapara.com.br/casos/cvrd-para/imgs/parecer-ministerial.pdf), da lavra do Excelentíssimo Promotor de Meio Ambiente, Dr. Benedito Wilson Corrêa de Sá, a começar pela licença prévia, em cujo processo, apesar de cumpridos trâmites processuais do licenciamento se confundiu o público ao privado. Dentre as obras mencionadas, a construção e operação de uma estrada e a implantação e operação de uma linha de transmissão, apesar da possibilidade das concessões, são obras tipicamente de responsabilidade do poder público. Por outro lado, obras claramente de domínio privado da Vale, são a lavra, o beneficiamento e mineroduto, que deverão estar sob o controle direto da empresa. Este entendimento deriva do fato de que estas duas obras, sujeitas à avaliação específica de impactos ambientais, foram inseridas em um único EIA/RIMA, que envolve a abertura da lavra mineral e a construção da usina de beneficiamento.

Um outro EIA foi exigido para a implantação do mineroduto, mas não há elementos que permitam avaliar ou que justifiquem os motivos da dispensa do EIA/RIMA para as obras públicas, ou a inclusão das mesmas juntamente com as obras privadas da Vale. Já ficariam aí questões do passado recente relacionadas à liberação do licenciamento prévio do empreendimento que necessitariam de esclarecimentos, quem diria as irregularidades mais recentes praticadas na licença de instalação das obras, quando houve supressão e omissão de dados técnicos relevantes do Plano de Recuperação de Áreas Degradadas – PRAD original, e a utilização indevida de chancela profissional em planos modificados sem autorização expressa dos autores visando à obtenção da licença de instalação do Projeto Bauxita, e ao mesmo tempo eximir-se de obrigações legais com o Estado, e poder continuar agindo de forma ‘voluntária’ como faz até a atualidade.

O segundo episódio do mesmo tipo de promiscuidade a servir de alerta foi publicado no site da Associação Brasileira do Ministério Público de Meio Ambiente, em 10/10/2007, sobre a construção da usina termelétrica (UTE) da Vale em Barcarena: Além da empresa não ter apresentado alternativas tecnológicas de fontes de energia que se confrontem ao uso do carvão mineral; a análise de todas as opções de tratamento e destinação final de rejeitos; as informações sobre a concessão necessária para o uso de recursos hídricos, havendo também a necessidade de revisão da lista de impactos sócio-ambientais incluindo impactos sobre as contas públicas, comunidades diretamente atingidas e o patrimônio arqueológico; a Vale incluiu no estudo e relatório de impacto ambiental o nome de pesquisadores ligados ao Museu, apresentando a instituição como co-autora das pesquisas da UTE. O fato foi questionado pelo MP à direção do Emilio Goeldi, cuja resposta afirma que em momento algum a instituição teve esse tipo de participação.
(http://www.abrampa.org.br/novidades_noticias_detalhe.asp?idNoticia=2534).

Atenciosamente
Nelson Tembra
Eng. Agrônomo - Consultor Ambiental
Belém/Pa

quarta-feira, 26 de dezembro de 2007

A PARTICIPAÇÃO COMO CONTROLE SOCIAL

A participação é um instrumento de controle do Estado pela sociedade, portanto, de controle social e politico: possibilidade de os cidadãos definirem critérios e parâmetros para orientar a ação pública. Ese entendimento opôe-se ao que verifica na perspectiva do governo de Tião Miranda, a chamada logica QUE FAZ, IMPORTANTE NÃO É REUNIR O POVO E SIM FAZER, essa lógic apode até agradar as pessoas , mas tiram do povo um direito. O direito d eparticipar das tomadas de decisões, para garantir a soberania popular e a efetiva construção do pofer popular.

Em 2008 precisamos mudar essa história, dar um basta na centralização do poder e democratizar todos os espaços píblicos e criar mecanismos de participação popular.

CAMINHOS PARA PARTICIPAÇÃO POPULAR

Em Marabá Tião governa pra si e faz obras sem a decisão do povo!

A questão fundamental que se apresenta num governo democratico diz respeito a quem e como - quem toma as decisões na administração municipal, como isso acontece - ao sujeito e ao procesos decisório. Qianto ao sujeito, trata-se de definir quem são os atores -eleites tecnicamente preparadas e selecionadas, via processo eleitoral, ou cidadãos, de forma direta através de mecanismos que permitam sua expressão e deliberação.

Na visão elitista e utilitarista de Tião Miranda e sua "turma" o que interessa são as compensações feitas a partir das obras sem decisão popular.

Nos ultimos dias é bem verdade que Marabá virou um verdadeiro canteiro de "obras" ou de placas de obras com valores astronômicos. Mas quem fiscaliza? Os vereadores ?

Nesta gestão sem oposição, o povo sem representantes a altura, tem amrgado uma derrota sem perca de vista. A derrota da ausência de participação,dos mecanismos inexistentes por falta de um governo que não dialoga com o povo. Tião Miranda tem uma marca diferenciada: ele tem feito um conjunto de obras impactante, porém tem ignorado os cidadãos, por que ele impôe em sua forma de governar, as obras que ele bem entende.

O realismo elitista dessa gestão tem sido uma das marcas peincipais de Tião Miranda, ao negar a competencia do cidadão comum, nega aspectos considerados centrais no conceito d edemocracia: autodeterminação, participação, igualdade politica, influência da opinião pública sobre a tomada de decisão.

terça-feira, 25 de dezembro de 2007

VALE APENA POSTAR DE NOVO!!

Em 2008 teremos muito mais ingredientes para temperar os debates.......

Eu lembro sempre da grande filosofa Hannah Arendt que via o indivíduo não só como político, mas também como ser social, auxiliado materialmente pelo outro e que necessita de companhia, afeição, amor e democracia. Tenho minhas preferências: Amor, Santos, meus pais, meus irmãos, meus sobrinhos, meus amigos e amigas, comunismo, Velha Marabá, MPB, Rio Tocantins, Sociologia, açaí (com adoçante e um pouquinho de farinha de puba), creme de cupuaçu, ler vorazmente, debates, enfim, tenho muitas preferências...

NORMOSE: Que mundo cheio de normose.....

O QUE É UMA "NORMOSE"?
Consideramos como Normose o conjunto de normas, conceitos, valores, estereótipos, hábitos de pensar ou de agir aprovados por um consenso ou pela maioria de uma determinada população e que levam à sofrimentos, doenças ou mortes, em outras palavras, que são patogênicas ou letais, e são executados sem que os seus atores tenham consciência desta natureza patológica, isto é, são de natureza inconsciente.
Assim sendo para considerar um comportamento como normático, este tem que ser:
Inconsciente quanto à sua natureza patogênica.
Haver um consenso em torno da sua normalidade.
Ser patogênico ou letal.
Chegou agora o momento de descrevermos as diferentes e inúmeras espécies de normoses que encontramos nas nossas investigações. E o que será objeto da próxima parte de explanação.

2. CLASSIFICAÇÃO E DESCRIÇÃO DAS NORMOSES
O número de normoses é muito grande. Cada dia que passa descobrimos uma ou várias delas em áreas as mais inesperadas. Uma vez que assimilamos o conceito e só seu alcance se torna impossível de não ver. Muito mais; tudo se passa como se antes desta descoberta a gente tivesse sido cego. O próprio conceito se comporta como um poderoso revelador facilitando a tomada de consciência de aspectos essenciais à preservação da nossa saúde e à nossa existência.
Podemos distinguir duas grandes categorias de normoses: as normoses gerais e as normoses específicas.
As normoses gerais são as que possuem um consenso comum a praticamente toda a humanidade. E o caso por exemplo da aceitação do cigarro ou da fantasia da separatividade da qual iremos tratar daqui a pouco.
As normoses específicas tem o seu consenso restrito a determinada nação, população, grupo social ou cultural. Podemos dar como exemplo a prática do duelo entre os homens de classe nobre da Europa até o início deste século ou ainda o uso de assentos que deformam aos poucos a coluna vertebral dos passageiros da classe de motoristas.
Inúmeras outras categoria podem ser criadas em função de diversos parâmetros. Assim sendo, dentro da categoria das normoses específicas podem ser criadas inúmeras outras categorias ou subgrupos, segundo por exemplo o tipo de patologia ou de morte a que leva a normose ou ainda ao consumo de determinados produtos ou alimentos. Podemos assim falar de normoses cancerígenas, quer dizer, as que levam à patologia cancerosa. Usamos também a categoria de "normose de consumo" que inclui os inúmeros objetos e serviços prestados e que se revelam patogênicos ou letais. O objetivo do presente trabalho, sendo apenas para sensibilizar o leitor à existência da normose vamos nos limitar em dar alguns exemplos de cada uma das duas grandes categorias que acabamos de definir.

3. NORMOSES GERAIS
Vamos começar dando um exemplo de normose geral. A considerarmos como sendo a mais perversa de todas as normoses. Antes de conhecer o conceito de normose escrevemos um livro inteiro sobre ela sob o título: A neurose do Paraíso Perdido. Esta Neurose começa com uma verdadeira Normose, a qual intitulamos de "Fantasia da Separatividade". Trata-se de uma ilusão, de uma miragem, que consiste em nos perceber como separados do mundo exterior, como se não tivéssemos nenhuma relação com este. As conseqüências desta ilusão são o desenvolvimento de emoções destrutivas tais como o apego a tudo que nos dá prazer neste mundo exterior e a rejeição e raiva contra tudo que nos ameaça de dor e sofrimento. São estas as maiores causas de tensão e stress o qual leva à doenças, a sofrimentos os quais reforçam ainda mais a fantasia da separatividade. As pessoas entram assim num círculo vicioso em que repetem compulsivamente o mesmo comportamento.
Outro exemplo de normose geral que atinge toda a humanidade é a de considerar como normal o uso das guerras para resolver conflitos e desavenças entre nações. Existe até um conceito jurídico de "guerra justa" que sanciona esta normose bellígena.
Esta última normose é ainda reforçada por outra normose que faz com que os povos acreditem piamente serem proprietárias da terra que ocupam, levando demasiadamente a sério as fronteiras e os limites territoriais. Esquecem que todas as fronteiras que nascem os conflitos violentos, que seja fronteiras territoriais, ideológicas, epistemológicas, políticas ou religiosas.
O próprio sentimento de propriedade é também produto de uma normose geral. Podemos em última instância considerar-mos como proprietários de objetos que todos são constituídos de materiais provindo da terra? Somos proprietários da Terra?
Uma das causas essenciais da destruição ecológica é a normose de posse da Terra. Até muito recentemente a humanidade inteira se conduzia como se fosse proprietária da Terra, achando que podia explorá-la indefinidamente. Aliás a crença de que os recursos naturais são inesgotáveis também é uma normose geral em plena regressão.
Mais uma causa fundamental de destruição da vida no nosso Planeta é a Normose Consumista já conhecida sob o termo de Consumismo. É ela que deu ensejo ao aparecimento do novo conceito econômico de Desenvolvimento Sustentável ou melhor ainda Viável. A Normose consumista transforma a população do mundo num verdadeiro formigueiro destrutivo da vida no Planeta.

4. NORMOSES ESPECÍFICAS.
No domínio da alimentação encontramos inúmeros tipos de normoses, as quais podemos agrupar sob o termo de "Normoses Alimentares". um exemplo clássico e histórico encontramos na China quando da introdução pelos ingleses das indústrias de refinação do arroz. Começou a aparecer o Beribéri que não se manifestava entre os consumidores de arroz integral.
Nesta categoria podemos colocar todos os alimentos industrializados cancerígenos tais como os corantes alimentares e as conservas enlatadas. O consumo de açúcar refinado é uma das causas de cáries dentárias nas crianças que comem muitas balas. Uma normose específica refere-se a certos países produtores de café os quais produzem uma dependência e este produto gerando cardiopatias e excitação nervosa. Aliás nesta categoria alimentar podemos colocar todos os alimentos que praticamente todo mundo consome mas que são patogênicos. Vamos seguir alguns a título de exemplo:
Batata frita (Colesterol), Doces (Diabetes), Excesso de Sal (Hipertensão), Refrigerantes (Obesidade). Ainda dentro da categoria de normoses alimentares, convêm lembrar o consumo de álcool sob todas as suas formas de vinho, cerveja, licor, whisky, cachaça etc.... Esta normose é reforçada por inúmeros rituais: Antes da refeição tem o aperitivo, durante tem vinhos variados associados especificamente com certos tipos de pratos, depois tem o licor com café, sem contar celebrações diversas regadas com Champanhe ou fartura de cerveja. Ao longo do tempo se instalam o alcoolismo com as suas nefastas conseqüências íntimas, familiares e sociais, sem contar a cirrose hepática, o "delírium tremens" e a morte, para os que não conseguiram se moderar.
Hiper consumo de carnes, mereceria uma referência especial já que um relatório das Nações Unidas recomenda a alimentação vegetariana já que só uma diminuição de dez por cento do consumo de carne, só nos USA, permitiria com a economia realizada, alimentar em grãos toda a população faminta do Planeta. Outra Normose provindo do consumo é a do uso de carros. Embora se saiba que a poluição provocada pelo consumo de gasolina ameace a vida dos cidadãos duas vezes: através da impureza do ar e da radiação provocada pelos buracos da câmara de ozônio, a produção aumenta.
As normoses ligadas ao consumo são reforçadas pela pressão das mídias através da publicidade e da propaganda. No caso do cidadão comum há uma crença baseada em princípios democráticos de que caberia um carro para cada cidadão do mundo, o que nas condições atuais seria um verdadeiro suicídio coletivo.
Existem muitos outros tipos de normoses específicas que merecem estudos especiais. Por exemplo no domínio da ciência há uma normose materialista e mecanicista que dita comportamentos e decisões perigosas para a vida no Planeta devido a sua ligação com paradigmas ultrapassados. O mesmo acontece no campo da Medicina dominada por uma visão própria da normose da Ciência em geral. Existe uma normose comum à maioria das religiões que consiste em acreditar na sua própria superioridade sobre as demais o que leva a conflitos e mesmo a guerra. Outra normose religiosa que sustenta os fanatismos é a que consiste em se ater ao pé da letra dos textos sagrados esquecendo o espírito e a época em que forma redigidos assim como os seus aspectos de mensagens simbólicas. A descrença cientista atual em relação à existência de dimensões parapsicológicas e Transpessoal da realidade pode também ser considerado como normose levando a um credo cientista ocidental.
No domínio das relações amorosas, existe uma normose bastante destruidora do amor verdadeiro; é a normose sexual que leva milhões de seres humanos a confundir amor com sensualidade, limitando as suas relações com o outro sexo aos seus aspectos puramente genitais.
Vamos citar ainda como último exemplo uma normose educacional que podemos chamar de normose racionalista que decorre de uma deformação da Ciência no sentido do antigo paradigma racionalista newtoniano-cartesiano o qual só aceita a lógica racional e os cinco sentidos como meios de conhecer a verdade. A Educação copiou este modelo reprimindo os seus aspectos intuitivo e sentimental.
Poderíamos multiplicar os exemplos. Mas o espaço que resolvemos consagrar ao presente artigo o impede. na próxima e última parte deste trabalho vamos examinar como se procede a dissolução de uma normose estabelecendo proposições para uma Normoterapia.

Pierre Weil

quinta-feira, 20 de dezembro de 2007

A VALE QUE INVANDE.....

“Salvemos a Amazônia”, assim publicou o panfletário periódico A Folha do Norte, há 38 anos atrás, em 22 de julho de 1967, referindo-se ao VII Congresso Nacional de Municípios, cuja conclusão principal dizia respeito à integração (ou início da desintegração?) da Amazônia. Segundo o periódico, o desenvolvimento da imensa região esteve sempre na preocupação de cada delegado da reunião. E a tese central de integração, de que foi relator o próprio fundador da Associação Brasileira dos Municípios, escritor Osório Nunes, foi aplaudida de pé no Teatro da Paz. E concitou os congressistas a que não deixassem morrer a palavra otimista e incentivadora de quantos brasileiros viessem, dos mais longínquos rincões da Pátria, dizer “presente” à batalha pela conquista da selva e de suas riquezas, da qual dependeria o próprio futuro da Nação.

Falava-se assim da fauna, do reino das onças pintadas, das capivaras, dos jacarés, dos guarás, da imensa variedade de aves, as mais belas do mundo. Falava-se assim da flora exuberante e variada, não com a paixão de Heródoto em Melpômene, fazendo a musa grega enveredar-se pelos bosques da tragédia, mas com uma paixão otimista e prática de quem sabia ser sua predestinação rasgar a mata virgem para descobrir-lhe o seio e desfrutar-lhe os encantos. Falava-se assim das riquezas imensas, do petróleo, do manganês, dos minérios raros que tanto necessitávamos às vésperas de nos tornarmos “potência nuclear”.

Falava-se assim da infra-estrutura necessária. Das estradas que precisavam ser construídas, dentre elas a Transamazônica e a Cuiabá-Santarém. Da Belém-Brasília que precisava ser asfaltada. Das frotas fluviais que precisavam navegar pelos milhares de igarapés, de furos, de afluentes gigantescos, levando civilização pelas estradas líquidas, autênticas veias por onde deveria correr o sangue do progresso. Da educação para o desenvolvimento, onde as escolas seriam em verdade instrumentos de integração do homem ao meio ambiente. Da saúde, clamando pela instalação de hospitais ou mesmo de simples postos ambulantes, instalados em pequenos barcos, visitando a gente sofrida do imenso interior, libertando-a das humilhantes e vergonhosas epidemias, originárias do sub-desenvolvimento.

Falava-se assim sem preocupação divisionista, sem querer enxergar duas, três, ou mais regiões amazônicas, quando só existia uma, há muito, esquecida e abandonada e clamando integração à comunidade nacional, através de um desenvolvimento uniforme e urgente. Reivindicava-se inclusive tratamento diferenciado na questão das isenções fiscais, atentando-se para interesses secundários e deixando-se de lado o que deveria ser a preocupação de todos os amazônidas, de todos os brasileiros: desenvolver partindo da criação de uma infra-estrutura; rasgando-se estradas; melhorando-se portos; construindo-se ou adquirindo-se frotas para o transporte fluvial; educando e zelando pelo homem. Somente assim poderiam ser atraídos os capitais necessários à abertura de clareiras no meio da mata virgem. Pensando na pátria ameaçada de perder esta imensa região, que corresponde a 60% do território nacional, se não fossem atendidos aos anseios de desenvolvimento do mundo moderno, super povoado e faminto, todos foram convocados na autêntica cruzada em busca do “tempo perdido”.

Hoje, a história se repete de forma inversa, pois temos de continuar gritando “Salvemos a Amazônia” não para integrá-la ao território nacional, pois que agora ela pertence a todo o mundo globalizado. Agora devemos protegê-la da desintegração e da degradação total, principalmente a humana, que é decorrente de problemas socioeconômicos históricos. É necessário o fortalecimento, a valorização, a educação e a conscientização do próprio homem. Esse auxílio se torna necessário, pois o flagelo da depravação, do apodrecimento, do suborno, da desmoralização se degenera em submissão e domínio pela força, especialmente na condição em que vive o povo brasileiro em termo de falta de saúde, educação e empregos. O cidadão comum, pobre assalariado, com o cérebro já depauperado pela pobreza extrema e pela falta de instrução é mentalmente alienado e sofre uma verdadeira lavagem cerebral pela propaganda sub liminar e informações tendenciosas e distorcidas, sendo privado, muitas vezes, da própria vontade e do livre arbítrio. É a cultura da desinformação, o jornalismo como porta-voz de interesses políticos e econômicos. Basta-nos observar os anais da história política paraense e, sem sombra de dúvida, iremos comprovar que os interesses políticos e econômicos sempre caminharam lado a lado com a história da imprensa no Pará. Tem-se um manancial de exemplos. De início, retornemos ao final do século XIX e início do século XX, período que compreende a consolidação do movimento republicano no Brasil. Retornemos, especificamente, ao ano de 1876, data do início de vida de um dos mais influentes periódicos da imprensa paraense. Trata-se do diário A Província do Pará, de propriedade, inicialmente de Joaquim de Assis, e, posteriormente, do pragmático político Antônio Lemos. Este último transformou A Província em um jornal eminentemente político e panfletário dos interesses de uma elite aristocrática que comandaria o Pará por um longo período. Era a chamada Oligarquia de Lemos, dona de terras produtoras de borracha, principal motor da economia paraense até o término da Segunda Grande Guerra.

Nesta mesma época, uma outra oligarquia, a cacaueira, tornou-se proprietária de um dos jornais que, ao lado de A Província do Pará, compunha o leque de periódicos de grandiosa influência. Falamos da Folha do Norte, periódico panfletário do político Lauro Sodré. A partir do esteio da Folha, Sodré realizava contendas com o objetivo de derrubar o poderio político de Lemos. O ringue político da época resumia-se no confronto de palavras entre a Folha do Norte versus A Província do Pará . Todavia, para se ter um vislumbre da gravidade da disputa, em 30 de agosto de 1912, depois de muitas reviravoltas políticas, os asseclas de Lauro ordenaram a incineração do prédio da Província, decretando, desta forma, o fim da Oligarquia de Lemos. Hoje, os embates entre jornais estão representados por O Liberal, de propriedade da família Maiorana, caciques de grande influência sobre a opinião pública e o Diário do Pará, pertencente ao deputado federal Jader Barbalho, notório político paraense reconhecido na imprensa nacional. Embora tenham sido criados como guarida essencialmente política, há muito ambos travam disputas de cunho comercial-político pela liderança de vendas e prestígio.

Nelson Tembra
Eng. Agrônomo
Consultor Ambiental
Belém/Pa

quarta-feira, 19 de dezembro de 2007

TRABALHO ESCRAVO: LISTA SUJA

Proprietário Nome da propriedade Localização Município Estado CNPJ ou CPF ou CEI
(apenas os números) Número de trabalhadores envolvidos Ramo de atividade

A. S. Carvão e Logística Ltda Fazenda Santa Terezinha Rod. MT 242, km 138 – Novo Mato Grosso – Nova Ubiratã (MT) Nova Ubiratã Mato Grosso (MT) 06158959000136 9 Produção de carvão vegetal
Abdon Lustosa Neto Fazenda Sossego Zona Rural, Vicinal Tuerê Novo Repartimento Pará (PA) 19160801115 26 Criação de bovinos para corte, criação de suínos e exploração florestal
Adauto José Galli Fazenda Lago Azul Rodovia PA-150, KM 250 - Zona Rural Sapucaia Pará (PA) 02639688804 107 Criação de bovinos para corte
Ademar Almeida Freire Fazenda Guaxuba Zona Rural de Lábrea Lábrea Amazonas (AM) 01380407532 2 -
Adenilson Rodrigues da Silva Fazenda Santa Rosa do Pará Zona Rural Cumaru do Norte Pará (PA) 46960724104 154 Criação de bovinos para corte
Agenor Rodrigues Rezende Fazenda São Marcos Zona Rural de Portelândia Portelândia Goiás (GO) 00301515115 12
Agropecuária Caracol Ltda. Fazenda Caracol Rodovia Transamazônica Km 40 – Zona Rural Cachoeirinha Tocantins (TO) 02138386000128 60 Criação de bovinos para corte e cultivo de arroz
Agropecuária e Industrial Serra Grande Ltda Fazenda Agroserra Zona Rural de São Raimundo das Mangas/MA São Raimundo das Mangas Maranhão (MA) 11035672000159 652
Alberto Vilela Fazenda Faustinos Zona Rural de Doverlândia Doverlândia Goiás (GO) 29209498100 8
Alcides Rebeschini Fazenda Dom Augusto Porto Nacional (TO) Porto Nacional Tocantins (TO) 00670839000 100 Cultivo de feijão
Alcides Reinaldo Gava Fazendas Reunidas São Marcos e São Bento Endereço para correspondência: Rua Pedro II,50 – Bairro do Jacu – Açailândia/MA – CEP: 65930-00018 Junho/04 Carutapera Maranhão (MA) 05059720772 18 Criação de bovinos para corte
Alcoopan Álcool do Pantanal Ltda Fazenda Olho D’Água Estrada Coenge, km 16 – Poconé (MT) Poconé Mato Grosso (MT) 37497237000130 318 Cultivo de cana-de-açúcar e fabricação de álcool
Alexandre Luciano dos Santos Prata Fazenda Rancho da Prata BR 010 - Vila Ligação Dom Eliseu Pará (PA) 03211860100 13 Criação de bovinos para corte e produção de carvão vegetal
Alexçandro Ramalho Silva Fazenda Progresso Zona Rural de Itinga do Maranhão/MA Itinga do Maranhão Maranhão (MA) 91316979415 27
Aloísio Alves de Sousa Fazenda Nossa Senhora Aparecida Zona Rural Breu Branco Pará (PA) 05490952334 37 Criação de bovinos para corte
Alonso Claristino de Rezende Fazenda Barra da Farofa Fazenda Barra da Farofa – Zona Rural de Mineiros/GO Mineiros Goiás (GO) 17083982104 2
Alsis Ramos Sobrinho Carvoaria do Alsis - Açailândia Maranhão (MA) 00185406000196 / 22437630368 2 Produção de carvão vegetal
Alsoni José Malinski Fazenda Cajazeira Zona Rural São Felix do Xingu Pará (PA) 00836931220 41 Criação de bovinos para corte
Altamir Soares da Costa Fazenda Macaúba Estrada do Rio Preto, Km 152 Marabá Pará (PA) 03109135191 52 Criação de bovinos e produção de carvão vegetal
Alvany Dias Santana Fazenda 5 Estrelas Gleba Café, Projeto Tartaruga – ZonaRural, CEP:68501-000 Marabá Pará (PA) 06245188172 13 Criação de bovinos para corte
Antenor Duarte do Valle Fazenda Maringá Av. Pedro Álvares Cabral, 5071, CEP: 78300-000 Vilhena Mato Grosso (MT) 02660830800 188 Criação de bovinos para corte
Antenor Santos Alves Junior Fazenda Maringá Zona Rural Novo São Joaquim Mato Grosso (MT) 45761957949 45 Cultivo de soja e algodão herbáceo
Antônio Aimê Comar Fazenda Vale do Jenipapo Pau D´Arco Tocantins (TO) 352.451.238-00 16
Antônio Barbosa Passos Fazenda Reluz Rod. BR 222 – km 100 a 48 km a direita Bom Jesus das Selvas (MA). End.: Rua Santiago, 376 - Jardim das Nações – Diadema (SP) Bom Jesus das Selvas Maranhão (MA) 46398066553 21 Criação de bovinos para corte
Antônio Carlos Françolin Fazenda Taiaçu – Projeto Beleza Oeste Projeto Beleza Oeste - Vila Rica (MT) Vila Rica Mato Grosso (MT) 62791699872 8 Criação de bovinos para corte e cultivo de mamão
Antônio das Graças Almeida Murta Fazenda Lagoinha Rua Rio Grande, 900, CEP: 65930-000 Açailândia Maranhão (MA) 07875916615 48 Criação de bovinos e cultivo de milho
Antônio das Graças Almeida Murta Fazenda Lagoinha Rua Rio Grande, 900 - Açailândia (MA) Açailândia Maranhão (MA) 07875916615 65 Criação de bovinos e cultivo de milho
Antônio Fernandes Camilo Filho Fazenda Lagoinha Rod. BR 222, km 80, Bom Jesus das Selvas/MA Bom Jesus das Selvas Maranhão (MA) 26319314672 27
Antônio Fernando Bezerra Fazenda Jardim Lote 01, Loteamento Brejão, primeira etapa – Rodovia Araguaína – Xambioá Araguaína Tocantins (TO) 05426359415 7 Criação de bovinos para corte
Antônio Gabriel de Paiva Fazenda Três Corações Rodovia Araguaína – Carmolândia, km 30, margem direita, Carmolândia/TO Carmolândia Tocantins (TO) 02520940182 4
Antônio Nascimento de Souza Fazenda Santo Hilário Zona Rural de Goianésia do Pará – PA Goianésia do Pará Pará (PA) 48179671534 16
Antônio Odalto Smith Rodrigues de Castro Perímetro Irrigado do Gurguéia - Alvorada do Gurguéia Piauí (PI) 14219549315 83 Cultivo de algodão herbáceo
Antônio Paulo de Andrade Fazenda Guací – Zona Rural de Baianópolis/BA Baianópolis Bahia (BA) 42146372753 20
ATS Serviços Ltda. Fazenda Pau Pelado Estrada do Rio Preto, Km 248 - Zona Rural Itupiranga Pará (PA) 01646204000167 16 Criação de bovinos
Aurélio Jung Fazenda Itajubá Fazenda Itajubá – Rod. TO 050 – km 160 ã direita 2km - Santa Rosa do Tocantins (TO). End.: Av. Castelo Branco, 1460, Setor Aeroporto –Porto Nacional (TO) Santa Rosa do Tocantins Tocantins (TO) 57731756068 6 Criação de bovinos e produção de carvão vegetal
Áureo Marcius Ramalho Murta Fazenda São Francisco Estrada Pindorama – Mussambê - João Lisboa (MA) João Lisboa Maranhão (MA) 26528495653 7 Criação de bovinos para corte
Benedito Gonçalves de Miranda Fazenda Jota Estrada do Garimpinho, km 80, margem esquerda, Araguaína/TO Araguaína Tocantins (TO) 16863097168 6
CALSETE – Empreendimentos Ltda Fazenda Nova Invernada Zona Rural de Formosa do Rio Preto – BA Formosa do Rio Preto Bahia (BA) 16942823000176 45
Carlos Eduardo Pólo Sartor Fazendas São João, Água Boa e Pedra Alta Fazendas São João, Água Boa e Pedra Alta - Chupinguaia (RO) End.: Av. Barão do Rio Branco, 3660 – Vilhena (RO) Chupinguaia Rondônia (RO) 75005662804 19 Criação de bovinos para corte
Carlos Gilberto Oliveira Barreto Fazenda Olivence Rod. PA-275 - Km 40 - Acesso a Esquerda sentido Eldorado Parauapebas Curionópolis Pará (PA) 06112960125 12 Criação de bovinos para corte e leite
Carlos Henrique de Almeida / Agropecuária Caracol Ltda Fazenda Caracol Rod. Transamazônica, Km 40, margem esquerda, 16 Km Cachoeirinha Tocantins (TO) 24491381100 / 02138386000128 60 Criação de bovinos para corte e cultivo de arroz
Carlos Newton Vasconcelos Bonfim Júnior Fazenda Brasília Zona Rural Endereço para correspondência: R. Mercedes V. B. Hoffman, s/n – Distrito Industrial – Rondonópolis/MT – Caixa Postal 422 – CEP: 78745-710 Alto Garças Mato Grosso (MT) 70913595500 124 Cultivo de algodão herbáceo
Cássio Garcia Guimarães Fazenda Santa Helena Formoso (GO). End.: Rua Santa Rita, 305 – Maravilhas(MG) Formoso Goiás (GO) 89083415600 5 Produção de carvão vegetal
Célio José de Rezende Fazenda Boa Vista Zona Rural de Mineiros/GO Mineiros Goiás (GO) 19297165168 10 Produção de Carvão / Criação de gado
Dalva Navarro Fazenda São Miguel Estrada Rio Capim, Km 100 – CEP: 68625-000 Paragominas Pará (PA) 79234275934 1 Criação de bovinos para corte
Destilaria Gameleira S/A Fazenda Gameleira Rod. MT – 413, s/n – Zona Rural – Confresa Mato Grosso (MT) 413483819000145 318 Cultivo de cana-de-açúcar e fabricação de álcool anidro e hidratado
Dione de Pinho Mourão Fazenda São Bento Rod. TO-153, km 72 – 6 km à direita – Xambioá (TO) Xambioá Tocantins (TO) 04022092149 16 Criação de bovinos para corte
E.C.I. Empresa de Invest. Particip. E Empreendimentos Ltda. - - Ananás Tocantins (TO) 02128898000294 22 -
Eduardo Ferreira Fazenda Nova Olinda – Gleba Café Estrada do Rio Preto, km 43, à esquerda, 15 km – Marabá(PA) End.:Rua Sol Poente, 1690 – Cidade Nova – Marabá(PA) Marabá Pará (PA) 25856626834 22 Criação de bovinos para corte
Eli Júnior Pereira Fazenda Capivara Zona Rural São Felix do Xingu Pará (PA) 53365542191 44 Criação de bovinos
Elizete Pereira de Faria / Roberto Jesus da Silva Fazenda Nova Km 18 à esquerda da estrada Amaralina/Mutunópolis (GO) End.: Rua Pedro Ludovico, 08 – Mutunópolis(GO) / Av. Presidente Vargas, 886 - Mara Rosa (GO) Amaralina / Mutunópolis Goiás (GO) 53700449100 / 91640440682 6 Criação de bovinos para corte e produção de carvão vegetal
Enauro Claristino de Rezende Fazenda Salto Diamantino Samambaia Mineiros (GO) Mineiros Goiás (GO) 03893219153 3
Eric Sobrinho Ávila – ME Fazenda Boa Vista (Carvão Negrinho e Carvão Ávila) Estrada Bonito – Barranco Branco, km 53, Porto Murtinho/MS Porto Murtinho Mato Grosso do Sul (MS) 05518611000140 19 Produção de carvão vegetal
Ernesto Dias Filho Roda Velha Agro Industrial Ltda. Rod. 020, Km 84 - Estrada Roda Velha São Desidério Bahia (BA) 59145056820 / 04987257000130 745 Cultivo de café
Eustáquio Barbosa Silveira Fazenda Santa Genoveva Fazenda Santa Genoveva – Agropecuária I Bruno Filhos S/A, Arapoema – TO Arapoema Tocantins (TO) 13030604187 16
Eustáquio da Silveira Vargas Fazenda Laranjeiras I Zona Rural São Desidério Bahia (BA) 12597058620 39 Cultivo de café
Fazenda Paloma S/A - (Edmar Sanches Cordeiro) Fazenda Paloma Zona Rural de Rio Branco – AC Rio Branco Acre (AC) 02670169000184 12
Fazendas Reunidas Júlio Avelino S/A Fazenda Sagarana Rodovia Babaçu, Km 15 – Rio Maria (PA) End.: Rio Maria, 445 – Rio Maria (PA) Rio Maria Pará (PA) 32407686000711 17 Criação de bovinos para corte
Fernandes Lavagnoli Fazenda Dois Irmãos Rodovia TO – 230, km 05, margem direita, Arapoema/TO Arapoema Tocantins (TO) 52563154715 44 Criação de bovinos
Fernando Ribas Taques Fazenda Carolina do Norte Serra do Penitente – Alto Parnaíba(MA) Alto Parnaíba Maranhão (MA) 15911764920 20 Cultivo de soja
Flávio Pinho de Almeida Fazenda Rio Liberdade Santana do Araguaia (PA) End.:Av. Faria Lima, 1572 – oitavo andar – conjunto 801 –São Paulo(SP) Santana do Araguaia Pará (PA) 00457523891 49 Criação de bovinos para corte
Flávio Teixeira Martins Fazenda Araras de Cima Rodovia BR – 354, Córrego Danta/MG Córrego Danta Minas Gerais (MG) 84048689649 7
Florisberto Leal Fazenda Nossa Senhora Aparecida Rodovia MT – 130, km 150 – Paranatinga/MT Paranatinga Mato Grosso (MT) 06622121850 46 Produção de semente de capim braquiária
Francisco Andrade de Alencar Fazenda Padre Cícero BR 010 km 170 – Cidelândia/MA Cidelândia Maranhão (MA) 01813358320 18
Francisco Dantas Ribeiro Filho Fazenda Piçarreira End.: Av. J. P. Almeida, sn - Alto Alegre do Pindaré (MA) Alto Alegre do Pindaré Maranhão (MA) 12576131387 12 Criação de bovinos para corte
Francisco de Almeida Leal Fazenda Santo Antônio Rodovia PA 150, Km 93 – Zona Rural São Geraldo do Araguaia Pará (PA) 01860364187 7 Criação de bovinos para corte
Francisco Medeiros Sobrinho Fazenda Indiaçu Gleba Gameleira, Rio Saranzal de Cima Palestina do Pará Pará (PA) 01215710410 5 Criação de bovinos
Francisco Wagno de Souza Fazenda Ferrugem Gleba 25, lotes 20, 21 e 24 – Zona Rural Tailândia Pará (PA) 21618968300 18 Criação de bovinos para corte e produção de carvão vegetal
Fued Tuma Fazenda Recanto da Aranhas - Santa Tereza de Goiás Goiás (GO) 07665830153 4
Genny Souza Oliveira - Zona Rural de Mara Rosa/GO Mara Rosa Goiás (GO) 68932766134 12 Produção de carvão
Geraldo Bernardino de Souza Fazenda Santa Rita da União Gleba Xincrim - Zona Rural - Estrada da União CEP 68533-000 Água Azul do Norte Pará (PA) 01291831134 14 Criação de bovinos para corte
Geraldo José Ribeiro Fazenda Boa Esperança - São Félix do Xingu Pará (PA) 03690865115 4 Criação de bovinos
Geraldo Otaviano Mendes Fazenda Genipapo – Carvoaria do Mendes Rodovia TO – 050, km 325 – Conceição do Tocantins/TO Conceição do Tocantins Tocantins (TO) 90929829620 4 Produção de carvão
Gerson Joaquim Machado Fazenda São Mariano III Estrada Wanderlândia – Ananás Darcinópolis Tocantins (TO) 21246165104 8 Criação de bovinos para corte
Ghazi Suleiman Fazenda Vista Bonita Mocambe –João Lisboa (MA). Caixa Postal: 482 João Lisboa Maranhão (MA) 33636850849 21 Criação de bovinos
Gilberto Andrade Fazenda Boa Fé Caru Povoado Caru – Zona Rural Centro Novo do Maranhão Maranhão (MA) 03231607272 18 Criação de bovinos para corte
Guilherme Palácio Bezerra Fazenda Palácio Rod. BR 222, km 88 – Bom Jesus das Selvas(MA).End.: R. Teofredo Goiana, 300 – Funcionários –Fortaleza (CE) Bom Jesus das Selvas Maranhão (MA) 48858242815 12 Criação de bovinos para corte
Gurupi Participações S/C Ltda (Atual Maximus’s Participações S.A) Fazenda Légua de Pedras Estrada Santa Isabel Km 41 – Ananás Tocantins (TO) 04335328000110 29 Criação de bovinos para corte
Haroldo Luiz de Barros Fazenda Novo Horizonte Povoado do Cajuapara, Itinga do Maranhão/MA Itinga do Maranhão Maranhão (MA) 14296527649 10
Haroldo Vieira Passarinho Agropecuária Maciel II - Tucumã Pará (PA) 09065695249 152 Criação de bovinos para corte
Henrique Alves de Oliveira Fazenda Bacurizinho - Aragominas Tocantins (TO) 01953885187 10 Criação de bovinos para corte
Iakov Kalugin Fazenda São Simeão Loteamento Santa Catarina, Lote 64 - Zona Rural Campos Lindos Tocantins (TO) 22184856991 20 Cultivo de soja
Indústria Agro Florestal Heyse Ltda Fazenda Campo Grande Zona Rural de Rio Negrinho/SC Rio Negrinho Santa Catarina (SC) 00730726000180 19 Colheita de pinus / Fabricação de móveis
Indústria e Comércio de Ferro Gusa União Ltda (COFERGUSA) Fazenda Campo Largo do Rio Grande I Zona Rural – Tanguá Cotegipe Bahia (BA) 16557266000170 3 Produção de carvão vegetal
Itamar Ribeiro da Silva Fazenda Mata Azul Zona Rural de Confresa/MT Confresa Mato Grosso (MT) 12860921168 10
Itamarati Indústria de Compensados Ltda - Zona Rural de Tunas do Paraná – PR Tunas do Paraná Paraná (PR) 00149821000356 82
Itapicuru Agro Industrial S/A Fazenda Terra Nova Estrada da Cajazeira km 18, Codó/MA Codó Maranhão (MA) 10319846000142 49 Produção de cimento
Itasider Usina Siderúrgica Itaminas S/A Fazenda Tayná – Carvoaria Menegueli Zona Rural de Sucupira/TO Sucupira Tocantins (TO) 16852451000278 36 Produção de carvão / Siderurgia
Ivaldir Antônio Torres Fazenda Alto Alegre End.: Av. J.K. de Oliveira, 1366 – Cassilândia(MS) Cassilândia Mato Grosso do Sul (MS) 14006049153 1 Produção de carvão vegetal
Jairo Carlos Borges Fazenda Ouro Preto Vicinal Tuerê, Km 32 Novo Repartimento Pará (PA) 00355275520 18 Criação de bovinos para corte
Jesus José Ribeiro Fazenda Minas Gerais II Zona Rural Presidente Kennedy Tocantins (TO) 18828213604 4 Criação de bovinos para corte
João Batista de Jesus Ribeiro Fazenda Ouro Verde Zona Rural Piçarra Pará (PA) 11747145149 35 Criação de bovinos, cultivo de soja, algodão, café, cana-de-açúcar e produção de carvão vegetal
João Batista de Sousa Lima Fazenda Santa Maria Sapucaia – Amarante do Maranhão (MA).End.: Rua São Sebastião, 1242 – Vila Nova – Imperatriz (MA) Amarante do Maranhão Maranhão (MA) 06223214391 18 Criação de bovinos
João Batista Lopes Fazenda Serra Bonita Zona Rural Xambioá Tocantins (TO) 21933332115 9 Criação de bovinos para corte
João Henrique Meneghel Fazenda Guará do Meio Rodovia BR 020 – Km 60 – Zona Rural Correntina Bahia (BA) 68072937987 68 Cultivo de algodão
João José de Oliveira São José BR 222, Km 135 Buriticupu Maranhão (MA) 01365282520 32 Criação de bovinos para corte
João Neto Moura Macedo – Espólio de, Fazenda Bom Jesus BR – 316, km 7, Zona Rural de Peritoró/MA Peritoró Maranhão (MA) 06313043391 13
Joaquim Cândido Alves Moreira Fazenda Riacho do Fogo e Fazenda Três Riachos Zona Rural Santa Fé de Minas Minas Gerais (MG) 27115895600 8 Criação de bovinos e produção de carvão vegetal
Joaquim Carlos Sabino dos Santos Fazenda Nossa Senhora Aparecida Estrada Ananás – Santa Isabel, km 35, margem esquerda, Ananás/TO Ananás Tocantins (TO) 04306167836 9
Joaquim Faria Daflon Fazenda Castanhal Gleba Cajueiro – Ananás-TO Ananás Tocantins (TO) 004.501.706-91 201
Jorge Mutran Exp. e Imp. Ltda (Atual Jorge Mutran Exportadora de Castanha Ltda) Fazenda e Castanhal Cabaceiras Rod. PA 150, Km 28, CEP: 68500-0000 Marabá Pará (PA) 04797569000504 13 Criação de bovinos para corte e reprodução de matrizes
Jorge Mutran Exp. e Imp. Ltda (Atual Jorge Mutran Exportadora de Castanha Ltda) Fazenda e Castanhal Cabaceiras Rod. PA 150, Km 28, CEP: 68500-0000 Marabá Pará (PA) 04797569000504 47 Criação de bovinos para corte e reprodução de matrizes
José Augusto Vieira Fazenda Sagrisa – Grupo Maratá Boca da Mata – Codó (MA) Codó Maranhão (MA) 04507290520 27 Criação de bovinos para corte
José Braz da Silva Fazenda Boa Esperança ET VS 45,8 – Ent. 44 – Zona RuralCEP: 68515-000 Canaã dos Carajás Pará (PA) 03489590600 10 Criação de bovinos para corte
José Carlos da Silva Porfírio Fazenda Córrego Dantas - Mineiros Goiás (GO) 08862400187 11
José Carlos de Souza Barbeiro Fazenda Tapyiratynga Gleba Corumbiara, Linha 135, Setor 09, Lotes 51, 52, 61, 63A. 64B – Zona Rural Corumbiara Rondônia (RO) 04118898853 12 Criação de bovinos
José Carlos dos Santos Fazenda Bela Vista Terra do Meio – Zona Rural Altamira Pará (PA) 86270796172 19 Criação de bovinos para corte
José Edinaldo Costa Fazenda Santa Gertrudes Rodovia BR 222 – Zona Rural de Bom Jardim/MA Bom Jardim Maranhão (MA) 11629061549 66
José Irineu de Souza Fazenda Sergipana BR 316, km 366 – Bacabal/MA Bacabal Maranhão (MA) 00409340553 11
José Maia de Oliveira Fazenda Matrinchã Zona Rural de Mineiros/GO Mineiros Goiás (GO) 01642103187 8
José Maurício dos Santos - ME Fazenda Palmares do Peixe Bonito (MS). End.: Rua Jorge Bodstein, 1043, Bairro Alto- Aquidauana (MS) Bonito Mato Grosso do Sul (MS) 07041102000102 8 Produção de carvão vegetal
José Rezende Cruvinel Fazenda Diamantino Zona Rural de Mineiros/GO Mineiros Goiás (GO) 01173782168 14
José Ribamar de Oliveira Fazenda Consolação Rod. OP 03, Km 20 – Zona Rural CEP: 68521-000 Brejo Grande do Araguaia Pará (PA) 06152538149 58 Criação de bovinos para corte
José Rodrigues Alves Fazenda São Lourenço Zona Rural Santa Maria das Barreiras Pará (PA) 02684950172 / 500047415788 20 Criação de bovinos para corte
José Silva Barros Fazenda Vale do Rio Fresco Zona Rural Cumaru do Norte Pará (PA) 09533958200 261 Criação de bovinos e inseminação artificial
Juliano Heringer Branco Fazenda Herança - São Domingos do Capim Pará (PA) 95896430353 6 Extração de madeira
Laminados e Compensados Santa Catarina Ltda Fazenda Combrão Rodovia PR – Guarapuava x Pinhão – Guarapuava-PR Guarapuava Paraná (PR) 02.286.932/0001-78 13
Laticínios Morrinhos Indústria e Comércio Ltda – LEITBOM - Zona Rural de Minaçu – GO Minaçu Goiás (GO) 02.341.881/0001-30 62
Leandro Volter Laurindo de Castilhos Fazenda Planalto Rod. BA 459, km 11 – Anel da Soja – Barreiras – BA Barreiras Bahia (BA) 02169890947 156
Leoni Lavagnoli Fazendas Paraíso e Colatina Rodovia TO 230, km 05, margem direita – Arapoema/TO Arapoema Tocantins (TO) 47880384715 53 Criação de bovinos
Lívio José Andrighetti Fazenda Java Zona Rural Campo Novo dos Parecis Mato Grosso (MT) 14282151072 14
Lívio José Andrighetti Fazenda Tucano Zona Rural Campo Novo dos Parecis Mato Grosso (MT) 14282151072 13
Lúdio Garcia de Freitas Fazenda Pedra Branca Chapadão do Sul (MS).End.: Rua Filinto Luiz Ottoni, 20 – Água Clara (MS) Chapadão do Sul Mato Grosso do Sul (MS) 32183682191 7 Produção de carvão vegetal
Luis Otato Neto Fazenda Mococa Loteamento Gavião, Gleba Mãe Maria, Bom Jesus do Tocantins/TO Bom Jesus do Tocantins Tocantins (TO) 21500916587 10
Luiz Carlos Berti Fazenda Tainha Tainhas – São Francisco de Paula(RS). End.: Cx. Postal 2507 – Ana Rech – Caxias do Sul(RS) São Francisco de Paula Rio Grande do Sul (RS) 40143317091 35 Cultivo de batata, feijão e milho
Luiz Roberto da Silva Fazenda Diamantino Rod. GO 194 – Portelândia (GO).End.: Quarta Avenida, 63 – Mineiros (GO) Portelândia Goiás (GO) 27157695120 5 Criação de bovinos para corte e produção de carvão vegetal
M. José Carvalho ME M. José Carvalho ME Furo dos Pardos S/N Afuá Pará (PA) 15749955000113 / 04432053291 19 Coleta de palmito
Márcio Pedro de Souza Fazenda Três Pilões Zona Rural de Mineiros/GO Mineiros Goiás (GO) 01288873115 4
Márcio Peixoto Valadão Fazenda Açaí Rod. TO 382, km 72 à direita, Garimpinho- Araguaina (TO).End.: Rua Sadoc Correa, 850 – B. Senador – Araguaina (TO) Araguaína Tocantins (TO) 15075079172 6 Criação de bovinos para corte
Marco Antônio Mattana Sebben Fazenda Mattana Linha Auto Juruena – Zona Rural de Campos de Júlio/MT Campos de Júlio Mato Grosso (MT) 00113121148 36 Cultivo de soja
Marco Aurélio Andrade Barbosa Fazenda Bacuri Axixá do Tocantins (TO). End.: Pça. Rui Barbosa, 200 – sala 906 – Uberaba (MG) Axixá do Tocantins Tocantins (TO) 18214363691 40 Criação de bovinos para corte
Marco Túlio Andrade Barbosa Fazenda Sertaneja Ananás(TO) End.: Pça Rui Barbosa, 300, sala 906 – Uberaba (MG) Ananás Tocantins (TO) 34085092634 32 Criação de bovinos para corte
Marcos Antônio Eleutério Neto Fazenda Garupa Estrada da União, Gleba Xincrim, ZonaRural – CEP: 68533-000 ou Rua José Soares, 380,Jacundá/PA – CEP: 68590-000 Água Azul do Norte Pará (PA) 06761682134 15 Criação de bovinos para corte
Maria Castro de Souza Araújo Fazenda Pantanal Estrada Velha de Axixá à Transamazônica, km 05, margem esquerda – Axixá do Tocantins/TO Axixá do Tocantins Tocantins (TO) 28037170187 5
Maria dos Anjos Alchaar Costa Fazenda San Maria Rod. BR 010, km 1700 – Imperatriz(MA).End.: R. Mário Andreaza, 201-Três Poderes – Imperatriz(MA) Imperatriz Maranhão (MA) 48771597387 13 Criação de bovinos para corte
Maria José Carrijo Carvalho Fazenda Morada Zona Rural de Mineiros/GO Mineiros Goiás (GO) 91038839149 3
Maria José das Neves Fazenda Araguaia Rodovia TO 382, Km 70 – Zona Rural Araguaína Tocantins (TO) 71674861168 32 Criação de bovinos para corte
Marta Alves de Rezende Fazenda Cangalha Loteamento 73, Sororoca, Centro dos Borges, km 06, margem esquerda, Riachinho/TO Riachinho Tocantins (TO) 38239922104 20
Mauro Rossati Fazenda Mauro Rossati Localidade Três Lagoas ou Rua PedroÁlvares Cabral, Jacu – CEP: 65930-000 Açailândia Maranhão (MA) 23916745387 19 Criação de bovinos para corte
Max Neves Cangussu Fazenda Cangussu Zona Rural – CEP: 65380-000 Bom Jardim Maranhão (MA) 09621768772 19 Criação de bovinos para corte
Miguel do Ó de Andrade Fazenda Pindaré / Ouro Preto Zona Rural Açailândia Maranhão (MA) 01070598860 14 Criação de bovinos para corte
Miguel do Ó de Andrade Fazenda São Francisco BR 222, km 36 – Açailândia (MA). End.: Rua Dr. Gervásio, 705 – Açailândia (MA) Açailândia Maranhão (MA) 01070598860 6 Criação de bovinos
Milton Ribeiro de Oliveira Fazenda Sossego Zona Rural Canaã dos Carajás Pará (PA) 33146276100 24 Criação de bovinos para corte e cultivo de banana
Modesto Pereira Prates Fazenda Reunidas Rod. BR 222, km 86 - Vila Nova dos Martírios(MA).End.: R. Gonçalves Dias, 441 – Rondon do Pará(PA) Vila Nova dos Martírios Maranhão (MA) 72158018887 4 Criação de bovinos para corte
Móveis Rueckl Ltda Fazenda Campo Grande - Rio Negrinho Santa Catarina (SC) 85907012000157 1 Colheita de pinus / Fabricação de móveis
Nyedja Rejane Tavares Lima Fazenda Thâmia BR 222, km 47 Mata Sede –Santa Luzia (MA) Santa Luzia Maranhão (MA) 01403627703 30 Criação de bovinos para corte
Odilon Ferreira Garcia / Carlos Ferreira Garcia Fazenda Buriti Rod. GO 338, km 07 – Pirenópolis (GO). End.:. BR 153, km 5,5- GP 3, boxes 02- CEASA-Goiânia(GO) Pirenópolis Goiás (GO) 08775958104 / 0260660710 162 Cultivo de tomate
Oilon Jorge da Costa Fazenda Santa Antônia – Lotes 154 a 158 Lotes 154 a 158 – Garimpinho – Araguaina (TO). End.: Av. Ruidelmar, 1176 – Colinas (TO) Araguaina Tocantins (TO) 07674040178 2 Criação de bovinos para corte
Osvaldo Borges Fazenda Três Irmãos Zona Rural de Formoso/GO Formoso Goiás (GO) 14746239134 5
Paulo Roberto Cunha / Ideal Severino da Cruz Fazenda Rio do Peixe End.: R. São Sebastião-Ed. Aracoara- Apto. 100-Rio Verde(GO) / Av. Central, 300 – Santa Terezinha de Goiás (GO) Santa Terezinha de Goiás Goiás (GO) 01404377115 / 0531168310 2 Criação de bovinos para corte e produção de carvão vegetal
Pecuária Rio Largo Ltda. Fazenda Rio Dourado Margem direita do Rio Fresco – Zona Rural – CEP: 68398-000 Cumaru do Norte Pará (PA) 08156226000511 54 Criação de bovinos
Raimundo Everardo Mendes Vasconcelos Fazenda Soever Rodovia CE – 040, km 55 – Beberibe/CE Beberibe Ceará (CE) 04163605304 40 Cultivo de cana-de-açúcar
Raimundo Pereira Nunes Fazenda Dourado Zona Rural Vitória do Xingu Pará (PA) 03923541104 10 Criação de bovinos para corte
Reginaldo Freire Leite Fazenda Boa Vista Zona Rural do Município ou Rua DiogoFeijó, 1915 – Bairro Estação – Franca/SP – CEP: 14405-212 Claraval Minas Gerais (MG) 02839731886 24 Cultivo de café
Renato Bernardes Filgueiras Fazenda Santa Eulália Tapurah (MT) End.: Av. Romualdo Allievi, 1027 – Tapurah (MT) Tapurah Mato Grosso (MT) 04068696691 10 Criação de bovinos para corte
René Moreira de Souza Fazenda Trairão - Bannach Pará (PA) 31934706191 17
Rezil Extração, Comércio e Exportação Ltda Estação Experimental de Águas de Santa Bárbara Instituto Florestal Iaras São Paulo (SP) 03896711000184 76 Extração de resina de pinus
Ricardo Tavares de Andrade Distrito Irrigado do Rio Açu Setor 5, Lotes 44, 45 e 49 – Zona Rural Alto do Rodrigues Rio Grande do Norte (RN) 35079649453 29 Cultivo de melão, banana, melancia, maracujá e feijão
Roberto Demario Caldas Fazenda São Joaquim / Mequéns Zona Rural Pimenteiras do Oeste Rondônia (RO) 27656608915 219 Criação de bovinos
Roberto do Carmo Trevisani / Bonifácio Francisco Ramão Fazenda Jardim Novo Jardim (TO) / End.:Rua Padre Albuquerque, 479 – Itapetininga (SP) Novo Jardim Tocantins (TO) 75168758800 / 0412588692 11 Criação de bovinos para corte e produção de carvão vegetal
Roberto Gonçalves da Silva Fazenda Conquista BR 304, km 370-Santa Rita Araguaia(GO). End.: R .Narciso Roman, 62-44-Setor São José – Auriflama(SP) Santa Rita do Araguaia Goiás (GO) 05827473847 8 Criação de bovinos para corte e produção de carvão vegetal
Romar Divino Montes Fazenda Vale do Paraíso II Zona Rural – CEP: 68523-000 Curionópolis Pará (PA) 24208493100 15 Criação de bovinos para corte
Ronnie Petterson Moreira de Melo Fazenda Vitórioa/Carvoaria do Ronnie Petterson(Brejão) - Tocantins (TO) 65999428149 2 Produção de carvão
Rosenval Alves dos Santos Fazenda Rio Tigre Zona Rural Santana do Araguaia Pará (PA) 00453595120 78 Criação de bovinos para corte
Rui Carlos Dias Alves da Silva Fazenda Agranor/Sanganhá - Maranhão (MA) 05038693415 52 Criação de bovinos para corte
Sandra Vilela de Freitas Oliveira Fazenda Nossa Senhora Aparecida Estrada Boa Esperança à Santo Antônio, Km32 – Zona Rural - CEP: 78888-000 Nova Ubiratã Mato Grosso (MT) 40556514149 14 Criação de bovinos para corte e exploração de seringais
Sebastião Neves de Almeida Fazenda 05 Estrelas Gleba Nhandú, Estrada do Aragão – 12 Km de Mundo Novo/MT Novo Mundo Mato Grosso (MT) 03142736115 126 Criação de bovinos para corte e aluguel de pastos a terceiros
Sérgio Marcos Santos de Assis Fazenda Boa Vista Zona Rural - Córrego Novo Açailandia Maranhão (MA) 40213153300 30 Criação de bovinos
Sérgio Marcos Santos de Assis Fazenda Boa Sorte Rod. BR 010, km 04 – Açailândia (MA).End.: Av. Tácito Caldas, 252 – Açailândia (MA) Açailândia Maranhão (MA) 40213153300 2 Criação de bovinos
Sérgio Noel de Mello Martins Fazenda Santana Zona Rural de Santa Rita do Araguaia/GO Santa Rita do Araguaia Goiás (GO) 02829851820 5
Siderúrgica do Maranhão S. A. (SIMASA) Siderúrgica do Maranhão S. A. (SIMASA) Estrada dos Americanos, Km 45 – Zona Rural Dom Eliseu Pará (PA) 10426518000145 45 Produção de carvão vegetal
Sílvio Zulli Fazenda Olho D´Água Estrada Coenge, km 16, Zona Rula - Poconé Poconé Mato Grosso (MT) 07940246968 318 Cultivo de cana-de-açúcar
Sílvio Zulli Fazenda Olho D´Água Estrada Coenge, km 16, Zona Rula - Poconé Poconé Mato Grosso (MT) 07940246968 22 Cultivo de cana-de-açúcar
SIMARA - Siderúrgica Marabá S/A Fazenda São Martinho Zona Rural de São Bento do Tocantins/TO São Bento do Tocantins Tocantins (TO) 07933914000820 73 Produção de carvão vegetal / Siderurgia
TOBASA – Bioindustrial de Babaçu S. A. TOBASA – Bioindustrial de Babaçu S. A. Rua Tobasa 900 – Centro Tocantinópolis Tocantins (TO) 04116056000167 174 Extração de babaçu e produção de derivados de babaçu
Valdete Soares Castro de Oliveira Fazenda Nova Esmeralda BR 222, km 78 – Novo Bacabal – Açailândia(MA).End.: Av. Bernardo Sayão, 973 – Açailândia (MA) Açailândia Maranhão (MA) 52392139334 10 Criação de bovinos para corte
Valfredo Macedo da Silva Fazenda Santa Clara Estrada de Itacaiunas, Km 56 – Zona Rural – CEP: 68500-000 ou Rua Jatobá, Qd. 03, Lt. 12 – Chácara da Lua – Parauapebas/PA – CEP: 68515-000 Novo Repartimento Pará (PA) 17281598300 41 Criação de bovinos para corte
Versátil Construção e Serviços Ltda Versátil Construção e Serviços Ltda Rodovia PA–125 , Bairro Industrial Paragominas Pará (PA) 02938040000104 21 Criação de bovinos para corte e cultivo de milho e arroz
Vilma Ferreira Rodrigues Martins Fazenda Salto Diamantino Zona Rural de Portelândia/GO Portelândia Goiás (GO) 53023714134 2
Vilson de Araújo Fontes Fazenda Cabana da Serra Zona Rural – Morcego Santa Luzia Maranhão (MA) 02164957504 7 Criação de bovinos para corte
Vital Ferreira da Costa Fazenda Brejo das Araras João Lisboa(MA). End.: Rua Martins de Sousa, 280 – Morada do Vale – Governador Valadares (MG) João Lisboa Maranhão (MA) 07006594634 5 Criação de bovinos para corte
Vitalmiro Bastos de Moura / Vander Paixão Bastos de Moura Fazenda Rio Verde Zona Rural Anapu Pará (PA) 37077945200 / 64183785200 20 Criação de bovinos para corte
Wagner Furiati Nabarrete / Olinda Alves da Silva Fazenda Poção Bonito Rod. Ponte Alta/Taipas, km 40 – Ponte Alta do Bom Jesus (TO). END: R. Itaguaçu, 175-V. Vivaldi-São Bernardo do Campo(SP) / Rua Dom Pedro II, 18 – Taguatinga (TO) Ponte Alta do Bom Jesus Tocantins (TO) 14028568811 / 1182781888 3 Criação de bovinos para corte e produção de carvão vegetal
Walderez Fernando Resende Barbosa Fazenda Jardim Fazenda Jardim, Zona Rural de Arapoema-TO Arapoema Tocantins (TO) 039.609.516-04 2
Waldir Ramos Fonseca (Antiga Plantel) - - São Félix do Xingu Pará (PA) 18823149649 11
Wilson Duarte de Oliveira Fazenda São Judas Tadeu Rod. TO 050, Silvanópolis (TO) Silvanópolis Tocantins (TO) 11766484115 7 Criação de bovinos para corte

Wilson Ferreira da Rocha Fazenda California Rod. PA 150 - KM 142 - Zona Rural Goianésia Pará (PA) 45126313720 26 Criação de bovinos e produção de carvão vegetal


Total: 187 www.reporterbrasil.org.br

CONTINUA VOANDO

Livre para voar - TJE adia julgamento de Curió


Parece piada, mas é na verdade um escárnio. As Câmaras Criminais Reunidas do TJE decidiu adiar o julgamento do notório Sebastião Curió Rodrigues de Moura, acusado de homicídio em denúncia formulada pelo Ministério Público do Distrito Federal, já que o crime ocorreu em Brasília em 1993. O motivo não podia ser mais prosaico: Curió não foi localizado para receber a intimação. O estranho é que ele tem endereço certo e local de trabalho bastante conhecido, já que é o atual prefeito de Curionópolis, no Sudeste do Estado.

A ficha de Curió é bastante conhecida: chegou na região no início dos anos 70, integrando as forças especiais do Exército que aniquilaram a Guerrilha do Araguaia. Nesses anos de chumbo, Curió se notabilizou pelo tratamento truculento dos presos, recaindo sobre ele denúncias de torturas e execuções de lavradores e guerrilheiros. Anos depois, o já coronel Curió reaparaceria para comandar, com mão de ferro, o florescente garimpo de Serra Pelada, que daria origem à povoação batizada em sua homenagem.

Sua trajetória de crimes e de corrupção acabou topando com a Justiça da capital federal quando ele assassinou, a sangue frio, um adolescente de 17 anos, que supostamente havia penetrado em sua propriedade. É justamente esse crime que espera julgamento há quase 18 anos. São as linhas tortas do enorme manto da impunidade que protege aqueles que servem aos que detém o poder em nosso país.

www.aracelilemos.uniblog.com

domingo, 16 de dezembro de 2007

CURIÓ NA CADEIA!!!

DEU NO O LIBERAL DESTE DOMINGO

Prefeito de Curionópolis é acusado de crimes cometidos em 1993

RAUL THADEU

Da Redação


O prefeito de Curionópolis, Sebastião Curió Rodrigues de Moura (DEM), 72 anos, o major Curió, como ficou nacionalmente conhecido após administrar por vários anos o garimpo de Serra Pelada, no sudeste do Pará, será julgado amanhã, em Belém, perante as Câmaras Criminais Reunidas do Tribunal de Justiça do Estado. Ele é réu em ação penal movida elo Ministério Público do Distrito Federal e Territórios, que o denunciou pelo duplo crime de homicídio qualificado e lesões corporais. Curió será julgado pelo TJE porque tem prerrogativa de foro, já que é prefeito.

Curió é acusado de haver praticado os crimes em 2 de fevereiro de 1993, há 14 anos, em uma chácara de propriedade dele, no condomínio Sobradinho dos Melos, cidade satélite de Brasília (DF). O prefeito vai responder pela acusação de homicídio qualificado contra o menor Laércio Xavier da Silva, 16 anos, abatido a tiros pelas costas no interior da chácara, e pelo crime de lesões corporais contra Leonardo Xavier da Silva, 17 anos, irmão de Laércio.

O processo criminal contra Sebastião Curió será relatado pelo desembargador Raimundo Holanda Reis. O Ministério Público, por delegação do procurador-geral de Justiça, Geraldo de Mendonça Rocha, será representado pelo promotor de Justiça Miguel Baía, responsável, no MPE, pelos processos contra prefeitos. Embora a ação penal contra Sebastião Curió venha se arrastando há quase 15 anos, entre o Tribunal de Justiça do DF e o Superior Tribunal de Justiça (STJ), no Pará, onde a ação foi admitida em abril de 2007, o processo ganhou celeridade. Isso porque o promotor Miguel Baía solicitou ao relator que todos os atos da denúncia fossem mantidos. Raimundo Holanda deferiu o requerimento e Baía pôde apresentar as alegações finais, providência que conduziu o processo imediatamente ao julgamento.

Assassinato teve participação de filhos do réu

O crime de que é acusado o prefeito de Curionópolis, Sebastião Curió (DEM), ocorreu na tarde do dia 1º de fevereiro de 1993. Nesse dia, Curió, seus dois filhos, Sebastião Curió Rodrigues de Moura Júnior, o 'Curiozinho', e Antonio César Nóbrega de Moura, acompanhados de dois policiais da 10ª Delegacia Policial de Brasília, João Bosco Frajorge e Erycson Boueri Coqueiro, teriam perseguido sem sucesso os menores Laércio e Leonardo Xavier da Silva.

Os dois irmãos eram acusados de roubo em chácaras do condomínio Sobradinho dos Melos, entre elas a que pertencia a Curió. Não conseguindo alcançar os menores, o grupo resolveu voltar à noite para surpreendê-los. Na madrugada do dia seguinte, 2 de fevereiro, Sebastião Curió, auxiliado pelos quatro acompanhantes, seus dois filhos e os dois policiais, localizou os menores e não lhes deu qualquer chance de fuga, segundo afirma a denúncia.

Armado com uma espingarda escopeta, calibre 12, e uma pistola Beretta 9mm., Curió teria disparado três tiros. Um dos disparos atingiu nas costas Laércio Xavier, que morreu no local. Outro tiro atingiu a mão de Leonardo, que, capturado pelo grupo e mesmo ferido, foi obrigado a mostrar quais as chácaras que haviam sido furtadas e onde estavam guardados os objetos subtraídos. O Ministério Público denunciou a todos por homicídio qualificado, pela morte de Laércio, e pelo crime de lesões corporais, causado pelo disparo que atingiu Leonardo Xavier.

DEFESA

Os réus alegaram legítima defesa, afirmando que havia outra pessoa com as vítimas e foram efetuados disparos de arma de fogo contra eles, momento em que Sebastião Curió teria efetuado um disparo com a escopeta e dois com a pistola 9 mm. O juízo de primeiro grau, porém, rejeitou a tese de legítima defesa, por considerar a inexistência, nos autos, de qualquer indício de que haveria uma terceira pessoa no local dos disparos ou mesmo que as vítimas estivessem armadas.

Com relação aos policiais, a sentença concluiu que haveria indícios de que estariam atendendo a um pedido pessoal do ex-militar e ex-parlamentar Curió (que havia sido deputado federal, eleito com o voto dos garimpeiros de Serra Pelada), pois não havia situação de flagrante e nenhuma investigação policial poderia contar com a colaboração de um cidadão comum portando armamento pesado, no caso, o próprio Curió, armado com escopeta calibre 12, capaz de derrubar até um elefante. (R.T.)

o Ex-deputado federal, de 1983 a 1987, Sebastião Curió Rodrigues de Moura foi um dos chefes militares que atuou na repressão à guerrilha do Araguaia durante o regime militar. No início da década de 80, foi nomeado interventor do garimpo de Serra Pelada pelo então presidente da República, general João Baptista FigUEIRDEDO

quarta-feira, 12 de dezembro de 2007

CANAA DOS CARAJÁS

prefeitura de Canaâ dos Carajás acaba de implemetar o processo de participação popular inspirado no modelo de Xinguara. A riquíssima experiência de participação do povo nas decisões que vem acontecendo em Xinguara desde 2005 agora também é fato em Canaã dos Carajás.

- Ao Conselho de Desenvolvimento de Canaã dos Carajás compete:
I. Deliberar sobre a proposta de Plano Plurianual do Governo a ser enviada à Câmara de Vereadores no primeiro ano de cada mandato do Governo Municipal.
II. Deliberar sobre a proposta de LDO - Lei de Diretrizes Orçamentárias a ser enviada à Câmara de Vereadores.
III. Deliberar sobre a proposta de Orçamento Anual – LOA e Plano Municipal de Investimento a serem enviados à Câmara Municipal de Vereadores.
IV. Deliberar sobre aspectos totais ou parciais da política tributária e da arrecadação do poder público municipal.
V. Deliberar sobre o conjunto de obras e atividades constantes do planejamento de Governo e orçamento anual apresentados pelo Executivo, em conformidade com o processo de discussão do Congresso Popular de Canaã dos Carajás.
VI. Acompanhar a execução orçamentária anual e fiscalizar o cumprimento do Plano de Investimento, opinando sobre eventuais incrementos, cortes nos investimentos ou alterações do planejamento.
VII. Deliberar sobre a aplicação de recursos, tais como: Fundos Municipais e outras fontes.
VIII. Deliberar sobre os investimentos que o Executivo entenda como necessários para a o município, inclusive sobre remanejamento de recursos;
IX. Receber, em tempo hábil, das Secretarias e Órgãos do Governo, bem como ter acesso a todos os documentos imprescindíveis à formação de opinião dos(as) Conselheiros(as) relativa ao orçamento público e plano de governo, especialmente aqueles sobre as questões técnicas e complexas.
X. Deliberar sobre a metodologia adequada para proceder ao estudo do orçamento, levantamento das prioridades da comunidade, bem como, os critérios técnicos e gerais para avaliação e hierarquização das demandas do processo de participação popular, bem como o cronograma de trabalho.
XI. Realizar reuniões para debater, quando necessário, temas conjunturais que afetem a população de Canaã dos Carajás, assumindo posicionamento político sobre fatos que interfiram na vida do município, bem como, encaminhar a mobilização social para engajamento da sociedade em campanhas de interesse geral.
XII. Estimular o processo de Controle Social, Democratização e Qualificação do Serviço público nas três esferas: municipal, estadual e federal, estimulando a criação de fóruns de acompanhamento e fiscalização popular.
XIII. Discutir e deliberar sobre o Regimento Interno de instâncias de controle social;
XIV. Coordenar o processo de Congresso Popular de Canaã dos Carajás, em todas as suas dimensões.
XV. Garantir a materialização das diretrizes aprovadas no Fórum de Delegados e Conselheiros.

SEDUC

É MÁRIO CARDOSO TÁ PENSANDO QUE ISSO É PARLAMENTO!!!


3ª CARTA PÚBLICA À SEDUC: O QUE PODEMOS ESPERAR DO PLANO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO?


O QUE PODEMOS ESPERAR DO PLANO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO?

Temos defendido a importância do movimento de construção do Plano
Estadual de Educação desencadeado pela SEDUC, uma oportunidade
histórica de mobilização, reflexão e construção popular e democrática
de propostas para a afirmação de uma educação pública de qualidade no Pará, nunca antes existente no estado.

Entretanto por muitas vezes, por meio de documentos e em diálogo com
os representantes da SEDUC em diversos eventos, temos pautada que o processo de construção do Plano Estadual de Educação seguia um
itinerário [cronograma, mobilização e metodologia de debate] que não
promovia a plena participação popular e comprometia a qualidade das
discussões e, conseqüentemente, da própria proposta de plano a ser
elaborada. Ressaltamos também a necessidade da SEDUC reconhecer as dificuldades na coordenação do processo e as contradições da
realização de um evento tão importante em curtíssimo prazo, algo que
se colocava na contramão dos processos e experiências de gestão
construídas historicamente pelos movimentos e outras administrações
populares.

As críticas não foram ouvidas. O processo seguiu. Assim, diante do
compromisso assumido por este Fórum em fortalecer os espaços de
encontro, socialização, debate e construção coletiva de propostas que
subsidiem e comprometam o Estado na organização e efetivação de uma Política Pública de Educação do Campo, o conjunto das organizações que o compõem deliberou pela participação e contribuição na realização de eventos municipais e regionais de elaboração do plano.

Hoje, poucos dias a véspera da realização da Conferencia Estadual do
Plano de Educação, depois de um período marcado pela total falta de
informação sobre transporte, hospedagem e programação do evento, somos surpreendidos com a decisão do seu cancelamento. Outro fato que se coloca como agravante dos problemas que envolvem o processo e que nos causou surpresa, foi a informação, que nos chegou por acaso, sobre a realização na mesma semana de um seminário que objetiva discutir a
reestruturação do Sistema de Organização Modular de Ensino [SOME],
denominado no interior do estado como Grupo de Especial de Ensino
Modular [GEEM].

O cancelamento da Conferencia e a realização de um novo evento,
confirmam nossas críticas e preocupações anteriores. A SEDUC
desrespeita o debate realizado nas plenárias e propostas apresentadas
pelos delegados que delas participaram, principalmente em relação a
educação do campo, pois não considera as reflexões e proposições que
apontaram no sentido da reestruturação do GEEM ser assumida pela
coordenação de educação do campo da secretaria e pautada pelos
princípios que emanam das experiências pedagógicas desenvolvidas pelos projetos de educação do campo. A secretaria adjunta de logística
escolar da SEDUC continua responsável pelo ensino médio no campo; os sujeitos e organizações sociais do campo continuam alijados do
processo de reestruturação do GEEM; não há garantia nenhuma de que os princípios e diretrizes operacionais da educação do campo serão
respeitas no processo de reestruturação; e as reflexões acumuladas por
este fórum ? que inclusive mantém grupo de trabalho sobre o GEEM ?
socializadas na plenária regional, não foram consideradas.


Por todos estes motivos, consideramos pertinente perguntar: O QUE
PODEMOS ESPERAR DO PLANO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO?


Fórum Regional de Educação do Campo, Marabá, 07 de dezembro de 2007.



UFPA, MST, FETAGRI, FATA/EFA, COOPSERVIÇOS, LASAT, CPT,
SINTEPP/Marabá, SEMED/Parauapebas



MAIS UMA DO GOVERNO ANA/BARBALHO....

segunda-feira, 10 de dezembro de 2007

PASSÁRO FUJÃO...




Se alguém encontrar por aí favor denúnciar à justiça!!

CADÊ O PASSÁRO CORAJOSO???

Prefeito assassino foge do Pará para nao ser notificado.



A empreitada para sufocar o movimento revolucionário encabeçado pelo Partido Comunista do Brasil (PC do B), ergueu do anonimato um dos principais agentes de repressão ao movimento popular no Bico do Papagaio, o major Curió, também disciplinador do garimpo de Serra Pelada. Hoje prefeito, de uma cidade parida por remanescentes do garimpo, Curionópolis, uma homenagem ao militar.

Essa semana ele saiu do anonimato para tentar driblar os oficias de justiça.


Onde está o passáro???

domingo, 9 de dezembro de 2007

3 MESES: MUITA SAUDADE!!





Saudades....

na lembrança os dias de convivência
com a saudade os bons momentos passados
o desejo e a perseverança
na verdade um coração machucado


D. GENEZIA....
A CERTEZA

de que sua ausência nos aproxima a cada momento de saudades...

sábado, 8 de dezembro de 2007

HIDRELÉTRICA 1

Isso também acontecerá com Sâo João do Araguaia, Apinagés e outras localidades, caso ocorra a cosntrução da AHE Marabá.


Estudo ambiental das empresas diz que três mil pessoas serão atingidas; para MAB, obras vão desabrigar 10 mil moradores

A construção de duas hidrelétricas no rio Madeira, em Rondônia, fará com que dois povoados desapareçam. O primeiro será Teotônio, que será inundado pelo reservatório da hidrelétrica Santo Antônio, a primeira a ser licitada. A licitação ocorrerá por meio de leilão no próximo dia dez. A usina Jirau deverá ter seu leilão no início de 2008.


A proximidade dos leilões preocupa o Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB). O movimento estipula que as hidrelétricas do Rio Madeira deverão desalojar mais de dez mil pessoas. Os Estudos de Impacto Ambiental e o Relatório de Impacto Ambiental (EIA/Rima) elaborados pelas empresas Furnas e Odebrecht previam apenas três mil pessoas. De acordo com o coordenador nacional do MAB, Wesley Lopes, as famílias ainda não sabem para onde irão. “As audiências públicas não deram garantia de nada. O que eles prometem, que é promessa, é uma indenização financeira. Mas não fala que área vai ser, onde vai ser. Eles não apresentam isso. E aqui em Rondônia não área de assentamento, eles não prometeram assentamento. E há muita insegurança das famílias, porque de garantia não tem nada”.



Além do desalojamento, a população ribeirinha também deve sofrer com a proliferação do mosquito da malária e com impactos na pesca. O próprio EIA/Rima prevê que 21 espécies de peixes vão desaparecer. Wesley lembra que a população urbana também será impactada. Haverá o deslocamento de milhares de pessoas para a cidade. Poderá haver infiltração de mercúrio nos lençóis freáticos que fornecem água para Porto Velho. As construções no leito do Rio Madeira deverão remexer o mercúrio depositado no local, poluído devido às atividades de garimpo. ( Radioagência NP)

HIDRELÉTRICA 2

A mobilização ocorre dois meses após a primeira ocupação quando o governo federal e as empresas responsáveis pela obra se comprometeram a solucionar o problema dos atingidos pela construção da eclusa.


“Resolvemos voltar ao local e impedir a continuação da obra até que nossa pauta seja atendida pelos órgãos responsáveis, como nos foi prometido anteriormente”, explicou Euvanice Furtado, da coordenação estadual do Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB), no Pará.


Na seguna-feira (2), estava marcada uma assembléia popular com a participação da Eletronorte, Ministério Público e Ibama, mas ninguém compareceu. Pescadores, que perderam seu meio de sustento com a construção da nova eclusa, afirmam que ainda não receberam as indenizações negociadas. Famílias criticam também as casas que estão sendo construídas para substituir as que foram atingidas pela obra. “As famílias são grandes e precisam de casas com no mínimo três quartos”, justifica Euvanice Furtado.


segundo o MAB, após o movimento aceitar desocupar a usina em outubro, ocorreram duas reuniões com a Eletronorte e Secretaria Especial de Aqüicultura e Pesca (SEAP). A única providência tomada teria sido a entrega de cestas básicas para os pescadores até fevereiro.




O contrato assinado para a construção das eclusas entre o Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transportes (Dnit), Eletronorte e o Consórcio Camargo Corrêa tem valor de R$ 440 milhões. As duas eclusas, ligadas por um canal intermediário, com 5,5 quilômetros de extensão, irão possibilitar a navegabilidade no rio Tocantins, facilitando o escoamento de grãos e minérios de ferro para a exportação.


WWW.BRASILDEFATO.COM.BR

AGROCOMBUSTIVEIS

Editorial do Jornal Brasil de Fato aborda essa temática com bastante precisão.


Portanto, repudiar a proposta dos Deputados João Salame e Asdrubal que têm incentivado o debate em torno da produção de cana na Amazônia é necesário.


processos de industrialização, da instalação de fábricas e da difusão de inúmeros produtos, que se transformaram em mercadorias. Alguns, usaram a energia para melhorar o bem estar das populações, outros, porém, buscavam apenas o lucro fácil de seus fabricantes e induziam a fantasias.

O século 20 foi movido a energia de origem elétrica, produzida pelas hidrelétricas, pela energia nuclear e pela queima do petróleo. Outra parte da energia veio do consumo da reserva fóssil, que estava armazenada no subsolo de nosso planeta na forma de petróleo, gás e carvão mineral.

O fato é que essas fontes de energias fósseis estão com suas reservas escassas. Cada vez mais raras, difíceis de extrair, e já sabendo-se de seu limite, o preço tende sempre a subir. Por outro lado, a queima desses combustíveis está aumentando a poluição em todo o planeta, provocando desiquilíbrios na natureza e aquecimento global. O aquecimento de apenas alguns graus na temperatura, em média, durante todo o ano, vai provocar alterações trágicas em diversas regiões do planeta, e vai alterar o sistema de chuvas. Consequentemente, altera todos os conhecimentos sobre a agricultura que tínhamos até agora.

A fusão nuclear, por sua vez, revelou-se perigosa do ponto de vista dos riscos de acidentes. Portanto, a humanidade entrou no século 21 precisando debater profundamente as fontes de energia que vai utilizar para resolver suas necessidades básicas.

As atuais fontes de energia de combustíveis fósseis e nuclear devem ser substituídas

quinta-feira, 6 de dezembro de 2007

FORA RENAN!

Nery votou pela cassação

O senador José Nery defendeU no plenário do Senado a cassação do ex-presidente da Casa, Renan Calheiros. "Todos os indícios indicam a quebra de decoro e por isso apóio o relatório do senador Jefferson Peres", disse Nery, referindo-se ao parecer do relator do terceiro processo contra o ex-presidente da Casa. Renan renunciou ao cargo no início da sessão que analisa a denúncia contra ele.

Nesta terça-feira, 5, os senadores analisaram a terceira representação contra Calheiros. Desta vez, é acusado de usar laranjas para comprar veículos de comunicação em Alagoas. O dinheiro teria origem não declarada. Renan Calheiros já respondeu a outro processo, mas foi absolvido. Na primeira ação, foi acusado de ter contas pessoais pagas pelo lobista da empreiteira Mendes Júnior, que tem grandes negócios com o governo.

O PSOL foi o primeiro partido a pedir a apuração das denúncias contra o então presidente do Senado. Na época, vários partidos tentaram arquivar os processos, mas a sucessão de escândalos que começou a manchar a imagem do Senado mudou o cenário e os dois dos processos acabaram indo ao plenário. O primeiro foi arquivado e o segundo está sendo votado nesta terça.

Renan responde por outros dois processos. É acusado de criar um esquema de recebimento de propina em órgãos federais comandados pelo PMDB e também de usar a estrutura da Casa para espionar os senadores da oposição.

PT DO LULA E PSDB DE FHC VOTARAM A FAVOR DE RENAN

AMAZÔNIA

Relações Internacionais e Defesa na Amazônia

Seminário vai discutir importância da articulação da Amazônia com o resto do mundo

A relevância estratégica da região amazônica no contexto das relações internacionais tem, nos últimos anos, despertado o interesse de pesquisadores em compreender a dinâmica das relações com outras economias. A Amazônia, historicamente, atrai o olhar de fora por sua biodiversidade e potencial de aproveitamento econômico de suas riquezas.
Medidas como parcerias com países amazônicos e políticas de segurança para a região tentam, nas últimas décadas, responder a esta preocupação com a utilização das riquezas por potências estrangeiras. O Tratado de Cooperação Amazônica (TCA) é um reflexo disso, assinado com o objetivo de promover um desenvolvimento regional integrado entre os oito países signatários.
O "I Seminário de Relações Internacionais e Defesa na Amazônia" pretende, entre os dias 3 e 4 de dezembro, pontuar a situação da Pan-Amazônia no quadro regional e internacional de segurança e defesa, além de promover o debate sobre os conflitos e a cooperação na região.
O evento vai acontecer no Centro de Capacitação da Universidade Federal do Pará (UFPA) e realizará cinco mesas-redondas com a participação de estudiosos da área. O NAEA está entre os realizadores do evento, promovido pelo Observatório de Estudos de Defesa da Amazônia (OBED).
As inscrições para o seminário ocorrem até o dia 30 na Secretaria de Eventos do NAEA (91 3201 7232 ). Para profissionais e alunos, taxas de R$30,00 e R$20,00, respectivamente.

segunda-feira, 3 de dezembro de 2007

DIREITOS HUMANOS

PARÁ: Violação dos direitos humanos revela guerra contra os pobres





Mais uma vez o Pará freqüenta as manchetes e matérias da grande imprensa em nível nacional e internacional por conta das sistemáticas violações dos mais elementares direitos humanos. Desta feita, o inominável escândalo representado pela detenção da adolescente L., por quase um mês, em uma cela com mais de 20 detentos, na Delegacia de Abaetetuba, nordeste paraense, lançou luz sobre a dramática situação da população recolhida no sistema prisional no Estado, palco cotidiano de incontáveis outros episódios de tortura, violência sexual, degradação e maus-tratos de todos os tipos, na capital e no interior.

No episódio em questão, conforme atesta a vasta cobertura da imprensa, a cadeia de responsabilidades atinge em cheio o Governo do Estado, responsável pela política de segurança pública, mas compromete também outras instituições, notadamente o Judiciário e o Ministério Público, que por ação ou omissão também contribuíram para que fosse cometida uma sucessão de crimes hediondos, nivelando as prisões no Pará às masmorras medievais ou aos calabouços do nazi-fascismo.

Não foi, portanto, sem motivo que uma verdadeira onda de indignação tomou conta da sociedade brasileira, mobilizando amplamente as entidades defensoras dos direitos humanos e, inclusive, organismos internacionais voltados à matéria. Ocorre que o fato está longe de ser isolado. Em verdade corresponde a um determinado padrão de tratamento que o Estado brasileiro confere aos segmentos mais pobres da população que, reféns da miséria social, da violência cotidiana e de uma existência sem quaisquer horizontes, acabam se transformando em presas fáceis de um aparato policial brutalizado e desumano.

Situar o contexto mais geral em que esses fatos se localizam não deve estar a serviço da diluição de responsabilidades. A governadora Ana Julia (PT), eleita sob a promessa de promover mudanças na política paraense, é a principal responsável por essa situação, seja porque são funcionários de seu governo os agentes das barbaridades praticadas, seja, ao mesmo tempo, pela inequívoca sinalização de continuidade das práticas criminosas dos governos que a precederam. Da mesma maneira, todos os agentes públicos envolvidos neste cruel episódio, de todos os poderes e instituições, devem ser investigados e, comprovada sua culpabilidade, punidos exemplarmente. Tudo isso como medida essencial e indispensável ao rompimento da lógica da impunidade que tem imperado quando se trata de crimes cujas vítimas sejam pobres.

No Pará, a violação sistemática dos direitos humanos – uma verdadeira guerra contra os pobres da cidade e do campo – está firmemente relacionada à manutenção e reprodução de um modelo de desenvolvimento, imposto de cima para baixo e de fora para dentro, que ao longo de décadas tem transformado o território paraense em fronteira da degradação sócio-ambiental, do saque indiscriminado de nossas riquezas minerais e de ataque permanente aos povos da Amazônia – nações indígenas, remanescentes de quilombos, comunidades ribeirinhas, populações pobres da periferia das cidades – muitas vezes ameaçados em sua própria existência.

Não é por acaso que o Pará ostenta o vergonhoso título de campeão nacional de assassinatos de trabalhadores rurais e da ocorrência do trabalho escravo. Nem é mera coincidência que o governo do PT tenha, nesta mesma semana, deflagrado uma gigantesca operação militar no sul do Estado para expulsar centenas de famílias que ocupavam latifúndios em Santa Maria das Barreiras, no contexto da ironicamente intitulada Operação "Paz no Campo". Resultado: dezenas de lavradores presos ilegalmente e muitos dos quais submetidos a torturas e maus-tratos, conforme foi denunciado pela Comissão Pastoral da Terra (CPT), Diocese de Conceição do Araguaia e outras entidades e movimentos sociais.

Mas, é justamente por isso, que a luta pelos direitos humanos assume aqui uma vigência absolutamente estratégica e fundamental.

Por tudo isso, ao bradar com enorme indignação diante dos terríveis fatos que escandalizaram a população brasileira, nós do PSOL, precisamos dar um passo adiante e propor um projeto alternativo ao país, de oposição programática e de esquerda ao governo de Lula, Ana Julia e de seus aliados, que resgate os compromissos de transformação social abandonados pelo PT, na perspectiva de inserir o Brasil no processo de mudanças sociais e de afirmação da soberania inspirado nas grandes lutas travadas, neste exato momento, por nossos irmãos da Venezuela, Bolívia e Equador.





Araceli Lemos – Presidente do PSOL – PA

Pedro Maia, Walmir Freire, Fernando Carneiro e Aldenor Junior – membros da Executiva Estadual do PSOL – PA - Ribamar Ribeiro Junior - membro do Diretório Estadual do PSOL-PA

domingo, 2 de dezembro de 2007

NÃO VALE

EMPRESA "MUDA DE NOME"

Com nova logomarca e "novo nome" a Ex-CVRD agora denominada de VALE tem seu batizado hoje. Abalada pelo trágico assalto cinematográfico ocorrido na ultima sexta feira (30) a VALE tenta de todas as formas se manter como inatingível.

Seu presidente disse que o MST é caso de Policia. Imagine as mazelas produzidas ao longo dos anos por essa empresa, será de quem é o caso????

NAO VALE!!!!

ACORDA LULA!!

Exmo. Senhor Presidente da República - Luiz Inácio Lula da Silva
Exmo. Senhor Ministro da Integração Nacional - Geddel Vieira Filho


Saudações cordiais,



Acompanhamos com interesse os planos do Governo Brasileiro para o Rio São Francisco, tanto no que concerne ao Projeto de Transposição quanto ao Programa de Revitalização.



Respeitosamente, dirigimo-nos a V. Ex.a para compartilhar preocupações sobre os previsíveis impactos sociais e ambientais do Projeto de Transposição.



Sabemos a importância histórica, cultural, social, econômica e ambiental do “rio da integração nacional”. Temos também conhecimento dos problemas deste Rio, tais como o desmatamento, o assoreamento, a poluição por esgotos e agrotóxicos, as barragens e o avanço indiscriminado do agronegócio sobre o Cerrado e Caatinga. O estado atual de baixa vazão da barragem Sobradinho de 14% da sua capacidade é prova desta degradação.



O estado de degradação do São Francisco torna temerário qualquer acréscimo de novo uso aos atuais, múltiplos e, em muitos aspectos, já conflitantes.



Desde 27 de novembro de 2007, Dom Luiz Cappio, bispo da Diocese de Barra (Bahia), retomou seu jejum e suas orações em protesto contra a forma autoritária com que o governo federal impõe a obra de transposição do rio São Francisco sem um debate democrático sobre a viabilidade desta obra.



Em carta enviada ao presidente, Dom Luiz lembra que Lula não cumpriu o acordo assumido em outubro de 2005. Na ocasião, Dom Luiz suspendeu um jejum de onze dias, após o presidente ter se comprometido a suspender o processo da transposição e iniciar um amplo diálogo sobre o projeto com a sociedade.



A obra da transposição do Rio São Francisco não tem capacidade de levar água para 12 milhões de nordestinos, como a propaganda quer iludir. Ao contrário, ela é desenhada para beneficiar a produção de frutas nobres, etanol, aço e criação de camarão destinados principalmente para o mercado internacional, enriquecendo ainda mais poucas grandes empresas.



A região semi-árida tem grande diversidade de situações e potencialidades hídricas para o consumo humano e o desenvolvimento sustentável. Para atender à população do semi-árido, há alternativas melhores e mais baratas, por exemplo: as 530 obras sugeridas pela Agência Nacional de Águas (ANA) e que abasteceriam os 1,3 mil municípios da região a um custo de R$ 3,6 bilhões (quase metade dos R$ 6,6 bilhões da transposição). Para o meio rural tem as alternativas de Convivência com o clima desenvolvidas no âmbito da Articulação do Semi-Árido (ASA).



Diante deste quadro, o Projeto de Transposição exige questionamentos e cuidados. Ainda mais porque se trata de um projeto com varias ilegalidades que estão sendo questionadas judicialmente e que ainda esperam posição do Supremo Tribunal Federal (STF).



Por isso, as pessoas, entidades e organizações abaixo-assinadas pedem que sejam suspensas as obras da transposição, que vem sendo realizadas pelo Exército Brasileiro.



Exigimos que seja ouvido o grito dos povos do São Francisco presente no jejum de Dom Luiz Cappio.



Atenciosamente,

RIBAMAR RIBEIRO JUNIOR

CANAÃ

O brilho tomou conta de Canaã

Não foram apenas as garrafas PET que abrilhataram a cidade de Canaã com a decoração de natal. A cidade começa começa a respirar politica, e a pré-candidata Simonica têm se disponiblizado para o debate.

Simonica percorre todos os dias a cidade, em conversa com amigos, vem costurando um amplo apoio e deve ser a vereadora mais votada de Canaã.

PRÊMIO

SENADO JOSÉ NERY É PREMIADO

Premiação do site especializado Congresso em Foco, que apontou os senadores e deputados federais que melhor representam a população, teve apenas um representante paraense na lista, o senador José Nery (PSOL). Em seu primeiro ano no cargo , o senador recebeu, durante cerimônia em Brasília, na noite de segunda-feira, 26, além do Prêmio Congresso em Foco 2007, certificado atestando a boa atuação, conforme o julgamento daqueles que por obrigação profissional devem acompanhar com profundidade e independência as atividades do Legislativo federal.

A escolha dos parlamentares foi feita em duas etapas. Na primeira, eles passaram pelo crivo dos jornalistas que acompanham o dia-a-dia do Congresso Nacional. No total, 188 profissionais da imprensa escolheram os parlamentares mais atuantes. O paraense José Nery obteve os votos de 22 jornalistas. Na segunda etapa, foi feita uma votação on line.

'Não é comum premiar parlamentares, especialmente neste momento de descrédito com a política, mas nosso objetivo é combater essa idéia danosa à democracia de que todos os políticos são iguais. Acompanhamos o dia-a-dia do Congresso e sabemos que não é assim', disse o presidente do site Congresso em Foco, jornalista Sylvio Costa.

O recém-nascido PSOL teve toda a bancada de três deputados e um senador premiada. José Nery, que assumiu o cargo há dez meses, foi uma das surpresas da votação. 'Atribuo essa escolha ao fato de que as pessoas estão buscando parlamentares com um perfil de luta pelas questões sociais e éticas', disse

POEMA

Os bons vi sempre passar
No Mundo graves tormentos;
E para mais me espantar,
Os maus vi sempre nadar
Em mar de contentamentos.

Cuidando alcançar assim
O bem tão mal ordenado,
Fui mau, mas fui castigado.
Assim que, só pera mim,
Anda o Mundo concertado.

Luís de Camões