domingo, 19 de novembro de 2017

CARTA FINAL DO SINGA 2017



Entre os dias 01 e 05 de novembro, nós, pesquisadoras e pesquisadores, militantes, povos e comunidades tradicionais, povos indígenas, participantes de projetos de extensão e cultura, estudantes de todos os estados do Brasil e de vários países da América Latina conseguimos nos reunir na cidade de Curitiba para construir o VIII Simpósio Internacional de Geografia Agrária e o IX Simpósio Nacional de Geografia Agrária. Não foi fácil! Diante do desmonte sistemático da educação pública, gratuita e de qualidade tem tentado se reduzir cada vez mais o campo da pesquisa em todas as áreas e, em especial, naquelas mais compromissadas com a denúncia dessa realidade atravessada por múltiplas desigualdades e violências, como é o caso da proposta do SINGA desde seu início. Com isso, a possibilidade de participação de muitas e muitos foi impossibilitada.
Vivemos tempos de grandes perdas de direitos e de violência institucionalizada, que não só atacam quem está dentro da Universidade, mas também quem está fora dela. O SINGA mostrou com clareza e cuidadosa contundência como nos mais diferentes locais do Brasil e do restante de América Latina os conflitos por terra e território, mas também por identidades de gênero, étnicas, etc. se multiplicam sem que haja uma ação decidida para evitá-los, resolvê-los ou, no mínimo, mitigá-los. Pelo contrário, os retrocessos vêm sendo anunciados e executados dia após dia nas diversas esferas de poder, tanto no campo quanto na cidade. Um período de evidente suspensão da democracia por parte de grupos políticos parasitários, como a Bancada Ruralista, representantes da exploração em diversos âmbitos – como através do agrohidronegócio e da mineração - vem sendo marcado pela supressão de direitos conquistados durante décadas, pela violação da natureza e, consequentemente, pela mercantilização da vida com uma rapidez e uma ferocidade inusitadas.
Não nos calamos frente a essa situação que privilegia o medo como instrumento chave do controle social, seja este medo manifestado na violência banalizada, no abismo social do desemprego ou na precariedade da vida em todas suas dimensões. Também não nos contentamos com o sufocamento imposto dia após dia através dos meios e das redes hegemônicas de comunicação, muito menos com a melancolia como ordem e sentimento naturalizado ou com a perda de horizontes políticos. Não temos dúvida de que este movimento representa uma lógica opressora, que quer calar os saberes produzidos criticamente nas universidades junto aos movimentos sociais e comunidades e apagar o reconhecimento da riqueza das diferenças. Querem nublar a nossa visão ao defenderem um modelo em colapso, mas que mesmo assim não perde a sua força, ou nos fazerem crer na deliberada hegemonia do medo e da morte, do controle, da exploração e da violência como únicas possibilidades.
Apesar das sombras como marcas destes tempos e de tanta lama pelo caminho, o SINGA 2017 teve como proposta a construção de um momento de exaltação das luminosidades e cores em diversos cantos da América Latina, consistindo-se num espaço de reconhecimento da diversidade e da vitalidade dos sujeitos e de territórios em luta. Por isso, tendo como lema e orientação uma “geografia das redes desde baixo”, o SINGA 2017 mostrou que é preciso ir além do dos limites do estado e do capital para abrir portas, viabilizar alternativas e vislumbrar horizontes de transformação. Neste sentido, apostamos na potência das diversas redes de articulações, sejam elas em nível de pesquisa ou em nível territorial, junto aos grupos que resistem, seja nas universidades, seja nas comunidades em seu sentido mais amplo.
Desde este SINGA onde cabem muitos SINGAS, queremos lançar um grito contra e outro a favor: contra esse sistema que pretende nos acuar nos repetindo que não e possível mudar e que o caminho é único; e a favor de continuar, desde baixo, semeando a rebeldia e resistência em defesa dos nossos territórios de vida.

                Curitiba (PR), 5 de novembro de 2017

terça-feira, 7 de novembro de 2017

Contra a criminalização do professor Sorrentino!

 
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Caros Colegas

(inicialmente, me desculpo se vocês já receberam alguma ou algumas vezes mensagens relativas a este caso: O caso é gravíssimo e de urgente resposta!)

A liberdade de atuação acadêmica do prof. Marcos Sorrentino* está sendo objeto de uma Sindicância na ESALQ/USP por realizar suas priorizar suas atividades acadêmicas (pesquisas que são referência para toda uma geração de educadores ambientais e formação superior na forma de graduação e pós) em diálogo com o movimentos sociais e, em especial, com o MST.

Numa flagrante assimetria, a Direção da ESALQ, na Sindicância em curso, questionou o prof. Marcos - com relação a uma atividade de formação conduzida pelo seu Laboratório "Oca" de Educação Ambiental, em Abril deste ano - sobre a existência de uma autorização para sua realização e para o uso da logomarca institucional, fato que nunca lhe foi questionado em 30 anos de atividades e que, principalmente, não é questionado para atividades semelhantes, porém voltadas ao Agronegócio ou a entidades patronais.

Para maiores informações, vocês podem acessar os seguintes sites que trazem o ponto de vista do professor Marcos:

Esse tipo de questionamento seletivo, voltado a professores que têm em sua trajetória um maior contato com movimentos sociais não é novidade, mas tem se acentuado nestes últimos tempos.

Seguem duas cartas de apoio ao Prof.Marcos Sorrentino (e de repúdio à Sindicância) que podem ser assinadas pessoalmente, no caso da carta da UnB (em anexo e enviando um mail para: irineu.tamaio@gmail.com) e institucionalmente/pessoalmente, no caso da carta do grupo da Profa. Michele Sato (UFMT): https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScbkxx47mSw2wTDywZjuBpGIfnSlaeGEwj9A6S3KFj74447sQ/viewform.

Se considerarem pertinente, por favor, ampliem a divulgação deste fato.

Agradeço a atenção e a leitura
Sandro Tonso

segunda-feira, 6 de novembro de 2017

Nota sobre ação de Jatene afavor de fazendeiros

MAIS DE 2 MIL FAMILIAS PERDERÃO SUAS CASAS E PLANTAÇÕES EM OPERAÇÃO DE DESPEJO AUTORIZADA PELA VARA AGRÁRIA DE MARABÁ

Cerca de 8 mil pessoas entre homens, mulheres e crianças, estão sendo expulsas de suas casas e tendo suas plantações destruídas em uma mega operação de despejo que iniciou em Marabá no início da semana passada. Por ordem do Governo do Estado, 115 policiais do Batalhão de Choque da Polícia Militar, permanecerão na região por tempo indeterminado, para cumprir liminares em 20 fazendas localizadas nos municípios próximos de Marabá. As liminares foram expedidas pelo juízo da Vara Agrária de Marabá e pelo Tribunal de Justiça do Estado. A operação atende aos pedidos dos fazendeiros da região que nos últimos meses vem exigindo do Governo do Estado e do Juiz da Vara Agrária de Marabá, o cumprimento das liminares e o despejo das famílias.
Três das fazendas (Cedro, Maria Bonita e Fortaleza) em que as famílias serão despejadas pertencem ao grupo Santa Bárbara, do Banqueiro Daniel Dantas. Essas três fazendas estão ocupadas desde 2009 por 850 famílias ligadas ao MST. Na fazenda Maria Bonita 212 dessas famílias já estão na posse da terra há 4 anos. Cada uma reside em seu lote, tem sua casa com energia instalada e uma vasta produção de alimentos. Há 06 anos que o Grupo Santa Bárbara fechou um acordo de venda dessas fazendas para o INCRA. O processo está na fase final para pagamento. Á Santa Bárbara não exerce atividade em nenhuma dessas fazendas. A pergunta que os movimentos fazem é: se o INCRA está comprando os imóveis, porque o justiça vai mandar despejar essas famílias?
A Fazenda Fortaleza, com áreas de 2.900 hectares, é resultado de uma fraude grosseira, na verdade, conforme informações do próprio INCRA, a área a sua totalidade é composta de terra pública federal, devidamente arrecada e matriculada em nome da União. Criminosamente, foi utilizado um título “voador”, expedido pelo Estado do Pará, para outra área, a mais de 150 km do local, localizada no município de Água Azul do Norte.
A santa Bárbara comprou os três imóveis da família Mutran. São antigos castanhais que foram destruídos e sua finalidade desviada para a formação de pastagem e criação de gado. As liminares foram conseguidas no ano de 2010 num processo nebuloso, envolvendo uma juíza de Marabá. Em pleno funcionamento da Vara Agrária, a juíza recebeu os pedidos de reintegração de posse em um plantão de fim de semana. Ignorou todos os procedimentos obrigatórios da Vara Agrária e deferiu as liminares no mesmo dia. Na segunda feira seguinte, a juíza titular da Vara Agrária cassou todas as liminares e marcou audiência para ouvir as partes e os órgãos de terra. O grupo Santa Bárbara recorreu da decisão e o Tribunal confirmou a decisão da juíza do plantão. Há 7 anos que essas liminares se arrastam e agora o juiz da Vara Agrária determinou o seu cumprimento.
Outro imóvel ocupado por 200 famílias do MST é a Fazenda Santa Tereza. Um antigo castanhal, destruído e transformado em pastagem pela família Mutran. O último comprador do aforamento foi o empresário Rafael Saldanha. Mesmo sabendo dos crimes ambientais praticados no interior do imóvel e de uma decisão da Vara Agrária de Marabá que confirmava a propriedade do castanhal como sendo do Estado do Pará, o ITERPA, numa operação definida pela Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa do Estado do Pará como fraudulenta, titulou definitivamente o imóvel em nome do Empresário. De posse do título, o empresário requereu o despejo das famílias.
Apenas nas fazendas Maria Bonita e Santa Tereza, são 255 crianças que atualmente estão matriculadas e frequentando a sala de aula no local. O despejo das famílias significará a perda do ano letivo para todas elas.
As outras áreas onde as famílias já estão sendo despejadas envolvem grupos menores e são ligadas outros movimentos sociais. Algumas delas incidem em terras públicas e as famílias já residem e produzem no local há nãos, mesmo assim, estão sendo despejadas. Os despejos ocorrem no momento em que inicia o período chuvoso e as famílias já estão plantando suas roças. Despejadas, as famílias não terão para onde ir. A situação é de desespero e indignação.
Para proteger o interesse de uma meia dúzia de latifundiários, o Estado e o Poder Judiciário dá as costas para mais de 2 mil famílias que só querem terra para morar e produzir.
Marabá, 06 de novembro de 2017.
Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra – MST.
Comissão Pastoral da terra – CPT.

quarta-feira, 1 de novembro de 2017

Sicredi é 1º lugar em ranking da Broadcast

Informe Publicitário

 

O Sicredi – instituição financeira cooperativa com mais de 3,6 milhões de associados e atuação em 21 estados brasileiros – conquistou o primeiro lugar do ranking de projeções econômicas “Broadcast Projeções Top 10 Básico”, referente ao terceiro trimestre de 2017.

O ranking conta com 65 participantes, entre instituições financeiras e consultorias de todo país, que enviaram suas expectativas para inflação (IPCA e IGP-M), taxa Selic e dólar para o período entre julho e setembro. A lista contempla as instituições financeiras que realizaram projeções do cenário macroeconômico que mais se aproximam da realidade.

“Este reconhecimento demonstra o empenho dos profissionais do Sicredi em realizar projeções que auxiliem não só a nossa instituição, mas principalmente os nossos milhões de associados”, comenta o gerente de Análise Econômica, Pedro Ramos.

Para o último trimestre de 2017, a área econômica do Sicredi projeta um cenário de estabilidade, com juros baixos, inflação ainda controlada e taxa de câmbio próxima ao patamar atual.

Sobre o Sicredi
O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão valoriza a participação dos 3,6 milhões de associados, os quais exercem um papel de dono do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 21 estados*, com 1.500 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros. Mais informações estão disponíveis em www.sicredi.com.br.

 *Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.



terça-feira, 31 de outubro de 2017

Mestrado: Militante e Pesquisador das EFAs defende dissertação

No último dia  24  às 16:00 horas ocorreu a defesa da dissertação de mestrado de Damião Solidade dos Santos, educador da Escola Família Agrícola Professor Jean Hébette, e extensionista rural da EMATER Pará, em Marabá. O título do trabalho "os processos formativos por alternância dos jovens rurais e suas atuações no desenvolvimento local: o caso das EFAs do município do Lago do Junco - Maranhão", sob a orientação de Isaac Bernat Giribet, compuseram a banca examinadora: Ariadne Enes Rocha e Itaan de Jesus Pastor Santos.

O mestrado foi realizado no âmbito do Programa de Pós-graduação em Desenvolvimento Socioespacial e Regional da Universidade Estadual do Maranhão (UEMA) Campus São Luís. O trabalho de Santos está organizado em três capítulos aborda: a trajetória histórica da Pedagogia da Alternância, as relações do Desenvolvimento Rural Sustentável e os Movimentos Sociais: espaços de resistências e parcerias, e a práticas agroecológicas nas EFAs.

É mais um trabalho que fortalece a Pedagogia da Alternância, sobretudo no tocante a pesquisa científica que referem as temáticas ao Desenvolvimento Local e a Agroecologia. Também contribuirá com os trabalhos educativos da EFA de Marabá, e na extensão rural no âmbito da EMATER.

sábado, 30 de setembro de 2017

UFPA E AMUCAN ELABORAM DIAGNÓSTICO FUNDIÁRIO DE 12 MUNICÍPIOS DA CALHA NORTE




A Comissão de Regularização Fundiária da Universidade Federal do Pará (CRF-UFPA) e a Associação dos Municípios da Calha Norte (Amucan) formalizaram no último dia 20 de setembro, na sede da instituição, em Belém, uma parceria consolidando o primeiro passo para a elaboração de um diagnóstico preliminar da realidade fundiária das 12 cidades que compõem a Associação com vistas a um projeto de regularização. O documento foi assinado por Marlene Alvino, presidente da CRF-UFPA, e por Antônio Tavares da Silva, prefeito de Oriximiná, e presidente da Amucan. Na ocasião foi criado um grupo de trabalho composto por técnicos da Associação e da CRF-UFPA para elaborar o diagnóstico.
 
O objetivo da parceria, além do diagnóstico, segundo o presidente da Amucan, é construir uma proposta de trabalho para beneficiar com a regularização fundiária as famílias residentes em Alenquer, Almeirim, Baião, Curuá, Colares, Faro, Gurupá, Juruti, Melgaço, Óbidos Oriximiná e Terra Santa, garantindo o direito social a moradia. Em seguida ao diagnóstico, será elaborado um projeto para auxiliar a Amucan na captação de recursos para viabilizar a iniciativa, favorecendo, o planejamento municipal e o desenvolvimento regional.  
O presidente afirmou que a parceria com a UFPA é um passo positivo. A criação de um grupo de trabalho de técnicos garantirá a construção de uma base sólida de dados para fundamentar o futuro projeto de regularização, assim como poderão ser formuladas novas propostas para serem implementadas nas diversas áreas das políticas públicas visando o desenvolvimento local e uma gestão eficiente, sustentável e transparente das cidades.
Para Marlene Alvino, presidente da CRF-UFPA, além da parceria, o grupo de trabalho está realizando um levantamento de um conjunto de informações nos municípios envolvidos, tais como, a lei de criação do município com o respetivo perímetro e os núcleos urbanos, o plano diretor, o cadastro mobiliário, a cartografia e o cadastro de endemias. Será feito também um levantamento um perfil dos quadros técnicos atuantes nas prefeituras e um levantamento dos cartórios existentes nestas cidades.  Serão verificadas, ainda, as áreas tituladas nos 12 municípios, bem como haverá consulta de informações junto à Secretaria Especial de Agricultura Familiar e do Desenvolvimento Agrário e ao Programa Terra Legal para analisar a base cartográfica regional.  
O estudo preliminar, segundo Daniel Mesquita, engenheiro sanitarista da CRF-UFPA, deverá ser concluído até meados de outubro e, em novembro próximo, deve ser consolidado um termo de cooperação entre as instituições que respalde o planejamento do processo da regularização fundiária, assim como a captação dos recursos para atender as demandas de regularização dos municípios da Amucan.
Participaram da assinatura da parceria, ainda, Silvestre Júnior, secretário Geral da Amucan; Carmem Silva Oliveira, engenheira agrônoma e assessora técnica da Associação; Vunibaldo Salomão, engenheiro agrônomo e assessor técnico do município de Alenquer, e Myrian Cardoso, coordenadora Técnica Operacional do Projeto Moradia Cidadã.

Texto e fotos: Kid Reis
Ascom-CRF-UFPA

segunda-feira, 11 de setembro de 2017

Montarroyos lança livro



Na segunda-feira, dia 11 de setembro, a partir das 18h, no auditório do da Unidade I, Campus de Marabá, será lançado o livro intitulado “Pesquisa jurídica: como se faz?”, de autoria do professor e epistemologista Heraldo Elias Montarroyos, da Faculdade de Direito, da Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará (Unifesspa).
Durante o evento acontecerá uma breve palestra que vai destacar alguns aspectos do livro que podem ser úteis ao público de todas as áreas. Na ocasião, serão divulgados três programas fundamentais de pesquisa jurídica e como eles têm sido usados nas melhores teses de direito do Brasil premiadas pela Fundação Capes.
O livro será vendido pelo preço popular de 50 reais, havendo apenas 20 exemplares disponíveis no dia do lançamento. Interessados em adquirir o livro poderão comprar no site: http://www.publit.com.br/ da editora PUBLIT, do Rio de Janeiro.
O professor Montarroyos é titular da disciplina de Metodologia do Trabalho Acadêmico e da disciplina Laboratório de Pesquisa da Faculdade de Direito da Unifesspa, onde ele constrói conjuntamente, todos os anos, cerca de 40 projetos de TCC – Trabalho de Conclusão de Curso dos futuros concluintes, antenado com a demanda dos futuros professores-orientadores da Faculdade de Direito.
Tanto para os acadêmicos de Direito como para outros acadêmicos esse livro tem o mérito de encorajar a construção e aplicação de um programa científico de pesquisa contendo elementos ontológicos, metodológicos, axiológicos, teóricos, práticos e contextuais interligados, ressaltou o professor.
A experiência de muitos anos, segundo Montarroyos, é a base desse livro. Por isso, não se deixou de privilegiar a necessidade do acadêmico e nesse sentido lhe apresenta uma estrutura lógica de raciocínio, com começo, meio e fim.
O Livro Pesquisa Jurídica: como se faz?
O objetivo do livro é descrever o processo de construção formal e substancial da monografia jurídica, incluindo as normas da ABNT e os diversos produtos acadêmicos exigidos em sala de aula. “Não é um manual de metodologia, mas possui boa dose de “manualismo”, visto que existem questões técnicas que são recorrentes e utilitárias e que já pertencem ao senso comum de estudantes e pesquisadores”, explicou o professor Montarroyos.
O livro desenvolve também duas grandes partes dedicadas à epistemologia das Ciências Humanas e Ciências Jurídicas. Sobre as Ciências Humanas, Montarroyos aproveitou autores clássicos da filosofia como John Locke, que escreveu um tratado epistemológico sobre as “Ideias”, e Kant, autor da “Crítica da Razão Pura”. Também foram usados pensadores do século vinte, como Popper, Imre Lakatos, Fayrabendt, Thomas Kuhn e Laudam, “autores que me deram um pouco de nostalgia enquanto eu escrevia o livro, pois eles lembram sempre a primeira disciplina do meu doutorado em Filosofia da Ciência na USP, em 2001, que na época teve um grande impacto na minha visão tradicional a respeito do pensamento científico”, recordou o professor.
Sobre a epistemologia das Ciências jurídicas, o livro contribui esclarecendo as fronteiras dessa ciência bem como apresentando três possibilidades epistemológicas ou programas de pesquisa: realismo, idealismo e criticalismo.
Avalia o professor Montarroyos que na internet existem boas publicações sobre a metodologia das ciências jurídicas, mas são, na verdade, obras que desenvolvem exaustivamente teorias jurídicas; enquanto outras repetem os manuais gerais de metodologia científica sem nenhuma especificidade. Ou seja, muitas dessas obras ou são demais teóricas, ou de outro modo não atendem às demandas e particularidades das ciências jurídicas. Agravando esse quadro, a maioria das obras de metodologia jurídica não descrevem os passos ou procedimentos visando realizar uma tese ou monografia jurídica sem perder de vista simultaneamente a existência de uma determinada matriz programática-epistemológica.

Texto / Fonte - Sitio da Unifesspa

UNEFAB: V Convgresso será em Belo Horizonte



 Nos dias 19 a 21 de setembro de 2017, a União Nacional das Escolas Famílias Agrícola do Brasil (UNEFAB) realizará a XII Assembleia Geral e o V Congresso Nacional, em Salvador - BA. É a hora e o tempo de formação, avaliação, planejamento e tomada de decisões de forma coletiva. Para contribuir nesse processo preparativo apresentamos este texto orientador que traz referências de outros trabalhos já produzidos pelos nossos assessores pedagógicos. Pontuamos um pouco da trajetória histórica, os principais desafios e as perspectivas da UNEFAB




 Convocação

O Presidente da UNEFAB – União Nacional das Escolas Família Agrícola do Brasil, no uso de suas atribuições estatutárias e regimentais CONVOCA todas as suas afiliadas, no gozo de seus direitos sociais para participarem da XII Assembleia Geral da UNEFAB, a se realizar nos dias 19 a 21 de setembro de 2017, em Belo Horizonte – MG, em primeira convocação no dia 21 as 08:00 h (oito horas), com a presença de metade e mais um das suas associadas em dias com suas obrigações, ou em segunda convocação às 09:00h (nove horas), com 1/3 (um terço) das associadas em dias com suas obrigações sociais


sábado, 9 de setembro de 2017

Cuidado com os gestos

Significado dos gestos ao redor do mundo                                                                                                                                                                                 Mais

Sicredi reinaugura agência em Xinguara

_______________________________________Informe Publicitário________________

A cooperativa Sicredi Sudoeste MT/PA reinaugurou agência no município de Xinguara no último dia 06 de setembro. Com cerca de 800 associados, a agência iniciou suas atividades em 2013 e passou por reformas para oferecer mais conforto e ainda implantar a nova marca.

Participaram da reinauguração, o diretor executivo João Coelho Pinheiro, o gerente regional Lucyano Pizzatto, o conselheiro Ricardo Marques e o presidente da Aciapa (Associação Comercial e Industrial de Xinguara) Hander Lima Alves, além de coordenadores, associados e colaboradores. Durante a ocasião, foram apresentados números e informações a respeito da evolução do cooperativismo de crédito e do Sicredi. O encontro ainda contou com café da manhã oferecido aos presentes.

Para João Coelho, diretor executivo da cooperativa, o novo espaço prioriza o relacionamento e reforça as características da marca Sicredi. “No Sicredi, o associado é um dos donos do negócio e nós queremos continuar cada vez mais próximos. Por isso, investimos na qualificação dos nossos colaboradores, na tecnologia das agências e também na nossa estrutura para receber cada vez melhor o nosso associado. Esse é o principal motivo de trazermos essa linda agência, com visual mais moderno e melhor conforto. Para a entrega, escolhemos uma data especial onde a cidade está em festa por conta da Exposição Agropecuária. Estamos felizes por participar e contribuir com esse momento tão importante”, destacou Coelho.


Sobre o Sicredi
O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão valoriza a participação dos 3,5 milhões de associados, os quais exercem um papel de dono do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 21 estados*, com 1.500 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros. Mais informações estão disponíveis em www.sicredi.com.br
 *Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins. 
A Central Sicredi Centro Norte, composta pelos estados de Mato Grosso, Rondônia, Pará e Acre, tem cerca de 363 mil associados, com 166 agências em 131 municípios.


Atenciosamente,

Giorgie Guido da Luz
Assessor de Comunicação e Programas Sociais

Sicredi Sudoeste MT/PA – Regional PA
(94) 3322 2761 / (94) 3322 2157 / (94) 99147-7711 (94) 98112-1604 / VoIP: 5080432
 

Sicredi tem aumento de 31,5% na carteira de consórcio de serviços no 1º semestre

  ________________Informe Publicitário__________________

Sonho programado, sonho realizado

 Vendas de novas cotas na região Centro Norte tiveram incremento de 7,8% no mesmo período, totalizando R$ 2,978 milhões
Considerada uma forma eficiente e segura na compra de bens e serviços, os consórcios estão sendo cada vez mais procurados pelos brasileiros. Isso porque esta modalidade de aquisição é programada e bem mais econômica se comparada a um financiamento. Os consórcios permitem a compra de bens como veículos (leves, pesados e motocicletas), imóveis, eletroeletrônicos e serviços. Este último, homologado pelo Banco Central em 2008, é um dos que mais cresce no país, com incremento de 107,5% nas vendas de novas cotas no 1º semestre deste ano, na comparação com igual intervalo de 2016, segundo dados da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcio (Abac).
Acompanhando esta onda de crescimento, o Sicredi na região Centro Norte, que abrange os estados de Mato Grosso, Rondônia, Pará e Acre, registra evolução de 31,5% na carteira de consórcio de serviços e de 7,8% na venda de novas cotas nos primeiros seis meses deste ano, em relação a igual intervalo do ano passado. A carteira desta categoria evoluiu de R$ 12,856 milhões para R$ 16,907 milhões de um ano para outro e a comercialização de novas cotas passou de R$ 2,762 milhões para R$ 2,978 milhões na mesma base de comparação.
Atualmente, segundo ranking do BC, o Sicredi – instituição financeira cooperativa com mais de 3,5 milhões de associados e atuação em 21 estados brasileiros – é líder em consórcio de serviços, com mais de 50% do mercado nacional neste segmento. Este ano, a instituição financeira cooperativa atingiu a marca de R$ 10 bilhões em carteira de créditos ativos de consórcio, e deste total cerca R$ 300 milhões são relativos ao segmento de serviços.
Segundo a Abac, os destinos mais comuns das cartas de crédito dos consórcios de serviços são reformas, saúde e estética, eventos, viagens, tratamentos odontológicos e cursos de educação. No Sicredi, o consórcio de serviços é ofertado aos associados em créditos de R$ 5 mil a R$ 24 mil no prazo de 36 meses, com parcelas mensais a partir de R$ 168,47.
Segundo a consultora de Negócios Pessoa Física, da Central Sicredi Centro Norte, Juliana Rodrigues, o consórcio de serviços pode ser usado em pacotes de viagens; na organização de festas como casamento, formatura, aniversário, entre outros; cirurgias estéticas e reparadoras; cursos técnicos, superior, especialização, MBA e informática; consultoria; assessoria jurídica, contábil e tributária, ou projetos para reforma de imóveis. Neste caso, o crédito é usado para a elaboração do projeto e mão de obra na construção, não incluindo a compra dos materiais.

“O benefício da contratação de um consórcio de serviços é o planejamento. O associado paga mensalmente o valor e pode ser contemplado por sorteio, lances fixos ou livres, conforme a sua programação. Tem a vantagem de ser contemplado por sorteio antes do fim do período e desfrutar do crédito com aquilo que planejou”, diz Juliana ao acrescentar que o consorciado contemplado tem a liberdade de escolher o fornecedor que prestará o serviço, precisando apenas apresentar o contrato e a nota fiscal do serviço para o acesso à carta de crédito.

Da programação à e realização

O presidente da Central Sicredi Centro Norte, João Spenthof, afirma que o consórcio, independentemente da modalidade, é uma forma de o associado se programar financeiramente e planejar uma aquisição futura. “Se a pessoa não tem a cultura de poupar ou investir, o consórcio é uma maneira simples de se fazer uma poupança, pois mensalmente ela tem o compromisso de pagar a parcela da sua carta de crédito e com isso vai fazendo uma reserva financeira, uma poupança programada para compra de um bem ou contratação de um serviço”.

E foi justamente seguindo este planejamento que a cirurgiã dentista Lizia Raquel Rotilli, 39, conquistou o sonho de ter o próprio consultório. Com 16 anos de carreira, por 14 anos ela atendeu os pacientes em um imóvel alugado na cidade de Juscimeira e há um ano está no espaço que agora pode “chamar de seu”. “Eu sempre tentava juntar dinheiro e nunca conseguia atingir o valor necessário para a obra. Já tinha um terreno, muito bem localizado, mas não conseguia ter essa disciplina de juntar todo mês um montante, sempre fazia retiradas. Foi quando conheci o consórcio de serviços e contratei logo dois, no valor de R$ 18 mil cada”, diz ela ao acrescentar que deu um lance, conseguiu a carta de crédito e realizou a obra tão sonhada.

O dinheiro foi usado para o pagamento de parte do projeto que não havia sido concluído e da mão de obra da construção, que tem 80 metros quadrados. “Não era o custo do aluguel que me incomodava e sim estar em um lugar que não era meu, que não foi construído do jeito que eu queria. Agora não, tudo está como eu sonhei para o meu ambiente de trabalho”, ressalta Lizia comentando que já está pensando na aquisição de um novo consórcio de serviços.

Quem também usou a carta de crédito para construção foi a comerciante Vanessa Alves Rocha, 29, da cidade de Dom Aquino. Há três meses as obras para edificação de uma suíte, da cozinha, da área e do banheiro foram concluídas. Também aproveitou para trocar as portas e as janelas, reformando por completo a casa. Contratou uma carta de crédito de R$ 24 mil, que usou para pagar os pedreiros. “Fui à agência para contratar um financiamento e na época não pude acessar porque não tinha conta no Sicredi. Abri a conta e me ofereceram o consórcio de serviços. Não pensei duas vezes em contratar e conquistei a tão sonhada reforma da casa”. Vanessa, que é mãe de duas meninas, já pensa na próxima contratação do consórcio de serviços, a partir de janeiro. “Vou contratar outro, agora para um procedimento estético. Depois que a mulher se torna mãe o corpo muda. E já que tenho a opção de programar a cirurgia, vou fazê-la através do consórcio”.

Um procedimento estético foi o que motivou a administradora de empresas Márcia Faccio, 33, a contratar o consórcio. Ela paga a carta no valor de R$ 7 mil há dois anos, e em novembro próximo pretende ir a Maringá (PR) fazer uma rinoplastia, um procedimento estético no nariz. “É uma cirurgia que planejava fazer há algum tempo, mas não me disciplinava para juntar o dinheiro. Com o consórcio tenho certeza da destinação do valor pago para este serviço. Já está quase tudo pronto e a carta cobre o custo com o hospital, o cirurgião e o anestesista. Estou bastante contente”. Ela diz que no fim deste ano termina de pagar o consórcio e já está planejando o próximo que vai contratar.

Segundo dados da Abac, no 1º semestre deste ano, 6,1 mil consorciados foram contemplados e tiveram a oportunidade de contratar os serviços, um aumento de 16,2% sobre os 5,3 mil do mesmo período de 2016. O volume de crédito disponibilizado somou R$ 34,2 milhões este ano, contra R$ 29,5 milhões no ano passado, avanço de 16,1%. Ainda conforme as estatísticas da entidade, o tíquete médio dos consórcios de serviços é de R$ 7,1 mil este ano, ante os R$ 6,9 mil de 2016.

Outros atrativos do consórcio de serviços, lembra a consultora de Negócios da Central Sicredi Centro Norte, Juliana Rodrigues, são a não incidência de juros na contratação, apenas a taxa de administração, que é bem inferior às taxas dos financiamentos, e a atualização da carta de crédito, o que garante ao consorciado o poder de compra do bem ou serviço em qualquer época durante a vigência do plano. “Esses custos são bem inferiores às taxas cobradas em financiamentos considerando o mesmo valor do crédito”.

Sobre o Sicredi

O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão valoriza a participação dos 3,5 milhões de associados, os quais exercem um papel de dono do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 21 estados*, com 1.500 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros. Mais informações estão disponíveis em www.sicredi.com.br.

 *Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

O Sicredi Centro Norte, composto pelos estados de Mato Grosso, Rondônia, Pará e Acre, tem cerca de 363 mil associados, com 166 agências em 131 municípios.


Atenciosamente,

Giorgie Guido da Luz
Assessor de Comunicação e Programas Sociais

Sicredi Sudoeste MT/PA – Regional PA
(94) 3322 2761 / (94) 3322 2157 / (94) 99147-7711 (94) 98112-1604 / VoIP: 5080432

7º CINECIPÓ – Festival Internacional do Filme Insurgente

-------------------Agenda Belo Horizonte_________________________-

Dias 14, 15, 16 e 17 de setembro de 2017 em Belo Horizonte / Sesc Palladium

Mostra competitiva, oficinas e mesas de debates

Apresentação

Cinema pra quem?

Da luta por reconhecimento de direitos à insurgência, o Cinecipó – Festival Internacional do Filme Insurgente tem sua travessia marcada por uma busca permanente do cinema em sua radicalidade: o filme como recusa à resignação. Dentro da arena política em que atua, o festival luta numa frente de combate para frear e contrapor as estratégias de influência midiáticas das grandes corporações de comunicação atuantes no regime democrático.

O festival tem por vocação, desde sua criação em 2010 no município de Santana do Riacho – MG, revelar as produções audiovisuais nacionais e estrangeiras que vislumbrem, em seu argumento e linguagem fílmicos:

– o cuidado, enquanto fundamento ontológico do ser e no sentido de seu devir: cuidar do futuro da sociedade;

– a crítica à negligência do Estado tecnocrático quanto às expressões sociais colocadas à margem do universo da comunicação, como a desigualdade, a exclusão, a vulnerabilidade e o preconceito.

Considerando a emergência das diversidades sociais (de gênero: LGBT – lésbicas, gays, bissexuais e transgênero; nacionais e religiosas) e de movimentos sociais multifacetados (étnicos-raciais, trabalhadores, estudantes, feministas, ambientalistas, sem terra e sem teto) no cenário severo de lutas por representações sociais, o festival se incumbiu de incluí-los em sua programação propiciando a amplificação de sua voz e sua fala particulares.

Contudo, a abertura aos devires minoritários por parte do festival não se encerra no diverso espectro de um múltiplo horizonte discursivo engendrado pelas multiplicidades. A busca por formas de expressão insurgentes também é levantada enquanto questão de suma importância. Desvios inesperados nas relações de poder que se imprimem sobre a linguagem cinematográfica em cujos fins se faz ver uma subjetividade dominante. Trata-se do uso da linguagem do cinema enquanto forma de resistência às estruturas e saberes vigentes, como pleno exercício de uma micropolítica.

A experiência do festival tem demonstrado a validade do encontro promovido entre o espectador e os realizadores cinematográficos no sentido de complementaridade e distribuição de suas obras e que resulta numa reflexão crítica sobre o uso do audiovisual alternativo como força renovadora da sociedade e sua capacidade combativa.

Nesta edição de 2017, o Cinecipó apresenta um panorama da produção audiovisual engajada em questões políticas contemporâneas. Diante da perplexidade quanto ao regime político que se instaurou no país, em maio de 2016, e que revelou-se à sociedade, no último ano, como um projeto partidário oligárquico submisso a uma orientação econômica meramente rentista alheio aos interesses da sociedade que representa, marcado pela misoginia, pelo confisco de direitos constitucionais no âmbito das relações de trabalho, pelo ataque desmedido ao espaço natural e pela degeneração ética na política. Assim, optamos por um recorte temático circunstancial, que dentre outros temas, inclui: a violência e preconceito de gênero, o preconceito étnico, o genocídio e pauperização de sociedade tradicionais, a sustentabilidade, a democracia e a educação.

Gostaríamos de convidar os espectadores da cidade de Belo Horizonte a esta experiência educadora, libertária e insurgente.

Bons filmes!
Acesse o site e confira a programação.
www.cinecipo.com.br

sexta-feira, 1 de setembro de 2017

Marabá na rota do racionamento de água

Basta pegar os dados de investimentos que o Governo Federal e Estadual fizeram nos últimos 10 anos em Marabá através da COSANPA.
Fazer calculo e chamar atenção da sociedade sobre a crise hídrica que chegou na cidade.

O Plano Municipal de Saneamento - obrigatório para apontar as diretrizes de expansão da rede e diagnosticar as demandas necessárias está engavetado, para o prefeito Tião Eterno Miranda (PTB) que costuma governar sem ouvir a sociedade, isso deve ser besteira.

Em outro contexto as políticas macro econômicas através dos grandes projetos tem alterado o meio ambiente nas ultimas 5 décadas na Amazonia e mais recente no cerrado brasileiro, fazendo com que o nosso majestoso Tocantins e seu irão Araguaia sofram graves consequências.

É hora de repensar uma politica séria de abastecimento de água, cuidar dos nosso rios para que não enfrentamos uma crise mais séria no futuro bem próximo. O atual contexto de racionamento na cidade é apenas um alerta.

segunda-feira, 28 de agosto de 2017

Sicredi figura entre os 20 maiores do País







Na edição 2017 do Valor 1000, a instituição financeira cooperativa conquistou colocações em 12 indicadores


Mais uma vez, o Sicredi – instituição financeira cooperativa com mais de 3,5 milhões de associados e presença em 21 estados brasileiros – está entre os maiores do País, de acordo com o ranking Valor 1000. A instituição destacou-se em 12 indicadores do anuário.

No ranking dos 100 Maiores Bancos, o Sicredi ficou em 11º, subindo cinco posições em relação ao ano anterior. Entre as instituições que mais cresceram em Operações de Crédito e em Depósitos Totais, entre os grandes, figurou em 3º e 4º lugar, respectivamente. Já entre os 20 Maiores Operações de Crédito, ficou em 8º lugar e foi o 6º colocado entre os 20 Maiores em Depósitos Totais. Outros destaques são: 3º lugar entre os 20 Mais Rentáveis sobre o Patrimônio – entre os grandes; e 10º lugar entre os 20 com Menor Custo Operacional.

O Sicredi também assumiu novas posições no Valor 1000: entre os 20 maiores em Patrimônio Líquido (7º), Lucro Líquido (7º), Receita de Intermediação (9º), Melhor Resultado Operacional sem equivalência patrimonial (8º) e com Melhor Rentabilidade Operacional sem a equivalência patrimonial, entre os grandes (11ª).

Elaborados pelo jornal Valor Econômico e pelo Serasa Experian com base em dados do ano contábil de 2016, o Valor 1000 conta com o trabalho de homologação da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas (FGV/EAESP). A publicação traz informações completas sobre as mil maiores empresas do Brasil, com rankings comparáveis, demonstrações financeiras consolidadas, faturamento bruto e outros itens estratégicos retirados dos balanços ou informados pelas companhias ou instituições.



Sobre o Sicredi
O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão valoriza a participação dos 3,5 milhões de associados, os quais exercem um papel de dono do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 21 estados*, com 1.500 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros. Mais informações estão disponíveis em www.sicredi.com.br.

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.